Leandro Winter

Leandro Winter

Psicanalista, Psicólogo

Especialista em: Psicanálise com Adultos, Perturbação de Relacionamentos Conjugais ou Sexuais

Número de Identificação Profissional: 08/19708

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O melhor: "É um ótimo profissional, atencioso e sério. Me senti confortável em conversar com ele."

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Experiência

Formação

  • PsicologoUniversidade Positivo2013
  • Especialista em Clínica PsicanalíticaPUC2017

Sobre mim

Número de Identificação Profissional: 08/19708

Minha primeira experiência com a Psicologia iniciou-se enquanto curioso por uma carreira profissional, há muitos anos. Em uma palestra, descobri que ela, além de suas várias áreas de atuação, oferecia um espaço particular em que poderia conversar abertamente, ser ouvido atentamente, ser questionado e me questionar sobre posturas, pensamentos, críticas, costumes, de uma forma que me era pouco conhecida. Decidi experimentá-la. 

Ao longo da descoberta da psicologia, aprendi que a psicoterapia é um método que permite gradativamente uma mudança de olhar sobre si mesmo, sobre nossa relação com o mundo e com pessoas. Uma técnica que gera uma batalha consigo mesmo na busca pela construção de um saber. 

Meus horários de atendimento são de segunda a sexta, dás 09:00 às 22:00. Sábados são negociáveis, conforme possibilidade e urgência. 

(Na primeira sessão paciente e psicólogo apresentam seus pontos. O paciente traz suas queixas e dúvidas, e o psicólogo apresenta como decorre uma psicoterapia. Uma das questões discutidas é o valor das sessões). 

Experiência em

Idiomas

  • Português

Webs


Serviços

  • Preço
    Preços aproximados para pacientes particulares (sem plano de saúde).

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71 Especialistas de acordo

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Olá!

Hoje em dia é realmente necessário tomarmos um certo cuidado com os diagnósticos precipitados, uma vez que o acesso à informações do que caracteriza tal transtorno é facilmente explorado depois de algumas pesquisas pela internet (mas não recomendado numa autoavaliação), por exemplo, ou por profissionais que acabam por rotular alguns pacientes sem que exista um real aprofundamento do estudo de suas condições em particular. Nesse caso, é importante uma avaliação em conjunto com um psiquiatra e um psicólogo para analisar suas atitudes e ações, dentro do que define o que seria o TDAH, e como esse quadro tem prejudicado o seu dia a dia. Caso realmente seja diagnosticado com esse transtorno, uma psicoterapia em conjunto com uma medicação controlada poderá lhe ser de grande ajuda, mas, novamente, é importante avaliar se realmente seria o seu caso pelo processo avaliativo de profissionais qualificados.

Atenciosamente.

Leandro Winter

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Psicanalista, Psicólogo

Curitiba

Olá!

A dependência química tem relações fortemente orgânicas depois de um tempo de 15 anos de uso, como é o caso do seu filho, no sentido de haver algo além do psiquismo que o afeta. Uma dependência psíquica e orgânica.
Existem abordagens em psicologia que utilizam hipnose, e vem crescendo até em algumas cidades com um falso pretexto de "milagres", mas não acho que seja bem assim. Existem profissionais vendendo essa ideia no mercado sem qualificação para isso. Então vou falar apenas de uma perspectiva particular, mas respeito a prática de outros colegas que atuam com hipnose de forma correta, com ética e com qualidade.
Ao meu ver uma psicoterapia sem o uso de hipnose poderia ser mais interessante para ele, mas ainda assim não é uma garantia de ajuda. O desejo que ele destina para superar essa fase sim, mas em conjunto com um grande apoio multiprofissional. Psicoterapia, psiquiatria, nutricionista etc... É um processo lento.

Leandro Winter

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Psicanalista, Psicólogo

Curitiba

Olá.

Não seria possível definir um quadro para o caso dele por conta da falta de informações mais detalhadas que permitam explorar seu caso. Pode até mesmo existir a possibilidade de nem mesmo haver um transtorno. Nesse sentido, rotular em um diagnóstico seria ao meu ver leviano, visto que pouco se sabe dele. Algo importante, no entanto, é saber se ele quer de fato essa "ajuda". Também não sabemos se é de interesse dele. Mas caso exista oportunidade e brecha para uma conversa sobre essa questão, uma avaliação psicológica poderia seria ser interessante, desde que de encontro com a vontade dele. Daí posteriormente a consulta psiquiátrica se for o caso. A clínica nos mostra que, numa psicoterapia, por exemplo, se o paciente não tem vontade de estar lá, mas está por pressão, terá grande resistência de se entregar ao tratamento, podendo mesmo desistir logo mais.
Att, psicólogo Leandro Winter

Leandro Winter

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Psicanalista, Psicólogo

Curitiba

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