Transtorno bipolar - Informação, especialistas, perguntas frequentes.

Tudo sobre Transtorno bipolar

Informação sobre Transtorno bipolar

A pessoa com transtorno bipolar é caracterizada por sofrer muitas mudanças de humor e de níveis de atividade. Especificamente, são produzidas oscilações exagerada e periódicas de três estados de espírito: deprimido, eufórico e maníaco (aceleração). Estudos indicam que o transtorno bipolar pode ser congênito pela falta de estabilidade na transmissão dos impulsos nervosos no cérebro. A alteração cerebral alterada traz mais vulnerabilidade quando confrontada com eventos de vida estressantes que desencadeiam episódios maníaco-depressivos.

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Os especialistas falam sobre a Transtorno bipolar

O transtorno bipolar é uma alteração do humor do indivíduo que vai além de tristeza e alegria. Portanto não necessariamente estamos falando de uma patologia na qual o individuo cicla entre depressão e euforia e somente em casos raros a pessoa acorda de um jeito e vai dormir de outro como é a crença popular. Trata-se de uma doença crônica, sem cura definitiva, mas que pode ser controlada de forma eficaz e o portador pode levar sua vida normalmente. É fundamental que o paciente seja orientado a como perceber e lidar com as fases assim pode ser feita uma intervenção precoce. Há uma série de tratamentos que beneficiam o paciente e permitem que ele leve uma vida normal.
Dr. Douglas Motta Calderoni

Psiquiatra

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São Paulo

A pessoa passa por fases de depressão que duram, ao menos 2 semanas e fases de mania por, ao menos 1 semana. Na mania, o estado de humor é eufórico (muitíssimo alegre); a energia fica muito aumentada, inquieta; dorme pouco e não sente falta do sono; as idéias passam muito rápido pela cabeça, fica muito falante e muda de um assunto para outro; mais desinibida; tem interesse aumentado por coisas religiosas, se expõe mais a riscos pensando que nada de mal pode lhe acontecer; faz gastos compulsivamente e se empolga excessivamente com planos pessoais. O transtorno se deve a um distúrbio neuroquímico, mas além controle com medicação, psicoterapia, apoio familiar e informação são essenciais.
Dr. Rafael Ventura Lima
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Psiquiatra

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São Paulo

Para o tratamento do Transtorno Bipolar, a Psicoeducação é de fundamental importância. Somente conhecendo o transtorno a fundo, o paciente pode entender o que está acontecendo com ele e saber os caminhos para a melhora. Se o paciente não souber do seu problema, ele não buscará a ajuda adequada no momento certo. Ele também não ficará firme no tratamento, ocasionando recidivas e recaídas de episódios de mania e depressão.
Dr. José Mauro Barbosa Reis
Dr. José Mauro Barbosa Reis Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Psiquiatra

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Belo Horizonte

O humor contempla o afeto e a vontade e é uma função mental essencial para o estabelecimento de laço social. No Transtorno Afetivo Bipolar há grave desequilíbrio do humor , cursando com fases de depressão e humor exaltado em intensidade severa a ponto de causar desajuste social, maior abuso de drogas e risco de suicídio. Há uma grande dificuldade de reconhecimento deste transtorno, sendo que a média de intervalo entre o início dos sintomas e do tratamento costuma ser de 10 anos. O tratamento consiste em medicamentos como os estabilizadores de humor e a psicoterapia que busca tratar a particularidade de sofrimento de casa pessoa frente aos sintomas vivenciados.
Dra. Sheila Hauck Barbosa

Psiquiatra

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Santo André

O paciente apresenta períodos de euforia (mania) alternados com depressão. A euforia deve durar ao menos 1 semana - geralmente tem duração maior – com sintomas como irritabilidade, diminuição de sono, gastos excessivos, aumento da pressão por falar, agitação, autoestima exacerbada, pensamento acelerado. O tratamento consiste em uso de medicações estabilizadoras do humor e antipsicóticos – ainda não possui cura mas pode ter controle e é importante que o paciente, mesmo estável, não abandone o tratamento. Durante a consulta é feito uma investigação do histórico pessoal e familiar, exames para diagnósticos diferenciais. O objetivo do tratamento é que o paciente tenha uma vida normal
Dra. Vivian Machado
Dra. Vivian Machado Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Psiquiatra

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Rio de Janeiro

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Estas são as mais populares:

O apoio da família ao paciente portador de Transtorno Bipolar é de extrema relevância. Tendo em vista que as alterações de humor constantes dificultam no convívio. No entanto a família deve levar em consideração que essas mudanças constantes de humor são de ordem neuroquímica e que o paciente necessita de cuidados especiais. Sendo necessário o acompanhamento psicoterapêutico e, dependendo do grau do transtorno, da mesma forma o tratamento com psicotrópicos. Uma boa dose de paciência, principalmente no ínicio do tratamento vai motivar o paciente a continuar lutando para vencer a psicopatologia. A psicoterapia que utiliza métodos catárticos vai possibilitar o aprendizado do paciente em lidar com seus próprios impulsos. A família pode auxiliar na escuta, fazendo com que o paciente se sinta acolhido e amparado. Um alerta: esses pacientes tem risco de suicídio, por conta do sentimento de culpa. O transtorno bipolar tem cura, desde que haja interesse e apoio da família.

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Ciliane Lucia Petranski Do Prado

Psicóloga

Curitiba

O que pode fazer um paciente ficar impedido de dirigir um carro não é especificamente o transtorno bipolar em si, mas sim o uso de algumas medicações que podem ter um efeito sedativo e diminuir os reflexos do paciente (durante o tratamento), aumentando também a sonolência, por exemplo. Outro fator que pode prejudicar a capacidade de direção e coloca-lo em risco é o período de crise dentro do transtorno, tanto um episódio de mania/hipomania, onde o paciente acaba assumindo uma atitude com mais perigosa e destemida, tem aumento da agressividade, pode aumentar a irritabilidade no trânsito, etc, ou então um episódio depressivo, que pode também prejudicar a sua capacidade funcional da direção. Mas é importante destacar que, caso o paciente esteja sendo adequadamente tratado,esteja sendo corretamente medicado, esteja em acompanhamento com um psicólogo em conjunto com o psiquiatra e não esteja em nenhum episódio de crise, a vida dele vai ser bastante normal, com uma ótima qualidade de vida!

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Dr. Luiz Henrique Junqueira Dieckmann Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Psiquiatra

São Paulo

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Acredito que o grande problema seja o contato com arma de fogo. Mesmo com a pessoa fazendo um tratamento responsável e tendo bom controle não é possível garantir que nunca mais na vida ela volte a ter um episódio de depressão (havendo risco de suicídio) ou de mania (havendo risco de usar a arma contra terceiros). Seria uma situação semelhante ao paciente com epilepsia e direção de máquinas pesadas. Não importa o quão bom seja o controle, não é possível garantir 100% de ausência de risco.

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Tomás Rotelli de Olivieira Ferreira Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Psiquiatra

Uberaba

Baseado nessa prescrição, imagino que você esteja tratando algum transtorno de ansiedade. O ideal é evitar o uso de cafeína (especialmente energéticos), que pode provocar sintomas como tremor, coração acelerado, palpitações, entre outros.

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Dr. David Gomide Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Psiquiatra

Uberlândia

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