Abandono Afetivo - Informação, especialistas, perguntas frequentes.

Tudo sobre Abandono Afetivo

Os especialistas falam sobre a Abandono Afetivo

A depressão não aparece de repente, ela não bate na sua porta e se instala. Ela é uma visita chamada tristeza que vem passar uns dias, quando você a percebe estará morando com você. Muitas vezes, permitimos sua chegada, mas não sabemos como mandar ela embora, não conseguimos “dizer não”. Somos acobertados pelo medo de lidar com ela, de dizer chega “cansei de você vou buscar ajuda”. A dor de uma depressão dói muito, porque é uma dor do vazio, é a dor de que “nada tem sentido”. O amor e alegria foram embora, o sorriso quase não se vê e tudo perdeu a sua graça. A raiva vem do sentimento de impotência do “não saber o que fazer”.
Cleunice Paez Borges

Psicóloga

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São Paulo

Abandono afetivo de qualquer natureza, seja dos pais, de um parceiro ou em qualquer setor da sua vida. Reflexão sobre a importância destas pessoas em sua vida, ressignificação e desconstrução de crenças.
Daniela Sarmento

Psicóloga

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Rio de Janeiro

Na terapia do esquema a abandono é um dos esquemas que gera sentimentos de rejeição. Na infância a pessoa foi deixada por longos períodos sem os cuidados parentais necessários. Isso na vida adulta gera medo e insegurança em ser deixado de lado, abandonado, rejeitado por pessoas próximas, ou nos relacionamentos amorosos. As pessoas que têm esse esquema presente na sua vida pode evitar relacionamentos, devido ao medo do abandono; se sujeitar a relacionamentos onde o parceiro/a não está disponível afetivamente; ou sufocar o parceiro/a com comportamentos de controle na tentativa de evitar o abandono (que pode ser real ou imaginário). O objetivo é mudar esse padrão emocional.
Marcelo Mirandola Bichir
Marcelo Mirandola Bichir Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Psicólogo

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São Paulo

O abandono afetivo é caracterizado pelo distanciamento afetivo de um ou ambos os pais de uma criança. O abandono deve ser entendido pelo tipo de cuidado que os pais oferecem aos seus filhos. O sentimento de abandono pode deixar marcas profundas no desenvolvimento e na formação da personalidade da criança, podendo se estender para a vida adulta. O abandono pode ser observado por comportamentos e atitudes tais como: Baixo auto- estima, sensação de vulnerabilidade em determinadas situações, abuso de alcool, sentimento de desvalor, depressão, distorções cognitivas etc. Deve-se trabalhar o resgate da auto estima, mudanças de crenças e comportamentos. Em alguns ajuda psiquiátrica pode ser útil.
Luciano Mesquita de Sousa
Luciano Mesquita de Sousa Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Psicólogo

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Salvador

A terapia de casal é indicada para cônjuges em quadro de sofrimento: abandono afetivo, brigas e agressões – físicas e verbais, ruídos no diálogo, situações destrutivas. São relações terríveis que sofre o casal, consequentemente, os filhos (abandono afetivo). Relações assim estão sem espaço para o amor, paciência, tolerância, compreensão e entendimentos, por isso, necessitam do auxílio terapêutico.
Dra. Sandra Santos

Psicóloga

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Rio de Janeiro

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