Fernando Mello Fróes da Fonseca

Fernando Mello Fróes da Fonseca

Urologista

Experiência em: Endourologia e Laparoscopia Urológica, Litíase, Urologia Oncológica

Número de Identificação Profissional: 14181

Consultório

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Opiniões para Fernando Mello Fróes da Fonseca

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Baseado em 2 opiniões

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O melhor: "Competente, disponível e atencioso."

Motivo da visita: Pedra nos rins

Paciente que marcou consulta com Fernando Mello Fróes da Fonseca em Uros -Urologia E Andrologia

O melhor: "Profissional que me passou muita segurança! Muito calmo! Fiquei feliz em ter me tratado com ele. Parabéns, o senhor é um ótimo profissional!"

Poderia melhorar: "Nada"

Motivo da visita: Câncer de próstata

Paciente que marcou consulta com Fernando Mello Fróes da Fonseca em Uros -Urologia E Andrologia

Experiência

Formação

  • Graduação em MedicinaUniversidade de Brasília2005
  • Treinamento em Laparoscopia UrológicaUniversidade Federal de Goiás2008
  • Residência em UrologiaUniversidade Federal de Goiás2011
  • Membro TitularSociedade Brasileira de Urologia2011
  • Treinamento em Cirurgia RobóticaHarvard Medical School2011
  • Especialização em Uro-oncologiaHospital Sírio-Libanês2012
  • Doutorado em UrologiaUniversidade de São Paulo2016

Sobre mim

Número de Identificação Profissional: 14181

O Dr. Fernando Mello Fróes da Fonseca é medico urologista, com ênfase nas áreas de Doenças da Próstata, Oncologia Urológica, Cálculo Renal, Distúrbios da Micção e Cirurgias Minimamente Invasivas (Endoscópicas, Laparoscópicas e Robóticas). É formado pela Universidade de Brasília - UnB (2005), com Residência Médica em Cirurgia no Hospital Regional de Sobradinho (2006-2008) e Residência Médica em Urologia no Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Goiás (HC-UFG) de 2008 a 2011, realizando nesse período treinamento em Laparoscopia Urológica no curso internacional de cirurgias urológicas por vídeo da UFG, e atuando posteriormente como professor do curso. Após o término da Residência Médica em Urologia realizou no ano de 2011 e 2012 sub-especialização (fellowship) na área de Oncologia Urológica no Hospital Sírio-Libanês e no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, sob orientação do Prof. Miguel Srougi, atuando como seu assistente. Foi observership em centro de referência internacional de cirurgia robótica: Harvard Medical School – Children’s Hospital (Boston, Massachusetts, EUA), sob orientação do Dr. Hiep T. Nguyen, no ano de 2011.

Desde 2012 realiza pós-graduação (Doutorado) no Grupo da Próstata (Divisão de Urologia) da Universidade de São Paulo, sob orientação do Prof. Alberto Azoubel Antunes.

Atualmente é coordenador de Urologia na pós-graduação em Laparoscopia / Cirurgia Minimamente Invasiva  do Unicetrex / Ipemec.

O Dr. Fernando Fróes possui registro no Conselho Regional de Medicina do Distrito Federal (Nº 14181) e no Conselho Regional de Medicina de São Paulo (Nº 146508), e é Membro Titular da Sociedade Brasileira de Urologia desde 2011.

Experiência em

Idiomas

  • Português
  • Inglês

Serviços

  • Preço
    Preços aproximados para pacientes particulares (sem plano de saúde).

Respostas de Fernando Mello Fróes da Fonseca

14 Respostas

4 Especialistas de acordo

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Inicialmente é preciso definir se existe indícios de retorno da doença, e isso é avaliado primeiramente apenas pela elevação do PSA (Recorrência bioquímica). Existe um consenso internacional de que a recorrência bioquímica é definida como dois valores consecutivos de PSA acima de 0,2, e o segundo precisa estar mais elevado do que o primeiro. De uma maneira geral, 50% dos pacientes com PSA de 0,2 não apresentam elevação no segundo exame. Após a definição de recorrência bioquimica, é preciso saber se a recorrência é local (onde foi retirada a próstata), ou recorrência à distância (nos ossos), avaliação esta feita geralmente com cintilografia óssea e tomografia, ou alguns exames mais específicos em casos isolados. O tratamento de rotina para recorrência local é a radioterapia concentrada no local onde foi retirada a próstata, e em casos de recorrência à distância, o bloqueio hormonal com medicações. Consulte um urologista ou oncologista para maiores esclarecimentos.

Fernando Mello Fróes da Fonseca

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Urologista

Brasilia

Seus sintomas são compatíveis com pedra nos rins, mas várias outras doenças podem causar sintomas semelhantes. Talvez seja mais prudente ser avaliada por um clínico geral e, em caso de diagnóstico de pedra nos rins, procurar um urologista para maiores esclarecimentos.

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Urologista

Brasilia

Muito pelo contrário. Tomate é uma fonte rica em citrato e magnésio, e pobre em sódio e oxalato, o que pode atuar prevenindo a formação de cálculos, principalmente em pacientes que sofrem de baixa excreção urinária de citrato. O único cuidado que se deve tomar é com o molho de tomate, que pode conter grande quantidade de sódio, sendo este um fator que favorece a formação de cálculos renais. Converse com seu nefrologista ou urologista para maiores esclarecimentos. Att.

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