Para que serve Inibina

Indicações de Inibina
Como relaxante uterino: Ameaça de aborto, ameaça de parto prematuro, dismenorréia primária, cãibras na gravidez.


Contra-Indicações de Inibina
O uso da isoxsuprina é contra-indicado em presença de hemorragia arterial recente, angina de peito severa, insuficiência cardíaca congestiva, tireotoxicose, anemia severa, descolamento prematuro da placenta, ou imediatamente após parto. A administração parenteral deve ser evitada em pacientes portadores de hipotensão ou taquicardia. Não deve ser utilizado na manutenção de parto prematuro quando houver: problemas cardíacos (associados a arritmias), hipertireoidismo, corioamnionites (devido à infecção uterina), hemorragia, morte fetal intra-uterina, eclâmpsia, hipertensão pulmonar, diabetes mellitus e hipertensão.


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Princípios ativos Inibina

Composição e Apresentação
INIBINA Comprimidos e Solução injetável: Caixas com 20 comprimidos de 10 mg de cloridrato de isoxsuprina e caixas com 5 e 25 ampolas de 2 ml com 10 mg/2 ml de isoxsuprina.


Considerações Inibina

Como Usar (Posologia)
Como relaxante uterino: Ameaça de aborto e parto prematuro: Tratamento inicial: Infusão endovenosa com 10 ampolas diluídas em 500 ml de soro glicosado a 5%, iniciando com 20 a 30 gotas por minuto; aumentar gradativamente até 50 gotas/min, até cessarem as contrações uterinas. Quando a via endovenosa não for recomendada, iniciar com 1 a 2 ampolas intramuscular, prosseguindo com 1 ampola a cada meia hora. Tratamento de manutenção: Injetável: Cessadas as contrações uterinas, aplicar inicialmente 1 ampola a cada 4 horas e posteriormente a cada 6 horas, durante 4 a 8 dias ou, se necessário, por 6 semanas. Comprimidos: Após 48 horas do término das contrações uterinas, administrar 1 comprimido 4 vezes ao dia durante duas semanas. Dismenorréia primária: Tratamento inicial: Iniciar o tratamento 1 a 3 dias antes da provável menstruação, com 1 a 2 comprimidos, 3 a 4 vezes ao dia. Em casos graves, iniciar com 1 ampola intramuscularmente. Tratamento de manutenção: Continuar a terapêutica empregada por mais 3 a 4 ciclos consecutivos. Cãibras na gravidez: 1 a 6 comprimidos ao dia até melhora dos sintomas. Maiores informações à disposição da classe médica. APSEN DO BRASIL Indústria Química e Farmacêutica Ltda.


Laboratório
Apsen Farmacêutica
Remédios da mesma Classe Terapêutica Miodrina


Mecanismo de Ação
A isoxsuprina produz vasodilatação periférica por efeito direto na musculatura vascular lisa, primariamente dentro do musculoesquelético, com pouco efeito sobre o fluxo sangüíneo cutâneo. Pensou-se que seu efeito fosse devido à estimulação de receptores beta-adrenérgicos, porém este não é revertido por agentes bloqueadores beta-adrenérgicos. Isoxsuprina produz estimulação cardíaca e relaxamento uterino, queda na resistência vascular periférica e aumento no ritmo e rendimento cardíacos. Isoxsuprina é bem absorvida no trato gastrintestinal e é parcialmente conjugada no sangue. Sua meia-vida é aproximadamente de 1,25 hora em adultos; de 1,5 a 3 horas em recém-nascidos (neonatos) e de 6 a 8 horas (demais bebês). O início de ação dá-se 1 hora após a administração oral, ou 10 minutos após a injeção intravenosa. A eliminação é primariamente pela urina, sendo insignificante a excreção fecal.


Precauções
Em caso de aparecimento de exantemas graves durante terapia com isoxsuprina, o seu uso deve ser descontinuado. Na ameaça de parto prematuro, a paciente deve ser mantida em posição lateral durante a administração do produto por infusão, sendo que não são obtidos resultados significativos em casos com membranas rotas e dilatação do colo excedendo 4 cm. A administração endovenosa do produto deve ser feita somente sob a forma diluída (infusão), a fim de se prevenir possível queda de pressão arterial; caso ocorra hipotensão excessiva, deve-se diminuir a velocidade da infusão. Uma eventual hipotensão brusca pode ser contrabalanceada por 5 U de ocitocina gota a gota. A isoxsuprina atravessa a barreira placentária e pode causar taquicardia no neonato. O uso intravenoso para prevenção de parto prematuro pode aumentar a incidência de hipoglicemia, hipocalcemia e hipotensão no neonato. A incidência de toxicidade está relacionada diretamente com as concentrações sangüíneas de isoxsuprina no neonato, que são afetadas pelo tempo de gestação e pelo intervalo entre a administração e o parto (com consideração à velocidade de eliminação da droga).


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