Perguntas sobre Dificuldades no relacionamento

Tem perguntas sobre Dificuldades no relacionamento?

Nossos especialistas responderam 44 perguntas sobre Dificuldades no relacionamento.

Pergunte a milhares de especialistas de forma anônima e gratuita

  • A sua pergunta se publicará de forma anônima.
  • Faça uma pergunta concreta, mantenha o foco em uma pergunta médica.
  • Seja breve e conciso.
  • Este serviço não substitui uma consulta com um profissional de saúde. Se tiver algum problema ou urgência, vá ao médico ou ao pronto-socorro.
  • Não estará permitido obter segundas opiniões ou consultas sobre um caso em concreto.

Perguntas sobre Dificuldades no relacionamento

44Perguntas

622Respostas

446Especialistas de acordo

567Pacientes agradecidos

Olá. A situação que você conta parece bastante grave e penso em diversas perguntas para lhe fazer para que vc reflita: O que de pior poderia ocorrer caso vc entrasse em contato com alguém? Será que isso mesmo que vc pensou (provavelmente algo negativo) ocorreria? E, o que vc faria para resolver caso isso (algo ruim) ocorresse? Não sei quais serão suas respostas mas acredito que devido essa dificuldade, a probabilidade é baixa de você procurar uma psicoterapia, mas assim como todos os profissionais que vão escrever aqui: é necessário que você busque psicoterapia para sentir-se mais seguro para enfrentar os momentos difíceis e os pensamentos que você tem tido sobre interagir com as pessoas. Acredito que uma boa psicoterapia pode mudar sua vida.

  • 169
  • 103
  • 135
Ana Paula Gonçalves Donate Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Psicóloga

São Paulo

Ver as 28 respostas

Olá! Essa dificuldade é comum, para quem passou por abuso, mas sugiro que você procure ajuda psicológica, para que possa conseguir lidar com o ocorrido de uma forma menos traumatizante e sofrida, possibilitando que possa reaver o contato com seu marido e ter uma relação prazerosa e sadia. Somente em tratamento, essa questão poderá ser trabalhada e elaborada. Desejo melhoras. Abraços!

  • 35
  • 45
  • 36
Danielle dos Santos Junqueira

Psicanalista, Psicóloga

Ver as 27 respostas

O ciúme pode aparecer após um pensamento de ameaça. Então, para cada situação em que ficar com ciúmes, identifique e anote o pensamento ameaçador que surge na sua cabeça. Exemplo de pensamento que pode gerar ciúmes: posso ser trocado(a) por outro(a). Após identificar os pensamentos, para cada um deles, faça-se a seguinte pergunta: quanto eu acredito nesse pensamento de zero a 10. Anote o número ao lado de cada pensamento. Em seguida identifique e anote que evidências você tem de que esse pensamento possa ser verdadeiro (exemplo: ele(a) conversou muito com fulano(a) na festa de ontem). Feito isso, identifique as evidências que você tem de que o pensamento não é verdadeiro (exemplo: ele(a) só dançou comigo). Depois compare as duas listas e se pergunte: frente as evidências apontadas, posso pensar a situação de uma forma diferente? Geralmente depois de fazer essa análise, as pessoas descobrem que podem pensar a situação de uma forma menos ameaçadora, que a crença diminuiu e a emoção mudou

  • 11
  • 13
  • 30
Virginia Garrotte Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Psicóloga

São Caetano do Sul

Ver as 26 respostas

Ola! Primeiramente dizer que vocês dois precisam de ajuda profissional, entender o descontrole e agressividade será um passo que mudará a dinâmica dessa relação e das futuras. Muito possivelmente existe uma relação deteriorada, frágil e insegura a qual vocês construíram e nesse momento não sabem como chegou a esse ponto e o que fazer. Busquem um psicoterapeuta e caso o descontrole, irá e fúria estiverem presenten será importante uma avaliação com um psiquiatra! Estar em uma fase desestabilizada não significa que será sempre assim! Não desista de entender e melhorar suas relações. Abraço

  • 266
  • 121
  • 185
Dra. Ajurymar Santos Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Psicóloga, Terapeuta complementar

