ola minha irma tem sindrome do panico faz tratamento a 10 meses por...

Olá. Diante deste quadro, você não pode descuidar. Converse com o psicólogo que a atende e procure compreender o que pode estar dificultando a melhora. Talvez alguma mudança de procedimento pode ajudar. Converse também com sua irmã para entender o tipo de vínculo que ela estabeleceu com o profissional. Este vínculo tem que ser saudável e ela tem que confiar, caso contrário o resultado é mais difícil. Experimente.

Primeiramente é urgente a avaliação de um psiquiatra para determinar corretamente o diagnóstico e o plano terapêutico. pensamentos suicidas não são associados com pânico e sim com outros transtornos, como a depressão e o tratamento medicamentoso é fundamental, dependendo da gravidade, como parece o caso. além disso, as crises devem ser controladas também com medicação para que o paciente tenha uma boa qualidade de vida. Depois de estabilizados os sintomas, pode-se manter o tratamento psicoterapêutico. Boa sorte, Leonardo.

Ola, acredito que vc precise conciliar o tratamento psicoterapêutico sim com a psiquiatria, as vezes o uso de medicamentos nesses casos podem ser facilitador para os resultados da psicoterapia aplicada pelo psicologo, porem tem que ser seguido com seriedade e sequencia, porem algo que me preocupou em seu relato também foi o fato das paradas respiratórias, seria interessante tb fazer uma avaliação com cardiologistas por desencargo de consciência....mas a psicoterapia é algo fundamental! me deixo a disposição.

Olá! É importante saber como sua irmã tem se sentido na terapia, se consegue dividir completamente seus conflitos e angústias. Ás vezes a empatia não acontece com o primeiro profissional que procuramos e sem ela o tratamento não é efetivo. Para complementar o cuidado, não dispensaria a avaliação psiquiátrica, que auxilia com medicamentos tanto nas situações de crise quanto em sintomatologias complexas, como a ideação suicida. Essa ideação não faz parte do transtorno do pânico, é preciso atenção.

Havendo ideação suicida, é necessário que procure um psiquiatra o mais rápido possível, tem casos em que não são necessários medicamentos, é apenas com a psicoterapia resolvem, porém em outros o medicamento é fundamental.
Mantendo a terapia concominantemente ao tratamento psiquiátrico, terão excelentes melhoras.

Bom dia!
Neste caso é importante a busca de um psiquiatra para que seja feito um diagnóstico e posteriormente a introdução de medicamento. A terapia cognitivo-comportamental concomitante ao uso de medicamentos costuma dar um resultado mais rápido. Talvez,como o colega falou, é preciso verificar este vínculo com o terapeuta, qual linha este terapeuta trabalha (pois o paciente pode não ter resultados com uma linha de trabalho e quando muda tem resultados positivos).
À disposição.

Conforme mencionado acima, é fundamental que tenha uma avaliação psiquiatra.
A terapia comportamental cognitiva junto pode ajudar bastante, pois vai trabalhar as contingências que está desencadeando as crises.
Conforme o colega mencionou acima, o paciente que apresenta idéias suicidas é importante ser medicado, neste caso acredito que seria necessário rever o tratamento.
Abraço,

É necessário avaliar a medicação que essa paciente está tomando e caso não esteja deve buscar um psiquiatra. A hipnose e EMDR são muito eficazes nesse caso. Pergunte ao profissional que a acompanha se tem utilizado essas técnicas.

Os colegas acima já disseram tudo: avaliação psiquiátrica, acompanhamento psicoterápico concomitante!

Olá, você não disse em seu comentário se ela já passou com um Psiquiatra para avaliação medicamentosa,muitas pessoas tem preconceito quanto a medicação psiquiátrica, mas muitas vezes é necessária, Converse com o Psicólogo, você pode trazer fatos relevantes para ajudar na psicoterapia, as crises seguidas pode ter ligação com algum fato atual que agravou a situação. Não deixe de participar do tratamento, a família é muito importante para o paciente. Abraço!

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