Gynax N

Tudo sobre Gynax N

Para que serve Gynax N

Indicações de Gynax N
Leucorréias inespecíficas; Candidíase vaginal, Infecções puerperais ( pós-aborto e pós-operatórias ); Pós cauterizações do Cérvix uterino; Cervicites e Vulvovaginites.


Contra-Indicações de Gynax N
Está contra-indicado em paciente que apresentem manifestações alérgicas a qualquer um de seus componentes, particularmente a Neomicina. Não é conveniente o seu uso em paciente imunodeprimidos ou com processos extremamente purulentos na mucosa vaginal.


    Princípios ativos Gynax N

    Composição
    Creme vaginal - cada 5 gramas contém : Dexametasona ( 21-fosfato ) 0,32mg Nistatina 100.000UI Sulfato de Neomicina 10mg Tirotricina 2mg Propionato de Sódio 50mg Ácido Bórico 300mg Excipiente : Álcool cetílico, Base alto emulsificante não iônica, Óleo Mineral, Metilparabeno, Propilparabeno, Álcool Etílico Absoluto, Ácido Láctico, Água Destilada.


    Considerações Gynax N

    Como Usar (Posologia)
    Carregar o aplicador até o seu limite ( 5 g ) e aplicar via vaginal, 1 vez ao dia, durante um período de 7 a 10 dias.


    Conduta Na Superdose
    Até o momento não se tem relato de casos de administração de doses elevadas do produto. entretanto, tendo-se em vista o fato deste medicamento apresentar ação tópica, fica claro que casos de Superdose são de difícil ocorrência. em caso de irritação local ou contato com os olhos, lave o local com água corrente. Advertências e recomendações para pacientes com idade superior a 65 anos : este produto pode ser usado por pacientes com idade acima de 65 anos , desde que observadas as precauções comuns ao produto.


    Informações ao Paciente
    GYNAX-N é um medicamento eficaz para o tratamento das afecções vaginais geradas por fungos e bactérias. Cuidados na conservação O medicamento deve ser conservado ao abrigo da luz, calor e umidade, em temperatura entre 15 e 30 °C. Prazo de validade: 36 meses após a data de fabricação. Verifique a data de fabricação no cartucho. Não use medicamentos com o prazo de validade vencido. Conduta na gravidez e Lactação: Os componentes da formulação apresentam ação exclusivamente tópica, não apresentando absorção significativa no local de aplicação, por isto, pode ser utilizado durante a gravidez e no período de aleitamento materno. Informe seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento, após o seu término ou se estiver amamentando. Cuidados na administração: Gynax - N deve ser administrado profundamente na vagina. Estando em posição ginecológica, coloque o aplicador até o fundo e esvazie-o, de preferência no período noturno. Deve-se evitar contato com os olhos. Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Cuidados na interrupção A interrupção de qualquer tratamento médico pode prejudicar a cura da doença. Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Reações Adversas Informar ao médico responsável o aparecimento de reações desagradáveis, tais como: irritações locais, prurido e urticária. TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS. Ingestão concomitante com outras substâncias Por ser de ação local, não existe nenhum inconveniente de seu uso juntamente com outros medicamentos por via oral ou injetável. Muitas vezes, pode ser utilizado como complemento do tratamento sistêmico das cervicites e vulvovaginites. Contra-indicações e Precauções GYNAX-N está contra-indicado em casos de hipersensibilidade aos componentes de sua formulação. A utilização de GYNAX-N, em pacientes com processos extremamente purulento, da mucosa vaginal, é contra-indicada. NÃO TOME REMÉDIOS SEM O CONHECIMENTO DE SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE.