Feira de Santana

Marcar consulta

Ver as 23 respostas

Interpreto sua obsessão com o passado da sua namorada como medo de ser comparado com os homenes que ela conheceu antes de você. É uma interpretação superficial, mas acho que é suficiente neste momento. Se você pode concordar, mesmo não tendo muito presente, na sua consciência, a comparação entre você e os outros, você vai poder aceitar que você carece de autoestima, e da mesma maneira, de confiânça na sua namorada. Pois ela tem a liberdade de escolher e escolheu você, mas isto não lhe basta. Falta de autoestima tem origem na infância. Você deve ter sido humilhado mais do que o normal ou diferentemente, mais profundamente. Estas experiências precisam ser lembradas e superadas de vez, a través da compreensão que você pode aplicar a elas como adulto. O método certa para isto é a psicanálise ou a psicoterapia de diálogo (humanista, existencial, centrada na pessoa ou outras). O importante será você falar para um@ profissional que saiba lhe escutar e guiar.

  • Obrigado 13
  • 11 especialistas de acordo
  • 225
  • 171
  • 242
Dirk Albrecht Dieter Belau

Psicanalista, Psicólogo

São Paulo

Ver as 21 respostas

Prezada, compreendo ser importante compreender como você interpreta os fatos, muitas vezes tomamos decisões baseadas em interpretações distorcidas ou parcialmente distorcidas. Outra ponto importante é pensar em formas diferentes de resposta, mas para isto você necessitará de um profissional para auxiliá-la. Sugiro psicoterapia com um psicólogo de orientação cognitivo comportamental, pois vem apresentando bons resultados com questões pontuais. Abraço,

  • 154
  • 158
  • 120
Matheus de M. M. Schreiner Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Psicólogo

Florianópolis

Marcar consulta

Ver as 21 respostas

Não existe mais o termo ejaculação precoce. Tal termo foi substituído por ejaculação rápida. A grande maioria dos transtornos de ejaculação rápida tem origem psicológica, geralmente devido a intensa ansiedade. Nada obsta que a terapia seja feita com a participação do casal. Caso seja necessário procure também auxílio de um sexólogo além de um terapeuta de casais.

  • 137
  • 174
  • 244
Dr. Sandro César Silvério da Costa

Psicanalista, Psicólogo

Belo Horizonte

Ver as 21 respostas

Olá! O primeiro passo é entender como essa resposta de ansiedade foi instalada em sua vida. Em seguida, através do processo de psicoterapia, o psicoterapeuta poderá ajudar você a fazer o descondicionamento dessa resposta. Sugiro que você procure um profissional que tenha conhecimentos teóricos e experiência prática na área, para fazer uma avaliação inicial e elaborar um possível plano de tratamento. Os transtornos de ansiedade têm sido bastante estudados pela psicologia e normalmente são resolvidos através da psicoterapia com esse foco. A terapia comportamental e a cognitivo-comportamental têm apresentado excelentes resultados nessa área. Espero ter ajudado. Boa sorte!

  • 66
  • 107
  • 42
Alexandro Paiva Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Psicólogo, Sexólogo

São Paulo

Marcar consulta

Ver as 20 respostas

Em reposta a ultima colocação, sim uma pessoa nesta situação precisa de tratamento psíquico. Quanto a questão da mudança constante do humor, pode caracterizar um transtorno e somente com uma avaliação terapêutica pode-se identificar o tipo de transtorno e o tratamento indicado. Se esta pessoa é você, procure um especialista. Se for outra pessoa, converse a respeito e sugira uma avaliação terapêutica.

  • 47
  • 39
  • 53
Felix J Lescinskiene

Psicanalista

São Caetano do Sul

Ver as 20 respostas

Precisaria de mais detalhes para poder te orientar melhor. Devem ser avaliadas as principais intervenções: terapia de casal, terapia individual pra você e/ou pra ele. O uso de algumas medicações podem causar indiferença afetiva também. Procure primeiro um bom psicólogo (você), encaminhado por alguém ou algum meio confiável.

  • 93
  • 65
  • 74
Emerson Rodrigues Barbosa Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Psiquiatra

Curitiba

Marcar consulta

Ver as 19 respostas

Perguntas relacionadas

Outras perguntas respondidas por especialistas da Doctoralia: