Fistulectomia anal - Informação, especialistas, perguntas frequentes.

Tudo sobre Fistulectomia anal

Informação sobre Fistulectomia anal

A fistulectomia anal é a retirada cirúrgica da fístula anorretal. As fístulas anais não têm uma causa específica na maioria dos casos. Muitas são consequentes à obstrução dos canais de drenagem de glândulas no canal anal, junto aos esfíncteres anais. Esta obstrução provoca um processo inflamatório. Se forma um trajecto fistuloso com uma abertura na pele, através da qual será drenado o conteúdo. A fístula anorretal é um trajeto anormal, como se fosse um túnel, desde o ânus ou reto até a pele próxima ao ânus, ainda que, ocasionalmente, ele possa ir até outro órgão (p.ex. vagina). Consiste numa uma infecção local dolorosa com secreção permanente. Fístulas anais podem desenvolverse secundariamente a traumatismos perirectais ou anais, fissuras anais, doença de Crohn, diverticulite, doenças anorectais malignas, tuberculose e outras doenças infecciosas. Em geral, as fístulas anais nas crianças são congénitas. São mais comuns nos rapazes do que nas raparigas. Síntomas das fístulas anais são prurido anal, dor e outros síntomas típicos de infecção, abcessos recorrentes, secreção de pus ou sangue e tumefacção. No exame da região perianal encontra-se uma área endurecida, avermelhada e dolorosa. O único tratamento eficaz é a cirurgia. Há duas cirurgias básicas: a fistulotomia, que apenas abre a fístula em toda sua extensão, curetando o trajeto, transformando assim a fístula em uma canaleta que cicatriza por segunda intenção, e a fistulectomia anal que retira todo o trajeto fistuloso.

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Estas são as mais populares:

No pós-operatório de cirurgias na região do ânus, em geral ocorre um pequeno sangramento às evacuações, isso é esperado, mas se ocorrer sangramentos em grande quantidade, tipo sangue vermelho "vivo", gotejando ou escorrendo, já não é normal e seu médico deve ser comunicado. Sangramentos volumosos podem ocorrer, mas são raros, portanto, na dúvida, entre em contato com o cirurgião. A dor é normal no pós-operatório inicial e deve ser tratada com analgésicos de forma a minimizar o sofrimento. Espero ter ajudado.

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Dr. Marcelo Giusti Werneck Cortes Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Coloproctologista

Belo Horizonte

Sim, mas deve-se tomar muito cuidado com o esfincter na criança para no futuro não sofrer de incontinência. Se a criança não tiver quadro de abscesso anal e a fístula for simples, pode-se seguir o bebê (mensalmente) sem operar e se não houver evidencias de complicacoes, pode-se acompanhar sem operar. Se complicar (por ex, abscesso), daí nao tem escapatória e tem que operar.

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Dr. Rogerio Serafim Parra

Cirurgião do aparelho digestivo, Cirurgião geral, Coloproctologista, Endoscopista

Ribeirão Preto

não existe técnica que utiliza laser para este tipo de cirurgia. o termo está incorreto. sugiro procurar um especialista que lhe explicará os detalhes. abs

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Dr. Daniel Eichemberg Fernandes E Maia Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Cirurgião do aparelho digestivo, Cirurgião geral

São Paulo

A fístula é uma comunicação anormal de duas superfícies epiteliais. No caso, faz um caminho anormal entre a pele e o canal das fezes. A fístula desesnvolve geralmente após o paciente ter tido um abscesso perianal. Essa cirurgia de fístula perianal pode ser feita em um ou dois tempos, porque tudo depende se a fístula é perto do esfíncter ou não. Daí pode ficar um sedenho ali (tipo um fio mas não é bem isso) até 50 dias. Daí depois faz a segunda parte. Dificilmente o paciente fica muito incomodado com isso. Entretanto, é melhor ser assim do que perder o controle das fezes. E normalmente o corte não é grande não, exceto nas fístulas complicadas. Mas essa região aí difícil alguém querer olhar se está bonito ou não, né? Consulte um proctologista ou cirurgião do aparelho digestivo experiente porque faz a diferença.

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Dra. Clarissa Alster Vicente Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Cirurgiã do aparelho digestivo, Cirurgiã geral

São Paulo

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