Preciso de um diagnóstico para meu marido . Vou no psiquiatra ou no ps...

você e seu marido podem procurar os dois profissionais até para tentar entender melhor o que você descreve como mudança de humor e acesso de ira. Ambos profissionais são qualificados para tal avaliação e para realizar os melhores encaminhamentos que se façam necessários, sejam eles medicamentosos ou psicoterapêuticos. A avaliação de um profissional não necessariamente descarta a do outro. O trabalho conjunto costuma ser benéfico para melhor esclarecimento diagnóstico.

Sinto discordar, em parte, dos colegas acima. Se a senhora caracteriza as "alterações de estados de humor' de seu marido, creio ser importante um diagnóstico clínico. E o profissional especialista mais adequado para esse primeiro momento é, sem dúvida um psiquiatra. O psiquiatra pode afastar ou afirmar quaisquer diagnóstico(s) psicopatológico(s) que, porventura esteja(m) provocando tais "alterações" de humor e avaliar o que sejam tais "acessos de ira", para aí então, em caso de diagnóstico estabelecido, propor uma estratégia de tratamento. No mais, concordo com os caros colegas que se manifestaram antes de mim, que uma abordagem multi-disciplinar seria sempre mais conveniente.

Ola de preferência consulte um psicólogo primeiro, caso seu marido necessite de medicamento e psiquiatra, o psicólogo encaminhará.De repente um tratamento com psicólogo e sem medicamento poderá ajuda-lo também.
Abraço

Discordo do colega psiquiatra. Psiquiatras utlilizam como critérios diagnósticos a fenomenologia que apenas considera observar os comportamentos ditos anormais ou psicopatológicos. Esses comportamentos podem sugerir uma série de transtornos que dificultam o diagnóstico correto. Não raro a pessoa que sofre com 1 neurose acaba sendo tratada como psicótica, utilizando ainda que em pequena dosagem antipsicótico, prejudicial à sua saúde mental e orgânica no futuro. Dou o exemplo da grande atriz Kássia Kiss, que diagnosticada equivocadamente como BIPOLAR por um psiquiatra passou grande parte da vida com um diagnosticado errado e fazendo um tratamento desnecessário. O psicanalista não utiliza como critério apenas o fenômeno patológico da vida mental mas estuda a estrutura do psiquismo da pessoa sendo por isso o profissional mais adequado para diagnosticar. Entretanto, um diagnóstico confiável não descarta um exame clínico como primeira etapa. Psicólogos e psicanalista podem diagnosticar sim.

Acho que seria interessante responder o por quê você precisa de um diagnóstico para o seu marido? A idéia de diagnóstico é para que possa-se pensar a direção de um tratamento? É possível pensar numa intervenção em conjunto, no entanto, seria interessante pensar como o paciente se ele se identifica com um tratamento medicamentoso, psicoanalítico-terapêutico, ou misto.

Primeiramente converse com seu esposo e veja com ele se ele realmente quer ajuda. O ideal é que o diagnóstico seja realizado por ambos os profissionais, no entanto, precisa ser esclarecido para quem é o tratamento.

Parece estar ansiosa para fechar um diagnostico do seu marido. Veja primeiro com ele se quer procurar ajuda. Tanto o psiquiatra quanto p psicólogo poderão ouvi-los para minimizar este sofrimento e essa oscilação de humor que deve ser avaliada com cuidado. Vai depender dos fatores que estarão envolvidos.
Át.
Monica Araújo,

Primeiramente conversar com seu marido e vê se ele realmente aceita algum tipo de tratamento, uma vez que ele concorde, primeiramente buscar um acompanhamento Psicanalitico ou com um Psicólogo e aí encaminhá-lo , se necessário.

Só quem pode dar diagnóstico é o Psiquiatra. O ideal é que você procure os dois, se houver um profissional de confiança do próprio médico, fica melhor.

