Glioblastoma - Informação, especialistas, perguntas frequentes.

Tudo sobre Glioblastoma

Os especialistas falam sobre a Glioblastoma

Glioblastomas são tumores agressivos que geram muitas deficiências neurológicas e ameaçam a vida do paciente que recebe esse diagnóstico. A cirurgia tem um papel fundamental na sobrevida e na melhora dos sintomas neurológicos de muitos pacientes. A aquisição de experiência focada na ressecção máxima possível desse tipo de tumor é o fator que mais influencia no resultado do tratamento. Ressecções mais extensas podem ser alcançadas com o uso de equipamentos sofisticados como neuronavegação, aspiração ultrassônica e monitorização eletrofisiológica trans-operatória. Esses equipamentos já estão disponíveis em nosso meio e podem ser empregados na maioria dos casos para melhores resultados.
Bruno Loyola Godoy
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Neurocirurgião

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Rio de Janeiro

O Glioblastoma é um tumor cerebral maligno, agressivo e de rápido crescimento. Trata-se de uma neoplasia originada do próprio tecido cerebral, sendo o tipo de tumor primário mais comum em pacientes adultos. A maioria dos pacientes com esse tipo de tumor são submetidos ao tratamento com uma combinação de cirurgia seguido de quimioterapia e radioterapia. O tratamento invariavelmente é longo e depende de uma equipe multidisciplinar especializada (neurocirurgião, oncologista, radioterapeuta, fisioterapêuta, nutricionista, enfermeiro, dentre outros). Quando realizado de forma adequada e por equipe adequadamente capacitada, o tratamento oferece melhoria da qualidade de vida do paciente.
Dr. Iuri Neville
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Neurocirurgião

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São Paulo

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Nossos especialistas responderam 10 perguntas sobre Glioblastoma.

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Estas são as mais populares:

Concordo com a colega. Consulte o mais brevemente possível com um oncologista clínico e um radioterapeuta, levando todos os exames já realizados, a fim de iniciar o tratamento adjuvante.

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Dra. Patricia Moretto Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Internista, Oncologista

Porto Alegre

Realmente o aspecto radiológico e na microscopia desses 2 tumores são bastante opostos. Em um primeiro momento acredito ser importante ser feita uma revisão desse material em um laboratório com experiência pois o tratametot e o prognóstico desses 2 tipos de tumores são bastante diferentes. Me coloco a disposição, Dr. Tiago Biachi Oncologista Clínico São Paulo/SP

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Tiago Biachi de Castria Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Oncologista

São Paulo

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Por meio de avaliação neurocirúrgica criteriosa será possível determinar a indicação de reabordagem microcirúrgica e eventual utilização de quimioterápico local (carmustina wafer) além da manutenção da terapia quimioterápica sistêmica, mencionada pelo colega acima. Há diversos nuances no tratamento da recidiva dos gliomas malignos e algumas vezes a individualização do caso faz-se necessária. Consulte um Neurocirurgião com experiência em neuro-oncologia para maiores informações. À disposição.

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Dr. João Luiz Vitorino Araújo Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Neurocirurgião

São Paulo

Normalmente de 6 a 12 ciclos, cada ciclo durando 4 semanas. Na prática, em pacientes com boas condições clínicas e tolerando bem, vamos aos 12 ciclos até que esta pergunta ("o que é melhor? 6 ou 12 ciclos?") seja respondida na literatura médica.

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Allan Pereira

Oncologista

São Paulo

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