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Os especialistas falam sobre a Otosclerose

A otosclerose (ou otospongiose) fenestral é uma doença caracterizada pelo desenvolvimento de um foco de osso anormal junto à platina do estribo (ossículo da audição; menor osso do corpo humano), tornando-o imóvel. Como o movimento deste osso é fundamental para transferir a energia sonora para a cóclea, quando isso acontece o indivíduo evolui com uma perda condutiva da audição. A substituição de parte do estribo por uma prótese, cirurgia chamada Estapedotomia, pode restabelecer este mecanismo de condução, melhorando a audição. Alguns tratamentos clínicos (com Alendronato e Fluoreto de Sódio) são descrito com eficácia em alguns casos específicos. Aparelhos auditivos também podem ser úteis.
Dr. Édio Cavallaro
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Otorrino

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Rio de Janeiro

A otosclerose é resultado do crescimento ósseo anormal ao redor de um ossículo da audição chamado estribo, o que causa redução na sua mobilidade e consequentemente diminuição da transmissão sonora. Mais raramente, essa desordem óssea pode se estender para o ouvido interno. Tem predisposição genética e inicia geralmente na idade adulta. Acomete 10% da população branca e 2x mais mulheres que homens. O diagnóstico provável é realizado pelo exame de audiometria. Algumas vezes exames de imagem como uma tomografia computadorizada pode ser solicitada. Sintomas: Perda auditiva uni ou bilateral. Em alguns casos zumbidos e tontura.
Dr. Paulo Sergio Trabuco Dorea
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Otorrino

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Salvador

A otosclerose ou otospongiose é uma doença que possui caráter genético/hereditário, porém, de causa indeterminada. Originada através da remodelação e neoformação óssea, dentro do ouvido médio, principalmente na região do estribo, impedindo a vibração normal da cadeia ossicular, levando à perda auditiva progressiva que pode ser unilateral ou bilateral, ou seja, em um ou nos dois ouvidos. A perda auditiva causada pela doença pode ser tratada com uma microcirurgia para retirada do estribo calcificado e colocação de uma pequena prótese dentro do ouvido, fazendo com que o paciente volte a ouvir novamente. Procure um otorrino especializado em cirurgia otológica para mais informações.
Luiz Patrial Netto Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

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Curitiba

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Estas são as mais populares:

A Otosclerose ainda é uma doença com causa e mecanismo não muito bem estabelecidos. Sabe-se que tem relação com a idade, é mais comum em mulheres e há alguns pesquisadores que defendem a idéia de que seja influenciada por hormônios, o que poderia levar a uma piora na gestação, mas a causa não seria a gravidez em si.

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Dra. Carolina Brotto de Azevedo

Otorrino

Ribeirão Preto

Tudo depende muito de analisar seu caso mais aprofundadamente. Dependendo dos achados, acredito que ainda pode-se considerar a cirurgia de Estapedotomia / Estapedectomia. Não estou em posição de discordar nem concordar com seu médico e certamente ele deve ter os motivos dele para chegar a esta conclusão, mas , repito, tudo depende de uma análise mais profunda do seu caso, ou seja, uma segunda opinião.

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Dr. Sandro Sérgio Muniz da Silva Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

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Mogi das Cruzes

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Fique tranquilo. Muitas vezes o acúmulo de sangue , o edema e o "gelfoam" que muito se utiliza nesta cirugia pode dar esta sensação nas primeiras semanas após a cirurgia. Depois costuma melhorar. Importante sim é que você mantenha o acompanhamento com seu médico para que ele possa ir te orientando neste período. Um grande abraço!

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Dr. Sandro Sérgio Muniz da Silva Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

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Mogi das Cruzes

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Boa noite, Não, não ha relação entre a prática de esportes e a presença do quadro de otosclerose, o que ocorre é que a otosclerose pode ser abordada de 2 maneiras distintas: Através de Aparelhos de Amplificação Sonora Individual ( popular aparelho de surdez) que não apresentam qualquer contra indicação à pratica esportiva; ou através da estapedotomia, uma cirurgia em que uma prótese de material inerte é colocada na orelha média para substituir a função dos ossículos (martelo, bigorna e estribo) afetados pela doença, e a colocação dessa prótese de fato contra indica a maioria das atividades por um certo período de tempo e algumas poucas atividades tais como mergulho com cilindro não são mais permitidas colocando em risco a cirurgia. Espero ter ajudado

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Dr. Raul Fino Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

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Santo André

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