Clínica Dieckmann

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Borges Lagoa 971 (conjunto 54) (Vila Mariana) 04038-032 São Paulo, São Paulo SP | ver mapa

Atende: Pacientes particulares (sem convênios médicos)

Horário: segunda-feira - sexta-feira: 7:00 - 22:00

CNPJ: 15.650.529/0001-28

Equipe Médica:

Dr. Luiz Henrique Junqueira Dieckmann - CRM 133.853 - Área : Psiquiatria Clínica e Diagnósticos Diferenciais em Neurologia (Dos pacientes da Dra. Paula Dieckmann) - Contato direto pelo email: dieckmann@unifesp.br ou (011) 984421460

Dr. Fábio José Pereira da Silva  - CRM 119.730 - Área : Psiquiatria Clínica e Psicoterapia Cognitivo Comportamental/Hipnose - Contato direto pelo email: dr.fabiopq@gmail.com ou (011) 998354792

Dra. Paula Guedes Macedo Dieckmann - CRM 139.191 - Área : Neurologia Clínica e Diagnósticos Diferenciais em Psiquiatria- Contato direto pelo email: paula.natalie@unifesp.br ou (011) 969773127

Daniela Gonçalves Joca - CRN 42618/P - Área : Nutrição (Voltada para Área da Saúde Mental) - Contato direto pelo email : daniela@clinicadieckmann.com.br ou (11)992704095


 

Obs : Para eventuais solicitações de encaixe, favor ligar para (11)40639711 e/ou (11)39267266 e/ou
(11)992704095 (Daniela - 09h às 18h)

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5

Baseado em 162 opiniões

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O melhor: "médico atencioso , estudioso e muito simpático , indico a consulta , vale a pena , iniciarei o tratamento essa semana com ele , espero obter minha cura"

Motivo da visita: Ansiedade

Rodrigo P. marcou consulta com Dr. Luiz Henrique Junqueira Dieckmann em Clínica Dieckmann

O melhor: "Excelente atendimento! Atenção a todos os detalhes e sabe como conquistar a atenção da minha filha. Muito obrigado Dra!"

Guilherme M. marcou consulta com Dra. Barbara Arraes Guedes Macedo em Clínica Dieckmann

O melhor: "Encontrei no doutor Dieckamann a combinação que dificilmente se encontra em um profissional de medicina: conhecimento e empatia. Sempre muito atencioso durante a consulta, fica o tempo que for necessário para tirar todas as suas dúvidas. Além disso, disponível 24 h no whatsapp para seus pacientes."

Poderia melhorar: "Nada"

Motivo da visita: Depressão

João V. marcou consulta com Dr. Luiz Henrique Junqueira Dieckmann em Clínica Dieckmann

O melhor: "O melhor profissional da área da saúde que eu e minha família já conhecemos sem dúvida"

Rodrigo T. marcou consulta com Dr. Luiz Henrique Junqueira Dieckmann em Clínica Dieckmann

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Serviços

  • Acupuntura
  • Ventosaterapia
  • Nutrição
  • Primeira consulta Nutrição
  • Consulta domiciliar Nutrição
  • Psiquiatria

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528 Respostas

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Não é possível fazer uma pergunta a um médico em concreto.

Sim, existe possibilidade das medicações psicoativas não fazerem efeitos em doses altas.

Isso se deve a variabilidade individual na resposta ao medicamento, que pode ser atribuída a múltiplos fatores tais como: idade, gênero, massa corpórea, funcionamento renal e hepático, interação medicamentosa, natureza da doença, fatores genéticos e ambientais.
Mas falando da questão genética, a variabilidade genética em um grupo de genes da família do Citocromo P450 (CYP450) pode ser o motivo. Enzimas codificadas por esses genes tem um papel fundamental no metabolismo de muitos medicamentos psicoativos. Esses genes podem ser expressos em vários fenótipos. Um desses fenótipos é chamado de "Metabolizadores Ultrarrápidos". Nessas pessoas, o medicamento é inativado e eliminado tão rapidamente que, em doses normais, praticamente não tem tempo de exercer o seu efeito completo. Nessa categoria estão muitos indivíduos que não melhoram com nenhum medicamento em doses convencionais.
Respeitosamente,

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Fábio José Pereira da Silva
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Psiquiatra

O transtorno de Movimento Estereotipado é um transtorno estudado na Psiquiatria infantil em que existem movimentos repetitivos, sem objetivo específico (estereotipados), como balançar o corpo, as mãos, morder objetos ou se morder, etc. Estes movimentos causam disfunção na vida da crinaça e não são causados por medicações ou outras doenças, e também são diferentes da doença do TOC (Transtorno Obsessivo compulsivo) e da tricotilomania e da Sindrome de Tourette também, por exemplo. O transtorno normalmente até a adolescência atinge o máximo e pode persistir, mas normalmente com melhora depois desta fase. O tratamento vai depender da idade do paciente, dos tipos de suportes que estão disponíveis na cidade onde mora, da equipe multiprofissional. Usam-se protetores para as crianças não se machucarem, e existem alguns medicamentos estudados para o tratamento, você deve conversar com seu psiquiatra infantil sobre o tratamento ideal. Atenciosamente

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Dr. Luiz Henrique Junqueira Dieckmann
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Psiquiatra

Em primeiro lugar, é sempre importante descartar o que chamamos de causas orgânicas, ou seja, se há outros motivos para você estar sentindo estes sintomas. Ou seja, descartar causas cardiológicas (do coração), hormonais (como doenças de tireóide por exemplo), alteração no hemograma (por exemplo anemia), entre diversas outras causas que um clínico geral de sua confiança, por exemplo, pode descartar. Caso não seja encontrado nenhuma alteração que justifique os sintomas, ou mesmo que seja ao mesmo tempo, procure um psicólogo(a) ou médico(a) psiquiatra de sua confiança para tentar entender melhor os possíveis motivos que levaram ao problema. Um abraço!

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Dra. Paula Guedes Macedo Dieckmann
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Neurologista

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