Turbinectomia - Informação, especialistas, perguntas frequentes.

Tudo sobre Turbinectomia

Informação sobre Turbinectomia

O que é?

Turbinectomia ou turbinoplastia é uma cirurgia realizada no nariz. Seu objetivo é melhorar a respiração do paciente. A técnica consiste na remoção de parte da estrutura dos cornetos nasais (ossos e cartilagens) da cavidade. Essas conchas podem ampliar-se e causar uma obstrução capaz de prejudicar a respiração. Os cornetos nasais são responsáveis pela filtração, umidificação e o aquecimento do ar que vai para os pulmões. Seu mau funcionamento causa, principalmente, a rinite alérgica. Com sua remoção parcial ou total, os sintomas da doença são sensivelmente reduzidos. A turbinectomia remove parte ou a totalidade dessas conchas abrindo espaço para a circulação do ar e facilitando a respiração. Como é considerada uma cirurgia exploratória, o médico terá que tomar algumas decisões, sem o conhecimento do paciente, durante a realização do procedimento. A cirurgia pode ser feita com anestesia local ou geral e dura aproximadamente meia hora. O paciente deve ficar internado por um ou dois dias após a realização do procedimento. Às vezes há necessidade de colocar um tampão dentro do nariz para evitar sangramento. Esse tampão é removido em até três dias após a realização da operação. O nariz tem três conchas. Uma vez removidas, as conchas nasais não voltam a crescer. Se forem removidas em excesso, há possibilidades de que os pacientes sofram dores de cabeça, secura, hemorragia e desenvolvam até um quadro de depressão.

Qual é a causa?

Dois são os fatores principais que podem modificar a estrutura dos cornetos nasais causando obstruções: infecções e traumas.

Quais os sintomas?

O principal sintoma da obstrução é a dificuldade para respirar. Essa situação conduz a outros problemas: sinusite, dor de cabeça, cansaço, dificuldade para dormir, roncos e nariz entupido.

Como fazer o diagnóstico?

Um exame físico é suficiente para detectar o problema.

Qual o tratamento?

Inicialmente é recomendada a utilização de medicamentos para controlar os sintomas controlando a situação. Só mesmo quando esses remédios não oferecem resultados significativos e os sintomas tornam-se crônicos é que a cirurgia se torna uma opção.

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Estas são as mais populares:

O ideal é contactar o otorrinolaringologista responsável pelo procedimento para uma reavaliação. Sempre oriento lavagem nasal copiosa com solução fisiológica (3 a 4 vezes ao dia) no período mínimo de um mês após a cirurgia. Geralmente esta lavagem, se realizada corretamente, é eficaz em evitar a obstrução nasal e a formação excessiva de crostas.

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Dr. Édio Cavallaro Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Otorrino

Rio de Janeiro

O exame de escolha e a videonasofibroscopia, que e realizado no próprio consultório do otorrinolaringologista. O Exame e fácil e rápido .

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Dra. Natalie Piai Ravazzi Rapchan

Otorrino

Presidente Prudente

Olá! "Arrancar" as amígdalas soa um pouco agressivo.... um dos motivos para amigdalites de repetição é a respiração nasal inadequada, o que pode ocorrer na hipertrofia de cornetos. Algumas pessoas que não tem as amígdalas as vezes se queixam de "faringites de repetição", embora os estudos mostrem que a amigdalectomia não aumenta o risco de faringite. O que acontece, na maioria das vezes, é que a respiração nasal inadequada causa ressecamento e dor de garganta, relatado como faringite. Como você não tem queixas nasais, o ideal é que você converse novamente com o seu médico. Ou procure uma segunda opinião. Uma cirurgia só pode ser realizada se você estiver de acordo, bem esclarecido sobe a necessidade, riscos e benefícios do procedimento. Atenciosamente.

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Juliana Alves de Sousa Caixeta Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Otorrino

Anapolis

Prezado Paciente, Corroborando as suas afirmações e do colega,estão ambas corretas. E complementando, o que importa não é só a técnica empregada, é também a quantidade que se retira das conchas nasais, haja vista essa ressecção a maior ser o divisor comum dos problemas vindouros.

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Dr. Antônio Thomé Júnior

Otorrino

Goiânia

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