Transtorno Obsessivo-Compulsivo - Informação, especialistas, perguntas frequentes.

Tudo sobre Transtorno Obsessivo-Compulsivo

Os especialistas falam sobre a Transtorno Obsessivo-Compulsivo

Segundo os critérios do DSM-IV, o TOC é descrito como um transtorno psiquiátrico caracterizado pela presença de obsessões e/ou compulsões, capazes de interferir com o funcionamento normal do indivíduo. Essas obsessões ocorrem por no mínimo uma hora por dia, promovendo significativo sofrimento ou comprometimento social para o indivíduo.O tratamento psicoterápico na abordagem da Gestalt-terapia para o portador desse transtorno irá propor por meio de recursos,técnicas criativas e eficientes,facilitando assim,o desenvolvimento do auto-suporte,a capacidade de fazer escolhas, digerir e a organização da própria existência,criando e descobrindo sua própria personalidade.
Dra. Monica Araujo Rodrigues Elisiario
Dra. Monica Araujo Rodrigues Elisiario Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Psicóloga

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Belo Horizonte

Para ser caracterizado TOC, é necessário que haja obsessões ou compulsões graves o suficiente para causar um sofrimento ao paciente. Obsessões são pensamentos, sentimentos, ideias recorrentes e intrusivas (ou seja, invasivas, difíceis de controlar). Já a compulsão é um comportamento consciente, como contar, verificar, evitar, feito de forma a diminuir a angústia causada pela obsessão. O TOC é muito mais comum em crianças e adolescentes do que se imaginava. Na população em geral, o TOC é o quarto diagnóstico psiquiátrico mais comum. Para o tratamento, é necessário o uso de medicamentos, orientação familiar e acompanhamento psicopedagógico e psicoterápico para melhorar a autoestima.
Dr. Pedro Henrique Costa Meneses
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Psiquiatra

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Vitoria

O transtorno obsessivo compulsivo(TOC) deve ser tratado com uma técnica conhecida com Exposição com Parada de Resposta (EPR). Ela consiste basicamente em expor o paciente à situação que ele evita e trabalhar para que o paciente não caia na tentação de agir compulsivamente. Vamos a um exemplo prático bem reduzido: uma pessoa que tenha compulsão de lavar as mãos sempre que pega em uma maçaneta de porta. Então, com auxílio do terapeuta esse paciente iria pegar na maçaneta e simplesmente não iria lavar as mãos. Ele só poderia lavar as mãos quando não estivesse mais ansioso. Esse tratamento tem sido o mais eficaz para tratar TOC.
Ricardo Daud Amadera
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Psicólogo

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São Paulo

As apresentações clínicas do TOC são diversas, algumas vezes bastante particulares. As obsessões e compulsões podem ser preocupações exageradas e atos excessivos de limpeza, organização, contagem ou verificações, por exemplo. Pensamentos e comportamentos relativos a assuntos considerados constrangedores ou vergonhosos também podem ocorrer. No TOC, os pensamentos e comportamentos repetitivos fogem do controle. Ao longo do tempo, isso causa significativo sofrimento íntimo e pode prejudicar o trabalho, interferir na vida social e comprometer a qualidade de vida. Felizmente, a boa notícia é que existem tratamentos eficazes e seguros para o TOC.
Dr. Renan Rocha
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Psiquiatra

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Criciúma

O TOC se caracteriza por pensamentos recorrentes dos quais a pessoa não possui controle e são repulsivos, conflitantes com sua moral; e comportamentos que o indivíduo reconhece como absurdos ou exagerados. Pode estar relacionados a checagem, perfeccionismo, superstição, organização excessiva, contaminação de sujeiras, medo de contrair doenças, pensamentos (de conteúdo relacionado a violência, blasfêmia ou sexualidade), repetições (inclusive mentais), acúmulo de objetos sem utilidade. Sabe-se que o neurotransmissor Serotonina está implicado em sua causa e que o córtex frontal e os gânglios da base são regiões cerebrais mais afetadas. O transtorno é tratável com medicação e terapia.
Dr. Rafael Ventura Lima
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Psiquiatra

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São Paulo

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Estas são as mais populares:

Sim, o TOC é o "sintoma" de algo que não vai bem e está acumulando tensão. A avaliação e acompanhamento psiquiátricos são importantes e a terapia psicológica vai lhe permitir acessar as questões que não estão encontrando uma via saudável de expressão e se manifestam através do TOC. O acesso a essas questões vai lhe permitir uma resignificação de tudo isso e o sintoma tende a dissipar e até desaparecer quando você encontrar recursos para lidar com elas.

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Naira Caroline Teixeira Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Psicóloga

Vitoria

Olá, infelizmente é um efeito colateral de muitas medicações psiquiátricas a alteração de libido. Entre os antidepressivo a Paroxetina (Pondera) é um dos piores nesse quesito, não só atrapalhando a libido mas também a função erétil em homens. Não há indicação de administração irregular desta medicação, fazer uso descontinuado atrapalharia em muito o efeito terapêutico, e poderia trazer outros sintomas possíveis de uso irregular, como náuseas, dores de cabeça, sem ter garantia de melhora da função sexual. Converse com seu Psiquiatra sobre a sua medicação, os seus efeitos colaterais e suas dúvidas, para que cheguem juntos em uma proposta terapêutica com o mínimo de efeitos colaterais possíveis. Talvez seja interessante estudar a troca da medicação. Abraço, Dr. Allan Santos

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Dr. Allan Santos Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

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São Paulo

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Os mais usados são, além da clomipramina, a sertralina e a fluvoxamina. Dos 3, para o TOC, prefiro a fluvoxamina. Mas essa é uma escolha baseada na minha experiência. Todos os 3 são bons, com trabalhos sólidos justificando seu uso.

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Dra. Milene de Mello Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Psiquiatra

Belo Horizonte

A homeopatia e os florais de Bach (e seus derivados) são formas de tratamento complementares adotadas por algumas abordagens terapêuticas, mas é importante lembrar que eles não possuem eficácia comprovada no tratamento de qualquer enfermidade ou transtorno. Existem centenas de estudos rigorosos que apontam que os efeitos da homeopatia não são superiores aos do placebo. Colocado isso, você pode utilizar qualquer desses tratamentos caso deseje, mas eles jamais deverão substituir a paroxetina (sob acompanhamento médico) e a psicoterapia, pois esses tratamentos são muito bem fundamentados e atualmente são os mais eficazes disponíveis. Eles podem ser utilizados como recursos complementares se você desejar, sim, mas alerto para falsas expectativas que possam ser alimentadas a respeito da eficácia prometida pela homeopatia ou pelos florais de Bach. Na dúvida, consulte seu psiquiatra a respeito.

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Rodrigo Puppi Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Psicólogo

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