Ranitidina - Indicações, posologia, efeitos adversos, perguntas frquentes

Tudo sobre Ranitidina

Para que serve Ranitidina

Indicações de Ranitidina
Tratamento da úlcera duodenal, úlcera gástrica benigna, incluindo aquelas associadas com agentes antiinflamatórios não esteroidais. Prevenção de úlceras duodenais associadas com agentes antiinflamatórios não esteroidais, incluindo ácido acetilsalicílico, especialmente em pacientes com história de doença ulcerosa péptica, úlcera pós-operatória, esofagite de refluxo, síndrome de Zollinger-Ellison, na dispepsia episódica crônica caracterizada por dor (epigástrica ou retroesternal) a qual é relacionada às refeições ou durante o sono, mas não associada com as condições anteriores. E as seguintes condições onde é desejável a redução gástrica e a produção de ácido: profilaxia da hemorragia gastrintestinal conseqüente à úlcera de estresse em pacientes gravemente enfermos, profilaxia da hemorragia recorrente em pacientes com úlceras pépticas e na prevenção da síndrome de aspiração ácida (Síndrome de Mendelson).


Princípios ativos Ranitidina

Composição
Cada comprimido contém: cloridrato deranitidina (equivalente a 150 mg de ranitidina) 168,0 mg, cloridrato de ranitidina (equivalente a 300 mg de ranitidina) 336,0 mg, excipiente (estearato de magnésio, talco, lactose) q.s.p. 1 comprimido.


Considerações Ranitidina

Como Usar (Posologia)
Adultos: a dose usual padrão para úlcera gástrica, úlcera duodenal ou esofagite de refluxo é de 150 mg, 2 vezes ao dia ou 300 mg à noite. Em muitos casos de úlcera duodenal, úlcera gástrica benigna e úlcera pós-operatória a cicatrização ocorre dentro de 4 semanas. Naqueles pacientes em que a cicatrização não ocorre nas 4 primeiras semanas, a úlcera cicatrizará geralmente após mais 4 semanas seguidas de terapia. Em úlceras presentes acompanhando a terapia com antiinflamatórios não esteroidais ou associadas com o uso continuado destas drogas, podem ser necessárias 8-12 semanas de tratamento. Para a prevenção de úlceras duodenais associadas com drogas antiinflamatórias não esteroidais, 150 mg de Ranitidina, 2 vezes ao dia podem ser administradas concomitantemente com estas drogas. Na úlcera duodenal, 300 mg, 2 vezes ao dia durante 4 semanas resulta em taxas de cicatrização maiores do que aquelas com Ranitidina 150 mg, 2 vezes ao dia ou 300 mg à noite durante 4 semanas. O aumento da dose não tem sido associado com o aumento da incidência de efeitos colaterais. Tratamento de manutenção: 150 mg ao deitar. Úlcera pós-operatória: 150 mg, 2 vezes ao dia. No controle da esofagite de refluxo severa, a dose recomendada é de 150 mg, 4 vezes ao dia durante 8 semanas. Síndrome de Zollinger-Ellison: 150 mg, 3 vezes ao dia inicialmente, podendo aumentar se necessário. Doses até 6 g por dia têm sido bem toleradas. Para pacientes com dispepsia episódica crônica a dose recomendada é de 150 mg, 2 vezes ao dia durante 6 semanas. Qualquer paciente que não responda ou que tenha recidiva logo após o tratamento, deve ser investigado. Na profilaxia da hemorragia decorrente da úlcera de estresse em pacientes gravemente enfermos ou na profilaxia de hemorragia recorrente em pacientes com sangramento decorrente de ulceração péptica, 150 mg, 2 vezes ao dia pode substituir a forma injetável logo que o paciente possa se alimentar por via oral. Profilaxia da Síndrome de Mendelson: 150 mg, 2 horas antes da anestesia e preferivelmente150 mg na noite anterior. Em pacientes em trabalho de parto, 150 mg a cada 6 horas, porém, se for necessário anestesia geral recomenda-se que adicionalmente seja administrado um antiácido (ex.: citrato de sódio). Crianças: a dose oral recomendada para o tratamento de úlcera péptica em crianças é 2 mg/kg a 4 mg/kg, 2 vezes ao dia até um máximo de 300 mg de ranitidina por dia. Insuficiência renal: acumulação de ranitidina como resultado de elevadas concentrações plasmáticas poderá ocorrer em pacientes com insuficiência renal severa (clearance de ranitidina abaixo de 50 ml/minuto). É recomendado que a dose diária de ranitidina nestes pacientes seja de 150 mg à noite durante 4 a 8 semanas. Em pacientes sob diálise peritoneal crônica ambulatorial ou hemodiálise crônica, 150 mg de ranitidina deve ser tomada imediatamente após a diálise.


Laboratório
Luper Ind. Farm. Ltda.


Apresentações de Ranitidina

  • Ranitidina Apresentação
    Caixa com 10 e 20 comprimidos de 150 mg; caixa com 10 comprimidos de 300 mg e frasco contendo 120 ml de xarope.


Tem perguntas sobre Ranitidina?

Nossos especialistas responderam 49 perguntas sobre Ranitidina.

Bom dia. Casos selecionados, principalmente aqueles com hérnia hiatal, independente do tamanho, podem beneficiar-se da correção cirúrgica por videolaparoscopia, diminuindo a dependência de medicações.

  • 1271
  • 197
  • 1229
Dr. Ricardo da Silva Lourenço Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Cirurgião do aparelho digestivo, Coloproctologista

São Paulo

Bom dia. Pode tratar-se da persistência de problemas como a esofagite causada pelo refluxo gastroesofágica. Assim você precisa de uma avaliação médica especializada que juntamente com exames como a manometria e phmetria esofágica irão ajudar na elucidação diagnóstica, pois somente a endoscopia digestiva alta pode não ser suficiente.

  • 1271
  • 197
  • 1229
Dr. Ricardo da Silva Lourenço Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Cirurgião do aparelho digestivo, Coloproctologista

São Paulo

Além dos medicamentos, o tratamento do refluxo envolve mudanças de estilo de vida como restrição de alguns alimentos, evitar líquido nas refeições, evitar deitar após se alimentar, evitar roupas apertadas, perda de peso, parar de fumar entre outros. Mesmo seguindo o tratamento adequadamente, algumas pessoas tem recidiva dos sintomas quando interrompem o uso dos remédios. Nestes casos, pode-se tentar uma suspensão gradual da medicação e, em algumas situações, considerar a manutenção da menor dose do remédio que foi suficiente para controlar o refluxo. Caso seja necessário o uso contínuo do remédio (omeprazol, pantoprazol), deve-se conversar com seu médico dos riscos destas medicações a longo prazo e fazer o acompanhamento periódico adequado.

  • 88
  • 35
  • 301
Dr. Rafael Oliveira Ximenes Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Gastroenterologista

Goiânia

A ranitidina geralmente pode ser tomada duas vezes ao dia (de manhã e antes de dormir) ou uma vez antes de dormir. Ao contrário dos inibidores de bomba de prótons (p.e. omeprazol) que devem ser tomados em jejum, a ranitidina não precisa ter este cuidado.

  • 14
  • 2
  • 13
Dr. Gilson Kamiyama

Gastroenterologista

Ver as 49 perguntas sobre Ranitidina