Dor Pélvica - Informação, especialistas, perguntas frequentes.

Tudo sobre Dor Pélvica

Os especialistas falam sobre a Dor Pélvica

Dismenorreia ou cólica menstrual é bastante comum entre as adolescentes, fase em que o ciclo menstrual ainda está em amadurecimento. Mas em alguns casos pode ser um sinal de doenças ginecológicas como endometriose e cistos ovarianos. Cólicas recorrentes, que precisam de muitos analgésicos e necessidade de ir ao pronto atendimento por dor devem ser um sinal de alerta! Fique atenta.
Dra. Marina De Paula Andres
Dra. Marina De Paula Andres Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Ginecologista

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São Paulo

Dor pélvica é uma queixa muito comum dentre as mulheres. Pode ter inúmeras causas, e quando dura mais de 3 meses é chamada de Dor Pélvica Crônica. Esse quadro traz um impacto muito importante sobre a saúde da mulher, tanto física quanto psicológica. Sua investigação deve ser minuciosa, pois muitas doenças podem causar esse sintoma, como a Endometriose, Miomas, doenças renais e intestinais. Geralmente é necessário um acompanhamento conjunto com uma fisioterapeuta, psicóloga e eventualmente um médico de dor (fisiatra).
Dr. Sidney Tomyo Nishida Arazawa

Ginecologista

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São Paulo

A dor pélvica é um dos sintomas que mais atingem (e preocupam) a mulher, sendo responsável por quase um terço das queixas nos consultórios de ginecologia. Suas causas, porém, não se restringem apenas aos órgãos genitais internos (útero, tubas e ovários), podendo envolver também o aparelho urinário (ureteres e bexiga), os intestinos, além dos ossos, articulações, músculos e nervos situados na metade inferior do tronco.
Dr. Marcelo Ponte Dias
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Ginecologista

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São Paulo

Dor pélvica é uma alteração que acomete grande porcentagem das mulheres, podendo ter múltiplas causas. O exame ginecológico é fundamental para determinar o fator etiológico e intaurar terapêutica adequada e eficaz. As principais causas de dor pélvica podem ser divididas em fisiológicas (normais - dor da ovulação, dor muscular, tendinite) e patológicas (anormais - endometriose, adenomiose, miomas uterinos, infecções pélvicas, tumores, apendicite, diverticulite, etc). Sempre que houver dor pélvica, é fundamental que haja o exame ginecológico para determinar a causa para resolver o problema. Não existe um tratamento genérico para todos os tipos de dor pelvica. Procure o especialista.
Diogo Crevatin Sheldon
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Ginecologista

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São Paulo

Uma das dores crônicas mais comuns, principalmente entre as mulheres, é a dor pélvica (abaixo do umbigo). Ela é classificada como crônica quando a duração dos sintomas é igual ou superior há 6 meses. Sintomas: - Dor na vagina, vulva, e/ou ânus - Dispareunia - dor durante ou após a relação sexual - Dor ao urinar, urgência e/ou aumento da frequência urinária - Constipação intestinal - Dor ao permanecer sentada A fisioterapia pode ajudar com liberação miofacial, retirada dos pontos gatilhos pélvicos, eletroanalgesia, biofeedback eletromiográfico, dilatadores vaginais, terapia comportamental e exercícios de alongamento e fortalecimento.
Carolina Barreto
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Fisioterapeuta

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Salvador

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Estas são as mais populares:

Olá, você deve buscar um tratamento multidisciplinar. Você deve buscar um médico urologista/ ginecologista (desculpa, não ficou claro se quem faz a pergunta é um homem ou uma mulher!) para investigar se há causas orgânicas. Mas atrelado a isso, você deve buscar ajuda de um psicólogo, pois questões emocionais interferem muito no desempenho sexual. Muitas vezes a expectativa excessiva, o nervosismo, a ansiedade em relação ao desempenho na relação sexual geram uma descarga de adrenalina que prejudica o ato sexual. Podendo gerar desconfortos físicos, além de psicológicos. Por isso, um tratamento psicológico é de fundamental importância para te ajudar a solucionar este problema. Pois, com a psicoterapia, será possível investigar as causas emocionais que geram a ansiedade, o nervosismo e o medo que acabam interferindo no seu desempenho sexual. Espero que tenha te ajudado! Um abraço!

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Raquel Sá

Psicóloga

Niterói

Não eh normal.Procure ginecologista para identificar o diagnóstico tratando corretamente a causa da dor

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Eunice Fernandes Silva Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Ginecologista

São Paulo

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Olá. Sempre siga as orientações do seu médico. Agende a sua consulta e esclareça suas dúvidas. Na avaliação da dor pélvica, todas os órgãos pélvicos precisam ser descartados como útero, trompa, ovário, bexiga, ureter,reto, intestino, parte muscular, parte ósseas, cicatrizes, etc. Aproximadamente 60 a 80% das dores pélvicas são de causa intestinal. O mioma é um tumor benigno do útero com risco d malignidade muito baixo e presente em 40 a 80% das mulheres. Apenas 20% das mulheres com miomas apresentam algum sintoma e necessitam de algum tratamento, como sangramento uterino anormal, dor pélvica, cólicas menstruais, infertilidade, etc. O mioma pode gerar dor pélvica por compressão das estruturas adjacentes. Isso ocorre quando o mioma adquire grandes dimensões. O seu médico consegue fazer a avaliação inicial, solicitar o exames necessários e iniciar o tratamento. Converse com o seu médico. Esclareça suas dúvidas.Discuta o seu diagnóstico e tratamento.

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Dr. Heitor Leandro Paiva Rodrigues Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Ginecologista

Ribeirão Preto

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A musculatura do diafragma pélvico é composta por músculos profundos que tem a função de sustentação dos órgãos pélvico-abdominais, permitem a mecânica do esvaziamento/continência (inclusive aos esforços) da bexiga e do reto, e na resposta sexual. Sendo eles: transverso profundo, esfíncter da uretra, coccígeo e elevadores do ânus. A alteração nesse conjunto muscular pode levar às incontinências, constipação, dores pélvicas, e disfunções sexuais tanto em homens quanto mulheres!

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Dra. Danielly Fialho Amado

Fisioterapeuta

Belém

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