A solução pode ir muito além do que a de obter um diagnóstico.
Você procura uma ajuda para o seu marido, mas é necessário que ele tenha alguma consciência do próprio problema.
Dito de outra forma, ele precisa ter ciência que mudanças de humor com acessos de ira podem prejudicá-lo ou a outras pessoas com quem ele convive.
Pode ser que exista dificuldade para comunicar ou convencê-lo de que é necessário buscar um especialista e que talvez até seja preciso um tratamento. Talvez o primeiro passo seja dialogar com seu esposo para saber o que ele pensa a respeito.

O Psiquiatra ira detectar e diagnosticar as possibilidades junto a intervenções medicamentosas, enquanto o psicólogo utilizara todo seu repertório para compreender as limitações e possibilidades que envolvem o conflito.
Um complementa o outro.

Essas mudanças repentinas de humor, como você se refere, podem ser atribuídas a um transtorno de personalidade chamado de ciclotimia, porém também podem estar associados à transtorno bipolar, que é um quadro psiquiátrico grave. Se faz necessário um diagnóstico clínico, portanto, procure um psiquiatra para precisar o diagnóstico e seja qual for o resultado, recomendo psicoterapia com psicólogo para o tratamento psicoterápico aliado ao acompanhamento psiquiátrico.

O psiquiatra, só ele pode dar um diagnóstico e medicamentalizar se necessário. Mas deve levar em conta em qual deles seu marido está disposto em ir. O psicólogo cuida da parte psicológica e comportamental, também é um facilitador, se preciso for um tratamento psiquiátrico, através de informações, psicoeducação.

Qualquer um dos dois profissionais e ambos poderão indicar a necessidade ou não de um acompanhamento em conjunto.

Não fique em duvida. Consulte um Psicanalista.

Concordo com resposta da colega Camilla Oliveira. Entretanto, gostaria de ressaltar que é importante avaliar se o sintoma do marido está relacionado à alguma mudança/problema no sistema familiar. Nesse caso, seria necessário uma terapia de família ou casal para ajudar nesta situação.

Estou de acordo com a maioria dos colegas acima. Ou seja, primeiro seu marido é quem deve decidir, o momento exato e qual profissional procurar. Pois, quando uma pessoa é levada ao psicólogo e não está preparada. Vai por obrigação, ou indução, normalmente, não prossegue com o tratamento. Agora, quando a pessoa sentença a necessidade e vai espontaneamente, o tratamento passa a ser mais ágil e eficaz. Finalmente, os dois tipos de profissionais, eticamente, irão observar a necessidade da outra área agir, para um tratamento mais preciso.
Espero ter ajudado!

Procure um psiquiatra e depois um psicologo, em um segundo momento.

Se estão procurando um diagnóstico e um possível tratamento farmacológico (remédios) procurem um psiquiatra, este profissional poderá encaminhá-lo a um psicólogo caso identifique a necessidade de psicoterapia.
Caso entendam que a alteração do humor tem origem em algum episódio vivido recentemente, alteração na dinâmica familiar/profissional ou questões pessoais, procurem primeiramente um psicólogo que também terá condições de encaminhá-lo a um psiquiatra caso seja identificada a necessidade da administração de medicamentos para auxiliar o tratamento.
Abraços,

Se o marido não aceitar nenhum tipo de acompanhamento, por suposto poderás você mesma buscar auxílio profissiona, para que consigas lidar com tal situação. O importante é buscar o quanto antes esse recurso, pois a tendência é a piora dos sinais atualmente apresentados.

Olá. É importante lembrar que você é quem está buscando ajuda e não ele.
Vale a pena uma conversa franca com o seu marido, dizendo o que sente sobre o comportamento que ele está tendo, sem acusações, porém é preciso ter em mente que só conseguimos mudar a nós mesmos, pode ser que ele nem perceba que possui algo que é incômodo na relação. Essa conversa franca poderá facilitar uma possível procura por atendimento psicológico em casal ou para você, caso ele de fato não tenha interesse ou não enxergue um comportamento problemático.

Grande abraço.

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