Colesteatoma - Informação, especialistas, perguntas frequentes.

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O Colesteatoma de orelha média é um cisto de queratina ("pele esfoliada") que se instala "atrás da membrana do tímpano". Geralmente originado pela migração de pele através de uma perfuração ou retração desta membrana, ele tem crescimento progressivo, lento, mas que pode levar a destruição das estruturas vizinhas como os ossículos da audição, labirinto, base do crânio e canal do nervo facial. Essa destruição pode comprometer a audição, o equilíbrio, as meninges e o nervo facial (que leva os movimentos à face), causando complicações desagradáveis e algumas vezes graves como meningite. Seu tratamento ideal é a cirurgia, geralmente a Timpanomastoidectomia ou Remoção Endoscópica.
Dr. Édio Cavallaro
Dr. Édio Cavallaro Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

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Estas são as mais populares:

Procure o otorrinolaringologista ou serviço que realizou a cirurgia com urgência para verificar se houve infecção ou formação de abcesso no local da cirurgia.

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Dr. Marcelo Naoki Soki

Otorrino

São José dos Campos

Prezado internauta, A solução de álcool boricado 5m graus variados de concentração é de uso corrente na otorrinolaringologia, estando indicada, em geral, para o manejo de doenças do conduto auditivo externo. A indicação do uso de medicação tópica / gota auricular para qualquer enfermidade, assim como para o colesteatoma, doença que em geral acomete a mastóide e a orelha média, deve ser fruto de um exame físico cuidadoso por parte do especialista otorrinolaringologista. Evite a utilização de qualquer medicação dentro dos ouvidos, sejam eles sãos ou doentes, sem que tenham sido indicados pelo seu médico.

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Dr. Gustavo Guagliardi Pacheco

Medico do Sono, Otorrino

Rio de Janeiro

A mastoidectomia radical é um acesso que permite boa inspeção dos diversos recessos da orelha média, possibilitando a remoção completa do colesteatoma. Existe a chance de recorrência, porém a manutenção da cavidade aberta possibilita a detecção precoce da recidiva e na maioria dos casos é póssível a remoção da doença no consultório, sem necessidade de nova cirurgia. Mantenha o acompanhamento regular com seu médico.

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Dra. Maíra da Rocha Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Medico do Sono, Otorrino

Rio de Janeiro

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Prezado paciente internauta, Há sim, motivos que eventualmente nos levam a eventualmente aguardar para que cheguemos a uma condição geral ou local melhor para se abordar uma determinada lesão, como em casos de descompensação por outras doenças ou crises recentes (no caso de doenças da orelha média), o que aumentaria as chances de adesão de um enxerto etc... Entretanto, 1 ano, nos parece um período um pouco longo. Discuta com seu médico.

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Dr. Gustavo Guagliardi Pacheco

Medico do Sono, Otorrino

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