Dr. Andrea Petruzziello

Dr. Andrea Petruzziello

Cirurgião geral, Oncologista

Especialista em: Cirurgia Oncológica, Cancerologista Cirurgico

Número de Identificação Profissional: 26107

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Opiniões para Dr. Andrea Petruzziello

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Baseado em 7 opiniões

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O melhor: "Nosso eterno agradecimento ao Dr. Andrea e sua equipe, pois sua competência, segurança e cuidado no pré e pós-operatório salvaram o meu marido, a situação era grave, febre, desnutrição. A tomada firme de decisão sobre o quadro, foi o que possibilitou a ele ir para a cirurgia e sair com vida e melhor."

Poderia melhorar: "A medicina é uma profissão de muita dedicação e estudo, encontramos em nosso caminho aquele que ama a profissão. O Dr. Andrea pacientemente elucidou nossas inúmeras dúvidas, inclusive pelo WhatsApp. Generoso em seu tempo conosco, fortaleceu o nosso coração. Obrigada Dr. somos gratos por tudo."

Motivo da visita: Neoplasia Maligna do Apendice

Paciente que marcou consulta com Dr. Andrea Petruzziello em Hospital Marcelino Champagnat

O melhor: "Não tenho palavras para expressar o meu carinho e minha gratidão a esse profissional, ele não é apenas um medico e sim um amigo, alma boa e generosa, paciência sem limites, cuidados e zelo com o paciente sem limites, e muito atencioso com a família, um anjo que deus transformou em médico, recomendo!"

Poderia melhorar: "Não ha nada para melhorar, esse medico oncologista deveria ser um exemplo a muitos médicos desse país, dedicado, atencioso, super profissional, excelente médico, logo se percebe q ele ama o que faz, parabéns Dr Andrea, você é um excelente médico, agradeço a deus por vc existir e ter cuidado de mim!!"

Paciente que marcou consulta com Dr. Andrea Petruzziello em Hospital Marcelino Champagnat

O melhor: "A atenção dispensada ...o cuidado ...seriedade...tudo de melhor...reze pra não passar por esta experiência ,mais se passar não se hesite de procurar esses excelentes profissionais,anjos da terra...parabéns...Muito obrigado,obrigado de coracão."

Poderia melhorar: "Nada,foi tudo muito perfeito,minha esposa está bem, 26 dias de cirurgia,vídeo,na minha cidade seria convencional (corte)agradeço todos os dias por ter tido a felicidade de ser atendido por um profissional humano acima de tudo ...a dedicação naquilo que faz, muito obrigado, anjo é pouco, Deus te guie"

Motivo da visita: Gastrectomia Total

Paciente que marcou consulta com Dr. Andrea Petruzziello em Hospital Marcelino Champagnat

O melhor: "Sou Zilda G. de Araújo....e estou aqui p/elogiar e agradecer o Dr. Andréa e sua equipe ...fiz cirurgia do fígado...e graças ao atendimento q tive...é q estou aqui tecendo elogios..que Deus os abençoe bastante....e vc Dr., continue sempre c essa humildade pois ela nos conforta muito nas horas dificieis."

Paciente que marcou consulta com Dr. Andrea Petruzziello em Hospital Marcelino Champagnat

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Experiência

Formação

  • Graduação em MedicinaUniversidade Federal do Paraná, Curitiba - Brasil2009
  • Residência em Cirurgia GeralUniversidade Federal do Paraná, Curitiba - Brasil2011
  • Observer fellow em Cirurgia Minimamente InvasivaMcGill University, Montreal - Canadá2012
  • Residência em Cirurgia OncológicaHospital Erasto Gaertner, Curitiba - Brasil2014
  • Pós-graduação em Cirurgia Hepatobiliar - Tumores hepáticos e da via biliarUniversité Paris Sud - Hôpital Paul Brousse, Paris - França2015
  • Surgical Oncology Clinical Fellowship - ênfase em Oncologia Peritoneal e Cirurgia HepatobiliarInstitut Régional du Cancer, Montpellier - França2015
  • Pós-Graduação em Oncologia PeritonealUniversité Lyon-1 / Université Paris-Diderot - França2016

Sobre mim

Número de Identificação Profissional: 26107

Atua no tratamento cirúrgico/multidisciplinar das neoplasias do trato gastro-intenstinal alto (estômago/duodeno/pâncreas), baixo (colon/reto), retroperitônio.

Dedicação especial à cirurgia hepatobiliar, e ao tratamento cirúrgico das neoplasias com disseminação peritoneal, com uso das técnicas de cirurgia de citorredução e HIPEC: metástase peritoneal de tumores coloretais e ovarianos, de estômago, pseudomixoma peritoneal, e mesotelioma peritoneal.

