Perguntas sobre Doenças Sexualmente Transmissíveis

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Perguntas sobre Doenças Sexualmente Transmissíveis

102Perguntas

269Respostas

131Especialistas de acordo

399Pacientes agradecidos

De acordo com a sua descrição a probabilidade é praticamente zero.

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Dr. Sebastião Nascimento Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Psicólogo, Sexólogo

Manaus

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A única maneira de se proteger contra doenças sexualmente transmissíveis, como a gonorreia, é através do uso de preservativos e sempre que fizer desprotegido, estará suscetível a uma nova infecção. Lembrando ainda que algumas doenças, como o HIV, não tem cura. Cuida-se. Um abraço

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Dr. Marco Dionisio Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Urologista

Rio de Janeiro

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Existem diversos exames utilizados no diagnóstico, desde exames de sangue, secreções genitais, urina e até liquor cefalorraquidiano. A sorologia para hepatite B, por exemplo, possui diversos marcadores, e sugiro veementemente que procure um infectologista para interpretação, para não ter margens a diagnósticos errôneos ou preocupações sem fundamento quando estiver com os resultados na mão. Abraços!

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Dra. Naihma Salum Fontana Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Infectologista

Sorocaba

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No primeiro caso, é normal um fluxo de corrimento menor e mais claro acompanhando de um desconforto( ardência) na micção. No segundo caso, com o desenvolvimento da doença, que por sinal é muito rápido, pode desencadear os demais sintomas como: dor mais forte na hora da micção, inflamação na glande, corrimento constante que mancha a roupa e odor forte. Caso suspeite de algum desconforto é melhor procurar um urologista urgente.

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Dr. Sebastião Nascimento Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Psicólogo, Sexólogo

Manaus

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Caríssimo, Primeiramente você deve ser avaliado por um profissional para que seu diagnóstico seja adequado e consequentemente faça o tratamento correto. O tratamento consiste em uso de cremes ou pomadas antifúngicas até medicamentos orais dependendo da extensão da doença e da fase da mesma (aguda ou crônica). Além do tratamento medicamentoso, é necessário mudanças de hábitos de higiene que evitem a proliferação do fungo, como no caso de candidíase genital, realizar trocas de roupas íntimas com frequência adequada principalmente quando o paciente transpira muito, enxugar bem o genital após o banho, evitar relações sexuais quando a parceira estiver com corrimento vaginal, sexo anal somente com camisinha. É sempre importante avaliar a glicemia, visto que diabéticos descompensados são mais propensos para este tipo de doença. Às vezes, se houver repetição do quadro fúngico pode ser necessário cirurgia de postectomia (retirada do prepúcio). Att.

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Dr. Charles Villacorta Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Urologista

Belém

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O controle de cura é feito através da realização do exame chamado VDRL, onde acompanhamos a queda na sua titulação. Geralmente, faz-se o exame 6, 12 e 24 meses após o final do tratamento. Em pessoas infectadas pelo HIV, faz-se o primeiro VDRL para controle de cura após 3 meses. Caso a pessoa com sífilis seja uma mulher e esteja gestante, costumamos fazê-lo após 1 mês do final do tratamento. O ideal é individualizar caso a caso pois, às vezes, os intervalos entre os exames costumam ser um pouco diferentes do citado acima.

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Dra. Isabella Nóbrega

Infectologista

Salvador

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A principal doença sexualmente transmissível que causa a lipodistrófica e o HIV - aids, porém existem outras causas não infecciosas que podem causar lipodistrófica como doenças genéticas e hereditárias, uso de medicações e até causas desconhecidas!

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Alyk Vargas Alcobia Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Ginecologista

São Paulo

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As lesões tratadas diminuem a chance de transmissão. Geralmente não há prejuízo quando tratada. Bom parto.

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Dr. Daniel Luís Pinto Ferreira

Urologista

Rio de Janeiro

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Não há aplicabilidade clinica pratica na sorologia do Herpes pois não há como individualizar o labial do genital ! Att

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Dr. Prof. Ricardo Alexandre Fernandes Ferro Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Urologista

Brasilia

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Olá! A Gardnerella vaginalis é uma bactéria que causa a vaginose bacteriana, que é uma infecção ginecológica própria de mulheres em idade fértil, porém não é uma doença sexualmente transmissível (DST). Ela occorre geralmente por desequilíbrio na flora bacteriana da região vaginal ou maus hábitos de higiene. Mobilunus spp. é uma espécie bacteriana que pode acompanhar a Gardnerella nesta infecção, portanto também não é uma DST. A vaginose bacteriana deve ser tratada com antibiótico apropriado.

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Dra. Diana Galvão Ventura Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Infectologista

Niterói

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