Transtorno Obsessivo-Compulsivo - Informação, especialistas, perguntas frequentes.

Tudo sobre Transtorno Obsessivo-Compulsivo

Os especialistas falam sobre a Transtorno Obsessivo-Compulsivo

Segundo os critérios do DSM-IV, o TOC é descrito como um transtorno psiquiátrico caracterizado pela presença de obsessões e/ou compulsões, capazes de interferir com o funcionamento normal do indivíduo. Essas obsessões ocorrem por no mínimo uma hora por dia, promovendo significativo sofrimento ou comprometimento social para o indivíduo.O tratamento psicoterápico na abordagem da Gestalt-terapia para o portador desse transtorno irá propor por meio de recursos,técnicas criativas e eficientes,facilitando assim,o desenvolvimento do auto-suporte,a capacidade de fazer escolhas, digerir e a organização da própria existência,criando e descobrindo sua própria personalidade.
Dra. Monica Araujo Rodrigues Elisiario
Dra. Monica Araujo Rodrigues Elisiario Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Psicóloga

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Belo Horizonte

O transtorno obsessivo compulsivo(TOC) deve ser tratado com uma técnica conhecida com Exposição com Parada de Resposta (EPR). Ela consiste basicamente em expor o paciente à situação que ele evita e trabalhar para que o paciente não caia na tentação de agir compulsivamente. Vamos a um exemplo prático bem reduzido: uma pessoa que tenha compulsão de lavar as mãos sempre que pega em uma maçaneta de porta. Então, com auxílio do terapeuta esse paciente iria pegar na maçaneta e simplesmente não iria lavar as mãos. Ele só poderia lavar as mãos quando não estivesse mais ansioso. Esse tratamento tem sido o mais eficaz para tratar TOC.
Ricardo Daud Amadera
Ricardo Daud Amadera Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Psicólogo

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São Paulo

O TOC é um transtorno de ansiedade no qual os aspectos principais são a ocorrência repetida de obsessões e/ou compulsões de gravidade suficiente a ponto de consumir mais de 1 hora por dia e/ou causar sofrimento acentuado ou prejuízo funcional. As obsessões são normalmente associadas a uma elevação da ansiedade, sofrimento e culpa, acompanhadas por uma compulsão que visa reduzir ou eliminar a ansiedade ou desconforto causado pela obsessão. A terapia cognitiva é muito efetiva para o tratamento do TOC, pois ensina o paciente a enfrentar o distúrbio entre as sessões.
Fabio Souza
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Psicólogo

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São Paulo

Para ser caracterizado TOC, é necessário que haja obsessões ou compulsões graves o suficiente para causar um sofrimento ao paciente. Obsessões são pensamentos, sentimentos, ideias recorrentes e intrusivas (ou seja, invasivas, difíceis de controlar). Já a compulsão é um comportamento consciente, como contar, verificar, evitar, feito de forma a diminuir a angústia causada pela obsessão. O TOC é muito mais comum em crianças e adolescentes do que se imaginava. Na população em geral, o TOC é o quarto diagnóstico psiquiátrico mais comum. Para o tratamento, é necessário o uso de medicamentos, orientação familiar e acompanhamento psicopedagógico e psicoterápico para melhorar a autoestima.
Dr. Pedro Henrique Costa Meneses
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Psiquiatra

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Vitoria

As apresentações clínicas do TOC são diversas, algumas vezes bastante particulares. As obsessões e compulsões podem ser preocupações exageradas e atos excessivos de limpeza, organização, contagem ou verificações, por exemplo. Pensamentos e comportamentos relativos a assuntos considerados constrangedores ou vergonhosos também podem ocorrer. No TOC, os pensamentos e comportamentos repetitivos fogem do controle. Ao longo do tempo, isso causa significativo sofrimento íntimo e pode prejudicar o trabalho, interferir na vida social e comprometer a qualidade de vida. Felizmente, a boa notícia é que existem tratamentos eficazes e seguros para o TOC.
Dr. Renan Rocha
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Psiquiatra

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Criciúma

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Estas são as mais populares:

Sim, o TOC é o "sintoma" de algo que não vai bem e está acumulando tensão. A avaliação e acompanhamento psiquiátricos são importantes e a terapia psicológica vai lhe permitir acessar as questões que não estão encontrando uma via saudável de expressão e se manifestam através do TOC. O acesso a essas questões vai lhe permitir uma resignificação de tudo isso e o sintoma tende a dissipar e até desaparecer quando você encontrar recursos para lidar com elas.

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Naira Caroline Teixeira Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Psicóloga

Vitoria

Olá, infelizmente é um efeito colateral de muitas medicações psiquiátricas a alteração de libido. Entre os antidepressivo a Paroxetina (Pondera) é um dos piores nesse quesito, não só atrapalhando a libido mas também a função erétil em homens. Não há indicação de administração irregular desta medicação, fazer uso descontinuado atrapalharia em muito o efeito terapêutico, e poderia trazer outros sintomas possíveis de uso irregular, como náuseas, dores de cabeça, sem ter garantia de melhora da função sexual. Converse com seu Psiquiatra sobre a sua medicação, os seus efeitos colaterais e suas dúvidas, para que cheguem juntos em uma proposta terapêutica com o mínimo de efeitos colaterais possíveis. Talvez seja interessante estudar a troca da medicação. Abraço, Dr. Allan Santos

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Dr. Allan Santos Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Psiquiatra

São Paulo

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Essa é uma pergunta muito, muito complexa. São doenças completamente diferentes, com evoluções bastante distintas e tratamentos singulares. Além disso, ainda existe a resposta individual de cada paciente para cada tratamento de cada uma dessas enfermidades. Oriento fortemente que seja consultado pessoalmente, em consulta, um psiquiatra, pessoa que irá saber distinguir cada diagnóstico e instituir a terapia adequada para o paciente. Evite automedicação e autodiagnóstico. Isso pode trazer malefícios à sua saúde ou dos seus entes queridos. Atenciosamente, Dr. Geraldo Moreira.

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Dr. Geraldo Moreira Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Psiquiatra

Recife

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Isso depende de muitos fatores, principalmente se houve aumento gradual de dose e você recém aumentou a medicação. Outro fator que pode influenciar é o uso de outras medicações que possam interagir com o pristiq. Sempre informe sobre efeitos colaterais ao médico que prescreveu a medicação a você, para que ele possa orientar a melhor forma de conduzir isso e também conseguirá ver com mais clareza se o que ocorre é normal ou se necessita alguma intervenção.

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Dra. Vivian Machado Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Psiquiatra

Rio de Janeiro

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