Cirurgia de citorredução avançada para câncer de ovário, com implante de catéter para quimioterapia intra-peritoneal pós-operatória.

Tratamento cirúrgico das metástases hepáticas, tumores hepáticos primários, tumores da via biliar. Implante de catéter para quimioterapia intra-arterial hepática.

Tratamento cirúrgico minimamente invasivo (laparoscopia) dos tumores do trato digestivo.


O que é HIPEC? É uma sigla em inglês ("hyperthermic intraperitoneal chemotherapy"), que significa "quimioterapia hipertérmica intra-peritoneal". Esta técnica é utilizada para o tratamento de alguns tumores que apresentam metástase peritoneal, e que sejam passíveis de tratamento cirúrgico com intenção curativa. O nome mais adequado é "cirurgia de citorredução máxima com HIPEC", porque a parte mais importante do tratamento é a cirurgia realizada para a retirada completa de todas os implantes tumorais do abdômen. A infusão da quimioterapia aquecida (a cerca de 42-43 graus) é realizada ao final do procedimento, para erradicar as últimas células tumorais e implantes microscópicos ainda existentes.

É um tratamento de alta complexidade, com cirurgias de grande porte que podem se estender por volta das 12 horas de duração. Para que o tratamento tenha sucesso, e os riscos sejam reduzidos ao mínimo, a cirurgia deve ser realizada em um centro de excelência com uma equipe experiente e especializada neste procedimento.

No Brasil ainda existem poucos centros que realizam de forma rotineira este tratamento.

 

 

 

Experiência em

Idiomas

  • Português
  • Inglês
  • Francês
  • Italiano

Webs

Serviços

  • Preço
    Preços aproximados para pacientes particulares (sem plano de saúde).

Artigos escritos por Dr. Andrea Petruzziello

Pseudomixoma Peritoneal

O que é o Pseudomixoma Peritoneal e como se trata? É uma doença rara, mas apesar da sua aparente gravidade, hoje é uma condição curável. Implantes no peritônio (uma membrana que reveste a maior parte dos órgãos abdominais), originados de um tumor no apêndice cecal, produzem e secretam uma grande quantidade de mucina (um muco gelatinoso). O paciente percebe um crescimento lento e progressivo das dimensões do abdomen. A quimioterapia por via endovenosa não é eficaz. O tratamento "padrão-ouro" aceito hoje no mundo inteiro é a cirurgia de citorredução máxima, com aplicação de quimioterapia hipertérmica intra-peritoneal (HIPEC).

Respostas de Dr. Andrea Petruzziello

4 Respostas

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Todos os especialistas da Doctoralia podem responder as perguntas que enviam os usuários.

Não é possível fazer uma pergunta a um médico em concreto.

É importante saber se o pólipo (adenoma) foi totalmente ressecado pela colonoscopia, ou apenas biopsiado.
O "adenocarcinoma" já representa o diagnóstico de "câncer de colon", mas pode se tratar de um câncer em fase extremamente inicial.
Em alguns casos excepcionais, a polipectomia (ressecção) por colonoscopia pode ser suficiente como tratamento. Nos outros casos pode ser indicado um tratamento cirúrgico.

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Cirurgião geral, Oncologista

Curitiba

Prezado, o uso da colostomia pode ser temporário ou definitivo.
A situação mais comum em que é realizada uma colostomia definitiva é quando o tumor compromete o anus ou está muito próximo, e é realizada a chamada "amputação abdomino-perineal". Nestes casos o próprio anus é retirado e a colostomia não pode mais ser desfeita.

Uma colostomia temporária pode ser indicada quando a reconstrução do intestino, a chamada "anastomose", é de risco elevado (risco de má cicatrização). Quanto mais próximo do anus o tumor estiver, maior o risco desta anastomose. Nestes casos, a colostomia temporária é fechada quando a cicatrização da cirurgia está completa, ou quando termina o tratamento pós operatório com quimioterapia.
Vale lembrar que em muitos casos o uso de colostomia temporária não é necessário.
O risco maior ou menor do retorno da doença envolve muitos fatores, mas não está diretamente relacionado ao uso de colostomia.

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Prezado sr ou sra, entre todas as doenças para as quais é indicada a cirurgia de citorredução + HIPEC, o pseudomixoma peritoneal é a situação na qual são indicados os procedimentos cirúrgicos mais agressivos. Por vezes as sequelas como diarreia crônica, ou dores abdominais/pélvicas podem se tornar muito impactantes para a qualidade de vida. O primeiro ano é o pior; a tendência é destes sintomas diminuirem, principalmente as dores. A diarreia depende muito da extensão de intestino delgado e cólon que foi ressecado durante a cirurgia. O acompanhamento multidisciplinar da equipe que operou é importantíssimo no processo de recuperação.

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