Daniel Kumpinski

Daniel Kumpinski

Psiquiatra

Especialista em: Psicoterapia, Psiquiatria Ambulatorial

Número de Identificação Profissional: 27731

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Experiência

Formação

  • Graduação em MedicinaUniversidade Federal do Rio Grande do Sul2003
  • Residência Médica em PsiquiatriaUniversidade Federal de Pelotas2007
  • Especialização em Psicoterapia de Orientação AnalíticaCentro de Estudos Luís Guedes - UFRGS2010

Sobre mim

Número de Identificação Profissional: 27731

          Sobre a Psiquiatria:

          Atualmente, com a disseminação de informações pela Internet, as pessoas têm fácil acesso a conhecimento científico na área da psiquiatria. Infelizmente o excesso de informações muitas vezes dificulta o esclarecimento.

          Na psiquiatria é muito importante que os pacientes saibam como funciona a própria doença. Muitos sintomas são afetivos, emocionais, psicológicos e não podem ser observados com aparelhos ou exames laboratoriais. A melhora ou piora da doença, e até mesmo os efeitos colaterais, podem pertencer ao campo dos sintomas emocionais. Por isso o diálogo aberto com o psiquiatra é fundamental e faz parte importante do diagnóstico e da evolução do tratamento.

        É preciso trabalhar em equipe, e ninguém melhor para participar das decisões do que o próprio paciente e sua família. Já passamos da era de acreditar que os médicos são os únicos detentores do conhecimento e da indicação do melhor tratamento. Quanto melhor as pessoas souberem informar sobre sua situação, melhor poderão colaborar com sua caminhada em direção à saúde.

        Esse aprendizado é chamado de “psicoeducação” e, em alguns casos, chega a ser tão eficiente quanto os mais recentes avanços tecnológicos da psiquiatria.

              O que faz um psiquiatra?

              Muitas pessoas acreditam que os psiquiatras são médicos que tratam apenas os “loucos”. É importante esclarecer dois mitos sobre isso.

          Em primeiro lugar, o que as pessoas chamam de “loucura” costuma se tratar do que os psiquiatras chamam de sintomas psicóticos. Exemplos de sintomas psicóticos são escutar vozes dentro da própria cabeça; enxergar vultos, espíritos, pessoas que já morreram; ter crises muito graves de agitação ou agressividade; e acreditar que coisas muito improváveis estão acontecendo (como possuir superpoderes ou ser vítima de perseguições, espionagens, conspirações, ou planejamento de homicídio por parte dos amigos, vizinhos ou familiares). Os sintomas psicóticos podem aparecer (mas nem sempre) em muitas doenças psiquiátricas, como na esquizofrenia, retardo mental, intoxicações por drogas, entre outras. Também podem ocorrer em outros problemas médicos, como nas demências, traumatismo craniano, tumores cerebrais, acidente vascular encefálico (derrame cerebral), infecções graves, problemas endócrinos, intoxicação por remédios, etc. Hoje em dia, “loucura” é um termo muitas vezes utilizado como ofensa ou com algum sentido preconceituoso. “Loucura” é um termo que há muito tempo deixou de ser usado apenas como sinônimo de doença, por isso vem se tornando um termo inadequado dentro da medicina.

       Em segundo lugar, o psiquiatra não trata apenas das doenças que se manifestam popularmente como “loucura”. Assim como um cardiologista trata vários tipos de doenças do coração, o psiquiatra também trata vários tipos de problemas, como insônia, transtornos alimentares, transtornos depressivos, transtorno de ansiedade generalizada, dependência ao álcool ou drogas, problemas de agressividade, transtorno afetivo bipolar, transtornos da atenção e hiperatividade, transtorno do pânico, fobias, transtorno obsessivo-compulsivo, transtorno de estresse pós-traumático, ejaculação precoce, entre outras.

        Em resumo, é um mito a idéia de que os psiquiatras tratam apenas os popularmente chamados de “loucos”. A área de atuação do psiquiatra inclui uma quantidade bem maior de problemas e doenças.

              Como é o tratamento com um psiquiatra?

          O psiquiatra é um médico especialista no tratamento das doenças da mente utilizando medicações, mas nem sempre é somente o tratamento farmacológico que ele prescreve. Às vezes a psicoterapia (tratamento pela conversa), a indicação de grupos terapêuticos, o tratamento de doenças físicas ou a orientação sobre a resolução de problemas conjugais, de família ou de trabalho também são necessários para aliviar os sintomas.

        Atualmente, durante os cursos de formação, é obrigatório que os psiquiatras também aprendam algumas noções de psicoterapia. Existem diversas modalidades de psicoterapia. A maioria delas consiste em um tratamento baseado no uso da conversa, com o objetivo de ajudar o paciente a desenvolver capacidades para lidar melhor com seus problemas. Muitas vezes o psiquiatra não faz o tratamento sozinho, encaminhando os pacientes para acompanhamento com psicólogos ou grupos terapêuticos.

            Em geral, a internação hospitalar, em clínicas ou comunidades terapêuticas é reservada para uma minoria de pacientes, somente quando o caso é muito grave e não pode ser resolvido somente com acompanhamento no consultório.

             Alguns psiquiatras também realizam terapia de grupo; eletroconvulsoterapia; estimulação magnética transcraniana; ou prestam consultoria para médicos de outras especialidades que estão com pacientes internados.

              Consulte perguntas frequentes em psiquiatria em www.danielkumpinski.com.br

Experiência em

Idiomas

  • Português
  • Inglês

Webs

Serviços

  • Primeira consulta Psiquiatria
  • Retorno de consultas Psiquiatria
  • Formulação de quesitos
  • Laudo Pericial
  • Parecer psiquiátrico
  • Psicoterapia
  • Tratamento da ansiedade
  • Tratamento da depressão

Respostas de Daniel Kumpinski

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64 Especialistas de acordo

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Se você está em acompanhamento regular e segue usando essa medicação, sugiro reportar os sintomas ao médico que lhe prescreveu para que ele possa fazer uma avaliação.

Se você não usa mais essa medicação e seguiu por dois meses apresentando sintomas, é menos provável que a medicação seja a causa do problema. Nesse caso, seria importante uma avaliação neurológica, pois alucinações musicais não são um sintoma muito comum dos problemas psicológicos ou psiquiátricos.

Depois disso, se tudo estiver bem do ponto de vista neurológico, o medico poderá te encaminhar para outro profissional caso seja necessário.

Lembre-se: Evite usar medicações sem acompanhamento médico.

Att.

Daniel Kumpinski

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Psiquiatra

Porto Alegre

Bom dia.
Antes de tudo, precisas consultar com um neurologista para confirmar esse diagnóstico, pois é necessário uma série de investigações clínicas para esclarecer a causa dos danos cerebrais. Existem diversos problemas médicos que podem causar demência, e quem está mais acostumado a investigá-los é o neurologista. Depois disso, caso necessário, o neurologista pode indicar outros profissionais para ajudar no tratamento, como psiquiatras, psicólogos, terapeutas ocupacionais, enfermeiros, grupos de ajuda para familiares, entre outros.

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Psiquiatra

Porto Alegre

Se o medicamento for prescrito por um médico, podes usar por quanto tempo ele considerar necessário. Não existe limite de tempo, a não ser que você desenvolva algum efeito colateral intolerável.

Esse medicamento exige alguns exames de check-up periódicos. Jamais o use sem acompanhamento médico.

Atenciosamente.

Daniel Kumpinski

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Porto Alegre

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