Transtorno bipolar - Informação, especialistas, perguntas frequentes.

Tudo sobre Transtorno bipolar

Informação sobre Transtorno bipolar

A pessoa com transtorno bipolar é caracterizada por sofrer muitas mudanças de humor e de níveis de atividade. Especificamente, são produzidas oscilações exagerada e periódicas de três estados de espírito: deprimido, eufórico e maníaco (aceleração). Estudos indicam que o transtorno bipolar pode ser congênito pela falta de estabilidade na transmissão dos impulsos nervosos no cérebro. A alteração cerebral alterada traz mais vulnerabilidade quando confrontada com eventos de vida estressantes que desencadeiam episódios maníaco-depressivos.

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Os especialistas falam sobre a Transtorno bipolar

Não é uma variação de humor em um dia que vai definir o diagnóstico de bipolar, muitas vezes precipitadamente rotula-se uma pessoa com uma classificação e se impede o verdadeiro tratamento É necessário que sejam claramente definidos os ciclos e fases de oscilação de humor e que com medicação e psicoterapia se trate com boa melhora da qualidade de vida
Jose Juarez De Oliveira Junior
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Psiquiatra

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Embu das Artes

O paciente apresenta períodos de euforia (mania) alternados com depressão. A euforia deve durar ao menos 1 semana - geralmente tem duração maior – com sintomas como irritabilidade, diminuição de sono, gastos excessivos, aumento da pressão por falar, agitação, autoestima exacerbada, pensamento acelerado. O tratamento consiste em uso de medicações estabilizadoras do humor e antipsicóticos – ainda não possui cura mas pode ter controle e é importante que o paciente, mesmo estável, não abandone o tratamento. Durante a consulta é feito uma investigação do histórico pessoal e familiar, exames para diagnósticos diferenciais. O objetivo do tratamento é que o paciente tenha uma vida normal
Dra. Vivian Machado
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Psiquiatra

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Rio de Janeiro

Um transtorno de grande impacto ao longo de uma vida , com vários prejuízos somados ao grande desconforto de sintomas de brusca oscilação de humor sem situações que justifiquem , sendo necessário tratamento farmacológico adequado após diagnóstico preciso e orientação adequada e estímulo à responsabilidade com a saúde mental . Prevenir internações e prejuízos sempre.
Dra. Maura Kale
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Psiquiatra

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Curitiba

O transtorno bipolar é um transtorno do humor que envolve episódios maníacos em alternância com episódios depressivos maiores. Sabe-se que ao menos 55% dos pacientes que sofrem de transtorno bipolar tentam suicídio ao longo da vida. O tratamento tradicional para o transtorno bipolar é feito com os medicamentos estabilizadores do humor. Dentre estes, o principal e com melhores resultados tanto na fase aguda dos episódios, quanto na fase de remissão (prevenindo a reincidência), é o lítio. É comum, também, associar medicamentos antidepressivos (para as fases depressivas), medicamentos para estimular o sono e outros para diminuir os delírios e alucinações.
Dr. Pedro Henrique Costa Meneses
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Vitoria

O transtorno afetivo bipolar (TAB) é um dos quadros que mais demandam a atenção do médico, tanto pela especificidade e dificuldade diagnóstica, quanto pelo tratamento medicamentoso que difere do usado para a depressão unipolar. Pessoas com transtorno bipolar apresentam episódios depressivos como na depressão unipolar e também apresentam ao longo da história, pelo menos um episódio de mania ou hipomania (euforia, aumento da energia, irritabilidade, aumento da atividade voltada para objetivos, aceleração do pensamento, etc). O erro diagnóstico é comum com prejuízos para o paciente. O tratamento envolve, principalmente, uso de estabilizadores de humor.
Dr. Caio Magno Matos de Almeida
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São Paulo

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Estas são as mais populares:

O apoio da família ao paciente portador de Transtorno Bipolar é de extrema relevância. Tendo em vista que as alterações de humor constantes dificultam no convívio. No entanto a família deve levar em consideração que essas mudanças constantes de humor são de ordem neuroquímica e que o paciente necessita de cuidados especiais. Sendo necessário o acompanhamento psicoterapêutico e, dependendo do grau do transtorno, da mesma forma o tratamento com psicotrópicos. Uma boa dose de paciência, principalmente no ínicio do tratamento vai motivar o paciente a continuar lutando para vencer a psicopatologia. A psicoterapia que utiliza métodos catárticos vai possibilitar o aprendizado do paciente em lidar com seus próprios impulsos. A família pode auxiliar na escuta, fazendo com que o paciente se sinta acolhido e amparado. Um alerta: esses pacientes tem risco de suicídio, por conta do sentimento de culpa. O transtorno bipolar tem cura, desde que haja interesse e apoio da família.

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Ciliane Lucia Petranski Do Prado

Psicóloga

Curitiba

Tudo isso que você colocou é importante: dar apoio é fundamental. Porém é importante dar o tipo de apoio certo. Se a o indivíduo está na fase depressiva, não ajuda muito falar "levanta a cabeça, bola pra frente, ânimo". Ela está neste estado por conta de um quadro psiquiátrico, portanto, não é questão de força de vontade. Uma das melhores formas de apoiar nesta situação é: empatizar, tentar compreender o que a pessoa está sentindo; se possível acompanha-la a médicos e psicólogos, ajuda-la a tomar medicação (ser firme neste ponto). Uma dica importante: você pode procurar ajuda de um psicólogo que faça orientações familiares, para conversar sobre algumas técnicas de lidar com esta situação. Boa sorte. Abraços.

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Maristela V. Botari

Psicóloga, Psicopedagoga

São Paulo

A litemia (dosagem de lítio) que se usa exclusivamente para regular a dosagem de um remédio chamado carbonato de lítio . Este exame NÃO serve para dar diagnóstico de transtorno bipolar. Qualquer pessoa que faça este exame sem tomar a medicação terá dosagem 0.0, tendo ou não transtorno bipolar. Uma bateria de exames pode ser solicitada para DESCARTAR outras patologias que possam provocar sintomas parecidos. Porém, NÃO há um exame que confirme o diagnóstico. Ele é feito exclusivamente pelos sintomas apresentados pelo paciente.

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Psiquiatra

Uberaba

A quetiapina não provoca dependência química ou sintomas de abstinência. Porém, pode haver dificuldades na retirada de qualquer medicação indutora do sono, incluindo a quetiapina. Uma estratégia possível é realizar retirada de forma lenta e progressiva. Também pode ocorrer de a insônia que estava sendo tratada tratada pela quetiapina voltar sem a medicação.

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Psiquiatra

Uberaba

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