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Estas são as mais populares:

Nao existe uma regra de quando se deve realizar a cirurgia. Geralmente indica-se o transplante de células endoteliais (DMEK) quando a acuidade não é suficiente para atividades do dia a dia, interferindo na qualidade de vida. A chance de melhora é muito grande com esta nova técnica que estamos empregando há 5 anos, com risco de rejeição de aproximadamente 1-2% dos casos apenas.

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Lucas Shiokawa Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Oftalmologista

Curitiba

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Infelizmente até o momento não há um tratamento para evitar a progressão. Quando se apresenta áreas de guttata, a contagem endotelial é imprecisa, por isso o monitoramento, principalmente na sua faixa etária é importante, para saber sua evolução e prognostico, e determinar a melhor conduta para seu caso. Distrofia Endotelial de Fuchs é uma disfunção do endotélio da córnea de alguns pacientes, podendo ser geneticamente hereditário, onde células endoteliais têm sua morte acelerada. No estágio inicial (I), também conhecido como córnea guttata, não há alterações de visão, nem outros sintomas. Nos estágios II e III há edema corneano, onde há comprometimento visual. O acompanhamento é fundamental, pois há uma maior chance de se ter glaucoma de angulo aberto, e também para avaliar o nível da catarata, evitando assim casos de catarata madura com uma córnea que não suportaria uma cirurgia.

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Dr. Daniel Cezar de Andrade Gomes da Silva Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Oftalmologista

Rio de Janeiro

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A Distrofia de Fuchs se caracteriza pela perda de células endoteliais e edema ( inchaço ) da córnea. O edema na fase inicial normalmente é pouco sintomático e responde aos colírios hiperosmolares ( colírios que fazem a córnea desinchar ), mas a medida que a doença vai evoluindo, o tratamento com colírios passa a não ser responsivo e se tornar necessário um transplante de córnea. No caso de Distrofia de Fuchs o ideal é um transplante lamelar, técnica que usa apenas a camada de células endoteliais.

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Cristian Santa Cruz

Oftalmologista

Salvador

A indicação de transplante não é tão teórica, levando em conta números de endotélio, e depende na verdade de múltiplos fatores subjetivos, como a visão do paciente, aspecto da córnea (se está fazendo edema, se responde a medicações para diminuir o edema) e outros fatores, como a idade. Podemos dividir o transplante corneano em penetrante (onde toda a córnea é transplantada) ou DSAEK/DMEK (onde apenas o endotélio, a camada da córnea danificada é trocado). Essa última opção apresenta resultados melhores, com visão melhor, e transplante com menor índice de rejeição, mas cada caso têm que ser avaliado de forma isolada. Diante disso, o acompanhamento regular é fundamental, pois se o edema persistir por muito tempo, ou se provocar o aumento importante da espessura da córnea, pode se perder o período para realizar o transplante somente endotelial.

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Dr. Daniel Cezar de Andrade Gomes da Silva Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Oftalmologista

Rio de Janeiro

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