Dr. João Odilo Gonçalves Pinto

Dr. João Odilo Gonçalves Pinto

Cirurgião do aparelho digestivo

Especialista em: Cirurgia Abdominal, Cirurgia da Obesidade Mórbida, Cirurgia Esofagogástrica

Número de Identificação Profissional: 8510

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Experiência

Formação

  • Ensino Medio, 1988-1994Colegio Militar de Fortaleza1994
  • Graduacao em MedicinaFaculdade de Medicina da Universidade Federal do Ceara2002
  • Graduação em Medicina, 1996-2002Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Ceara2002
  • Residencia Medica em Cirurgia Geral, 2003-2005Instituto Dr. Jose Frota, Fortaleza-CE2003
  • FFI Chirurgie Digestive et Viscerale, 2006-2007 Hopital Edouard Herriot- Universite Claude-Bernard Lyon12006
  • Serviço de Cirurgia Geral e Digestiva, 2008- atual Hospital Geral de Fortaleza2008
  • Titulo de Especialista em Cirurgia do Aparelho DigestivoColegio Brasileiro de Cirurgia Digestiva2010
  • Professor de Cirurgia de 2010 a 2015Universidade de Fortaleza - Curso de Medicina2010
  • Servico de Cirurgia do Aparelho Digestivo, 2014-atualHospital das Clinicas, Universidade Federal do Ceara2014

Sobre mim

Número de Identificação Profissional: 8510

CIRURGIA DO APARELHO DIGESTIVO
Especialidade médico-cirúrgica que cuida de pessoas acometidas por diversos tipos de disfunções ou doenças na região abdominal e nos órgãos digestivos. Realiza criteriosa avaliação quanto a necessidade de cirurgias e as realiza quando recomendadas. Juntamente com uma equipe multidisciplinar, oferece todo suporte e cuidado aos pacientes durante a preparação e a recuperação das operações. A maioria das cirurgias hoje é por videolaparoscopia, em que uma tecnologia de câmeras e delicados instrumentos são utilizados, evitando cicatrizes mutilantes além melhorar globalmente a recuperação. Alguns dos problemas tratados são: litíase biliar (pedra na vesícula), apendicite, hérnias inguinais, hérnia de hiato, doença do refluxo gastroesofágico, obesidade mórbida, câncer de estômago e esôfago, câncer de cólon, demais tumores do aparelho digestivo incluindo intestino delgado, fígado, pâncreas e vias biliares. Certas doenças necessitam cirurgias de emergência pois podem levar a morte em pouco tempo como apendicite, colecistite (inflamação da vesícula biliar), diverticulite (inflamação do intestino grosso), úlceras perfuradas, hérnias estranguladas, etc. Outras podem aguardar pelo melhor momento como a cirurgia de obesidade, maioria dos casos de hérnia, refluxo e pedra na vesícula. Já aqueles com suspeita de câncer do aparelho digestivo devem realizar a cirurgia com a maior brevidade possível. Os cirurgiões do aparelho digestivo são capazes de evitar a morte de muitas pessoas, de livrar várias outras de grandes males e ainda de melhorar a qualidade de vida de outras tantas. Nada disso, porém, ocorre sem qualquer tipo de risco ou custo. Cirurgias machucam o corpo e podem deixar sequelas. Por isso só devem ser realizadas quando a doença for ameaça ainda maior. O cirurgião precisa ter a confiança do paciente e ambos devem ter uma conversa franca, honesta e serena, cercada de todos os cuidados para que a melhor decisão seja tomada em conjunto.

Experiência em

Idiomas

  • Português
  • Inglês
  • Francês

Webs


Serviços

  • Preço
    Preços aproximados para pacientes particulares (sem plano de saúde).

Artigos escritos por Dr. João Odilo Gonçalves Pinto

Colelitíase

A vesícula biliar é um órgão acessório ao fígado cuja remoção cirúrgica salva muitas vidas diariamente em todo mundo. Com a função primordial de armazenar bile, este órgão pode formar cálculos (pedras) em seu interior. A maioria das pessoas vive normalmente depois da retirada da vesícula biliar, não sendo necessários temores a este respeito. Entretanto, a cirurgia nem sempre é necessária e muitas pessoas podem conviver com os cálculos caso não tenham ainda desenvolvido os sintomas. Por outro lado, dores fortes podem ser o prenuncio de que algo pode dar errado caso a cirurgia não seja realizada a tempo.

Gastroplastia

A obesidade não é uma opção ou escolha das pessoas acometidas. É um problema de saúde, e daqueles que precisam de bastante ajuda para tentar resolver. A obesidade maltrata o corpo, a mente e faz com que se viva menos e pior. Esses são motivos pelos quais as pessoas se arriscam na cirurgia da obesidade. E vale muito a pena. A cirurgia não é o único tratamento, mas quando bem indicada é sem duvidas o mais eficiente e eficaz. Dentre as diversas técnicas existentes as mais realizadas na atualidade são o Bypass Gástrico e a Gastrectomia Vertical (Sleeve). A escolha dependera do perfil de cada paciente. O engajamento na equipe multidisciplinar e fundamental para o sucesso do tratamento.

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Respostas de Dr. João Odilo Gonçalves Pinto

12 Respostas

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Todos que sofrem bastante com a doença do refluxo e decidem em dado momento tentar a cirurgia para seu controle podem passar por sintomas desagradaveis por até vários meses após a cirurgia. Sequelas verdadeiras que levam a decisão de reverter a cirurgia são extremamente raras. Sensação de entalo (disfagia) é o contratempo mais comum. Soluços também podem ocorrer, assim como retenção gasosa, dentre outros. Com o passar do tempo os efeitos colaterais vão se resolvendo. Na maioria das vezes são um preço a pagar bastante aceitável para se conseguir um tão esperado alivio do refluxo e uma liberdade da escravidão das medicações. Boa convalescência.

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Cirurgião do aparelho digestivo

Fortaleza

Respondendo as perguntas: muito provavelmente não ocorreu metástases; e sim, há chance de cura, desde que o paciente possa ser operado. O tratamento envolve possibilidade de quimio e radioterapia em momentos oportunos mas apenas aqueles que são operados têm chance de cura. Lesões pulmonares abaixo de 1 cm raramente são metástases, o PET-CT está indicado, principalmente por ser epidermoide, deve ser realizado antes de qualquer tratamento e sobretudo repetido no seguimento. Como se trata de um tumor T1, caso o paciente tenha bom risco cirúrgico ele possivelmente se beneficiará de realizar logo a cirurgia. Isso não é definitivo e a equipe multidisciplinar deve discutir o caso, já que a maioria realiza a quimio e radio antes da cirurgia (tratamento neoadjuvante). Com a cirurgia laparoscópica no tórax e no abdome, a radicalidade e a mortalidade da cirurgia melhoraram muito nos últimos anos. Espero que esteja correndo tudo bem!!

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Essa é a pergunta mais frequente e o temor maior daqueles que são obrigados a terem o estomago removido. Para responder como fica a vida é preciso tentar enxerga-la pelo lado da ameaça que levou a essa medida extrema. Assim, os que têm a chance da cirurgia já lutam um bom combate vencendo. Desse ponto de vista consideramos incrível como se consegue sobreviver, as vezes com poucas limitações, a remoção completa desse órgão que não é vital. Entretanto, o peso irá cair e permanecer em patamares mais baixos no longo prazo e uma série de atenções a alimentação e a suplementação alimentar terão de ser observadas para sempre. A qualidade de vida assim será impactada em maior ou menor grau a depender do poder de adaptação de cada um. Algumas pessoas mal lembram que foram operadas e outras se sentem verdadeiros "deficientes físicos intestinais". Com mais ou menos ajuda, entretanto, todos são capazes de recuperar a vida serem felizes mesmo sem estomago. Boa caminhada.

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