    Informações Técnicas
    Farmacologia : Este produto reúne em sua composição elementos altamente eficazes em eliminar e impedir a proliferação bacteriana e fúngica na mucosa vaginal. A presença de uma concentração mínima de Dexametasona, dá a ele uma ação antiinflamatória com redução do edema local levando a um rápido desaparecimento da dor e do prurido. Ação antifúngica : A Candida albicans é o fungo mais freqüentemente encontrado nas vulvovaginites. Para combater este agente, a formulação inclui a Nistatina, o Ácido Bórico e o Propionato de Sódio. A Nistatina se liga a molécula do esterol presente na membrana dos fungos, alterando a permeabilidade celular e permitindo a saída de moléculas essenciais à vida do fungo. Não é absorvida pela mucosa. Não produz hipersensibilização e nem irritação local. O Ácido Bórico têm ação antisséptica impedindo a multiplicação de bactérias e fungos. Além disso, permite a manutenção do pH ácido da vagina, favorecendo a manutenção da flora vaginal normal. O Propionato de sódio tem uma ação fungistática, aliviando também o prurido e a irritação local. Ação Antibacteriana : As vulvovaginites bacterianas tem como agentes mais freqüentes : Gardnerella vaginalis, Mycoplasma hominis; Mobiluncus curtisii; Mobiluncus mulieris; Bacteróides sp, etc. Para combater esses agentes, associa dois antibióticos com ampla ação sobre estas bactérias. A Neomicina é um aminoglicosídeo hidrossolúvel com ação bactericida sobre gram-positivos e gram-negativos. Não costuma produzir reações de hipersensibilidade local. A Tirotricina é um antibiótico que possui dois componentes ativos, a gramicidina e a tirocidina, o primeiro atua com maior especificidade contra gram-positivos e o segundo, mais contra gram-negativos. Quando a vulvovaginite for ocasionada pelo Trichomonas vaginalis, é conveniente o uso de um nitrimidazol sistêmico para que a resposta terapêutica seja mais adequada. Farmacocinética: Dexametasona: difunde-se através das membranas celulares e forma complexos com os receptores citoplasmáticos específicos. Estes complexos penetram no núcleo da célula, unem-se ao DNA e estimulam a transcrição do mRNA e a posterior síntese de enzimas, que são as responsáveis por dois tipos de efeitos dos corticosteróides sistêmicos. E, estes agentes podem suprimir a transcrição do mRNA em algumas células ( por ex.: linfócitos ). Como antiinflamatório, esteróide, inibe a acumulação de células inflamatórias, incluindo macrófagos e leucócitos, na zona de inflamação, inibe a fagocitose, a liberação de alguns mediadores químicos da inflamação. Como imunossupressor, reduz a concentração de linfócitos dependentes do timo, monócitos e eosinófilos. Diminui a união das imunoglobulinas aos receptores celulares da superfície e inibe a síntese ou liberação de alguns mediadores químicos da inflamação. Estimula o catabolismo proteico e induz o metabolismo dos aminoácidos. Metaboliza-se no fígado, porém, de forma mais lenta que outros corticóides. Elimina-se, principalmente, por excreção renal sob a forma de metabólitos inativos. Entretanto, sob a forma tópica, não é absorvido e portanto, não metabolizado, visto que age somente no local. Nistatina: Seu mecanismo de ação consiste na sua união aos esteróis na membrana celular fúngica, que ocasiona a incapacidade da membrana para funcionar como barreira seletiva. Não é absorvida pelo trato gastrintestinal e é excretada pelas fezes, sob a forma inalterada. Não é absorvida quando aplicada topicamente. Neomicina: A absorção digestiva é baixa (3%) e por isso não é empregada em infecções sistêmicas; mesmo assim, com tomadas repetidas pode ser acumulada no córtex renal e nos tecidos cocleares. A eliminação nestes tecidos é muito lenta e pode demorar semanas após suspensa a sua administração. Sob a forma de aplicação tópica não é absorvida, portanto, não atinge o sistema circulatório. Ácido Bórico: O ácido bórico é absorvido no trato gastrintestinal, nas peles danificadas, feridas e membranas mucosas. Mas, não penetra na pele íntegra. Cerca de 50% da quantidade absorvida é excretada na urina em cerca de 12 horas; a quantidade remanescente é provavelmente excretada em 5 a 7 dias. Propionato de Sódio e Tirotricina: Não são absorvidos, em peles íntegras, não ocasionando reações sistêmicas.


    Interações Medicamentosas
    Até o momento, não se tem notícias de interações medicamentosas com o produto.


    Laboratório
    Ativus Farmacêutica Ltda.
    Remédios da mesma Classe Terapêutica Baycuten N, Colutóide, Dermobet, Diprogenta, Drenison
    Remédios que contém o mesmo Princípio Ativo Amidalin, Baycuten N, Benzevit, Bio-vagin, Cilodex


    Modo de Usar
    1.Retire a tampa da bisnaga e adapte o aplicador; 2.Aperte a base da bisnaga com os dedos, de maneira a forçar a entrada do creme no aplicador, até que o êmbolo tenha atingido a trava; 3.Retire o aplicador e feche novamente a bisnaga; 4.Após a aplicação, desprezar o aplicador.


    Efeitos adversos Gynax N

    Advertências
    O medicamento deve ser utilizado durante o período estabelecido pelo médico responsável e nas dosagens corretas. A interrupção do tratamento poderá gerar alterações no tratamento. A aplicação do medicamento durante o período de menstruação é prejudicada, devido ao fluxo menstrual.


    Reações Adversas/efeitos Colaterais
    As reações adversas mais freqüentes são prurido, ardor e vermelhidão no local de aplicação.


    Apresentações de Gynax N

    • Gynax N Forma Farmacêutica e Apresentações
      Creme Vaginal: Bisnaga de 60 g acompanhada de 10 aplicadores descartáveis de 5 g.


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    Nossos especialistas responderam 12 perguntas sobre Gynax N. Estas são as mais populares:

    Esqueci de aplicar ontem a noite. Devo aplicar hoje de manha e a noite Gynax N ou somente a da noite ?

    Resposta de Dr. Christóvão Damião Júnior: Pode aplicar sem problemas.

    Gynax pode ser usada por gravidas?

    Resposta de Dr. Dr.José Marcos: Sim, porém com o conhecimento do obstetra assisten...

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