Pré-eclâmpsia - Informação, especialistas, perguntas frequentes.

Tudo sobre Pré-eclâmpsia

Os especialistas falam sobre a Pré-eclâmpsia

A pré-eclâmpsia é um transtorno materno no qual, dentre outras alterações, a pressão da mãe aumenta e o fluxo de sangue para o bebê se altera. Isso pode levar a várias consequências, como a restrição de crescimento do bebê. Só quem está constantemente atualizado pode lhe oferecer o melhor acompanhamento e proporcionar as melhores condições de nascimento para o bebê.
Frederico Vilanova Monken
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Ginecologista

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Belo Horizonte

A pré-eclâmpsia começa geralmente após 20 semanas de gestação em mulheres com pressão arterial normal. Pode acarretar complicações graves, até mesmo fatais, para a mãe e o bebê. Às vezes, não há sintomas. Pressão arterial elevada e proteína na urina são as principais características. Também pode haver inchaço nas pernas e retenção de líquido, mas pode ser difícil de distinguir de uma gestação normal. Geralmente, é possível controlar a pré-eclâmpsia com medicação oral ou IV até que o bebê esteja suficientemente maduro para a realização do parto. Convém pesar os prós e contras dos riscos de um parto prematuro frente a continuação dos sintomas da pré-eclâmpsia.
Dr. Erastos Brancalhão
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Ginecologista

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Birigui

A pré-eclampsia é uma doença característica da segunda metade da gestação. Acontece em pacientes que têm elevação da pressão sanguínea e perda de proteínas na urina. O acompanhamento pode ser ambulatorial (em casa e consultório) ou intrahospitalar (internada). Vários exames (de sangue e ecografia) são realizados para garantir o bem estar materno e fetal. Medicações para controle da pressão são obrigatórias e as consultas são semanais para avaliação da pressão e bem-estar geral. O parto é o tratamento e é, preferencialmente, normal, mas pode ser indicada cesariana caso haja algum impedimento para o parto normal ou risco (pra mãe ou feto) que obrigue uma rápida resolução do quadro.
William Leite Lemos Junior
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Ginecologista

Pré-eclampsia é o surgimento de pressão alta na gravidez ou no período pós-parto, associada à perda de proteína na urina ou alterações renais, hepáticas e neurológicas, entre outras. O acompanhamento pré-natal é fundamental para o diagnóstico e seguimento dessas alterações, através de exame clínico criterioso e de exames laboratoriais e de imagem. Essa condição pode causar complicações graves para a gestante, para o bebê ou para ambos. No entanto, quando a assistência pré-natal e a vigilância durante o parto e após o nascimento são realizadas de maneira adequada, mãe e bebê ficarão saudáveis na grande maioria dos casos.
Dra. Julia Freitas

Ginecologista

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Rio de Janeiro

A Pré-eclâmpsia (PE) é uma doença da placenta. A placenta é o órgão mais importante do feto, pois ela exerce a função do pulmão, dos rins, dos intestinos, das glândulas e do fígado. Logo, uma placenta com um funcionamento inadequado poderá comprometer o bem estar fetal. Estágios avançados da PE cursam com a aumento da pressão arterial materna às custas de múltiplas alterações vasculares e sistêmicas. O tratamento definitivo para a PE é o parto. Quando o parto é muito precoce, causa o nascimento de um bebê prematuro com todas as suas consequências. Doenças mais graves cursam com convulsões maternas, hemorragias e falência de órgãos. Poderá ser evitada se gestantes de risco forem Triadas
Dr. Fabio Batistuta de Mesquita
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Ginecologista

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Nova Lima

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Nossos especialistas responderam 34 perguntas sobre Pré-eclâmpsia.

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Estas são as mais populares:

Sua gestação inspira cuidados. A pré-eclâmpsia é doença que geralmente se repete em gestações subsequentes, e a idade acima de 35 anos aumenta o risco de desenvolvimento desta doença. Seu pré-natal deve ser realizado por profissionais acostumados a lidar com gestações de alto risco, e deverá ser submetida a exames rotineiros para tentar detectar precocemente a doença, como ultrassonografia, dopplerfluxometria, exames de sangue e urina. Atualmente se entende que o uso de aspirina em baixas doses pode prevenir o desenvolvimento da doença. Converse com seu obstetra sobre isso e siga corretamente suas orientações.

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Dr. Antonio Paulo Stockler Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Ginecologista

Rio de Janeiro

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Vou responder sua pergunta lhe fazendo outra. Você engravidaria novamente sabendo que nessa nova gestação você vai ter também pre-eclampsia? Se sua resposta é não, penso que vc não deveria engravidar novamente pois não há garantia de que você não desenvolverá novamente a doença, seja lá qual for seu risco, de 10 ou de 50%. Mas se seu desejo é tão grande que você topa encarar novamente uma gestação de alto risco, então engravide e vamos torcer para que vc não desenvolva novamente a doença. O fator determinante não é o risco mas sim o seu desejo de uma nova gestação.

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Dra. Marisabel Boere de Moraes Reis Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

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Salvador

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Olá. Nunca inicie uma medicação anticoncepcional sem a ajuda do seu médico. Nem todas as mulheres podem usar qualquer anticoncepcional. Essas medicações podem estar associadas a eventos graves como trombose. O uso errado pode aumentar o risco de uma gravidez indesejada, como ocorreu com você. Use o ácido fólico. Faça o pré-natal corretamente. Existem um risco maior de pré-eclampsia nesta gravidez atual. Converse com o seu médico. Esclareça suas dúvidas.

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Dr. Heitor Leandro Paiva Rodrigues Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Ginecologista

Ribeirão Preto

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Olá. Não há restrições para que você engravide novamente. Apenas creio que seja necessário um acompanhamento bastante intenso, a fim de evitar malefícios maiores. Não é uma patologia que você obrigatoriamente terá, mas há mais chances de desenvolvê-la. A disposição.

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Dr. Paulo Henrique Di Rocco Santos Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

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São Paulo

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