Fibrilação Atrial - Informação, especialistas, perguntas frequentes.

Tudo sobre Fibrilação Atrial

Os especialistas falam sobre a Fibrilação Atrial

Fibrilação atrial é a arritmia mantida mais frequente. Muito comum entre idosos, acometendo até 10% das pessoas com 80 anos ou mais. Ela traz risco considerável de embolia para o cérebro, com consequências nefastas definitivas e até a morte. É imperativo entre as condutas adotadas, tratamento para reduzir a coagulação do sangue. Temos de identificar os pontos de gravidade em cada paciente, para melhor definir o tratamento, considerando os riscos e benefícios das medidas. Ao paciente é explicado em detalhes o que pode ocorrer de bom e ruim, com cada medicação empregada. Casos são encaminhados para reversão, outros, para controle dos batimentos cardíacos e, alguns para Ablação dos focos.
Dr. Joel Alves Pinho Filho
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Cardiologista, Médico clínico geral

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Salvador

A fibrilação atrial ou FA é a arritmia cardíaca mais comum na prática diária, acomete principalmente pessoas acima dos 60 anos e pode estar associada a uma série de condições clínicas como hipertensão, diabetes, abuso de álcool, doenças que afetam o músculo e as válvulas cardíacas, etc. Porém, não é incomum pessoas sem qualquer alteração cardíaca desenvolver a FA. Essa arritmia geralmente provoca uma aceleração e uma irregularidade no ritmo cardíaco e pode provocar uma série de sintomas como palpitações, cansaço, falta de ar, fadiga, etc. Além de ser responsável por um terço de todos os casos de acidente vascular cerebral (AVC ou derrame cerebral).
Dr. Acácio Fernandes Cardoso
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Cardiologista

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São Paulo

A Fibrilação Atrial (FA) é a arritmia mais comum no mundo. Nela os átrios passam a ter centenas de estímulos elétricos por minuto, deixando de haver uma contração eficaz dos átrios e levando os ventrículos a batimentos irregulares e com frequência elevada. Esses são os mecanismos para as duas principais complicações da FA: taquicardia com frequências muito altas e formação de trombos nos átrios capazes de provocar um Acidente Vascular Cerebral (AVC). São nesses dois pilares que o tratamento se baseará, o uso de antiarrítmicos para controle da frequência ou ritmo cardíaco, e o uso de anticoagulantes para prevenir um AVC.
Leonardo Fernando Ferrari Nogueira
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Cardiologista, Médico clínico geral

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São Paulo

Fibrilação Atrial consiste na arritmia crônica sustentada mais prevalente na população, com percentuais de 0,4%, podendo chegar a 2% em pacientes acima dos 60 anos. Associada em cerca de 90% dos casos a uma doença cardíaca de base, constitui importante fator de risco para morte de causas gerais, acidente vascular cerebral e insuficiência cardíaca. O tratamento baseia-se num tripé constituído por: 1) Reversão ao Ritmo Sinusal ( ritmo cardíaco normal) sempre que possível. 2) Controle da Frequência Cardíaca. 3) Prevenção de eventos trombo embólicos, umas vez que a sua mais temida complicação é o acidente vascular cerebral. O acompanhamento cardíaco deve ser regular e por toda vida.
Jairo Maia
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Cardiologista, Médico clínico geral

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Santo André

A fibrilação atrial é uma das arritmias cardíacas mais comuns e estima-se que esteja presente em mais de 2% da população com mais de 60 anos. Caracteriza-se por batimentos cardíacos rápidos e irregulares que podem ou não ser percebidas pelos pacientes. Seu diagnóstico e acompanhamento é muito importante porque pacientes portadores de fibrilação atrial podem ter um risco maior de ter um AVC que a população geral e, por isso, tem indicação de fazer um tratamento específico para evitar esses eventos.
Dra. Raíssa Galvão Portella
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Cardiologista, Médica clínica geral

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Teresina

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Estas são as mais populares:

A fibrilação atrial ou FA torna o ritmo cardíaco irregular e geralmente acelerado ( acima de 100batimentos/minuto-bpm). Porém, uma frequência cardíaca entre 80 e 90bpm não inviabiliza o diagnóstico de FA, isso pode ocorrer e alguns fatores podem determinar essa condição.

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Dr. Acácio Fernandes Cardoso Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Cardiologista

São Paulo

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Pode sim, para controle da frequência cardíaca, mas não seria minha primeira escolha.

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Prof. Dr. Sergio Emanuel Kaiser Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Cardiologista

Rio de Janeiro

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Olá! Fibrilação atrial é a arritmia clinica mais comum, e sua prevalência aumenta muito com a idade. Logo, o Ritmonorm que você toma a princípio seria de uso indefinido, pois com o avançar da idade mais chance você tem de ter recorrência da arritmia. A ablação da fibrilação atrial é uma alternativa para diminuir a recorrência e, após alguns meses do procedimento, talvez possa ficar sem usar o antiarritmico caso seu médico julgue adequado. Quanto ao anticoagulante (no seu caso, o Pradaxa), seu uso é indefinido caso tenha fatores de risco. Neste caso, a ablação da fibrilação atrial não dispensaria a necessidade de continuar usando a medicação como prevenção de AVC isquêmico decorrente da fibrilação atrial.

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Dr. Vinícius Pinheiro Santos Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Cardiologista

São Paulo

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A presença de Fibrilação atrial, deve ser vista com preocupação, sobretudo para uma pessoa hipertensa e sintomática, como é o seu caso. Essa é uma arritmia complexa, que exige abordagem específica para cada caso. Assim, busque ajuda profissional para obter o melhor tratamento para o seu problema.

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Dr. Joel Alves Pinho Filho Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Cardiologista, Médico clínico geral

Salvador

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