Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC) - Informação, especialistas, perguntas frequentes.

Tudo sobre Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC)

Os especialistas falam sobre a Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC)

A questão da neurose obsessiva coloca o sujeito em uma série de rituais de comportamentos, ideias e pensamentos repetitivos que, muitas vezes, o impede de fazer suas atividades regulares e de se relacionar livremente com as demais pessoas. O tratamento recomendado é a psicoterapia/análise com um psicanalista.
Nadir Lara Junior
Nadir Lara Junior Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Psicanalista, Psicólogo

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Curitiba

O Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC) é caracterizado por ideias, imagens ou pensamentos intrusivos, indesejáveis e recorrentes, ou impulsos que parecem tolos, sobrenaturais, sórdidos, ou horríveis e que causam extrema ansiedade e aflição (obsessões), ou por urgências em fazer algo que vá diminuir o desconforto devido às obsessões (compulsões). As obsessões mais comuns são a contaminação, dúvida, perda e agressividade. As pessoas com TOC se sentem compelidas à executar comportamentos intencionais, repetitivos, propositais, chamados de rituais para equilibrar suas obsessões: lavando-se devido à contaminação, checar, esconder coisas, duvidar, contar, organizar, repetir palavras, etc.
Dr. Alexandre Proença
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Psiquiatra

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Rio de Janeiro

O transtorno obsessivo compulsivo(TOC) deve ser tratado com uma técnica conhecida com Exposição com Parada de Resposta (EPR). Ela consiste basicamente em expor o paciente à situação que ele evita e trabalhar para que o paciente não caia na tentação de agir compulsivamente. Vamos a um exemplo prático bem reduzido: uma pessoa que tenha compulsão de lavar as mãos sempre que pega em uma maçaneta de porta. Então, com auxílio do terapeuta esse paciente iria pegar na maçaneta e simplesmente não iria lavar as mãos. Ele só poderia lavar as mãos quando não estivesse mais ansioso. Esse tratamento tem sido o mais eficaz para tratar TOC.
Ricardo Daud Amadera
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Psicólogo

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São Paulo

O TOC é um transtorno de ansiedade no qual os aspectos principais são a ocorrência repetida de obsessões e/ou compulsões de gravidade suficiente a ponto de consumir mais de 1 hora por dia e/ou causar sofrimento acentuado ou prejuízo funcional. As obsessões são normalmente associadas a uma elevação da ansiedade, sofrimento e culpa, acompanhadas por uma compulsão que visa reduzir ou eliminar a ansiedade ou desconforto causado pela obsessão. A terapia cognitiva é muito efetiva para o tratamento do TOC, pois ensina o paciente a enfrentar o distúrbio entre as sessões.
Fabio Souza

Psicólogo

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São Paulo

O TOC se caracteriza por pensamentos recorrentes dos quais a pessoa não possui controle e são repulsivos, conflitantes com sua moral; e comportamentos que o indivíduo reconhece como absurdos ou exagerados. Pode estar relacionados a checagem, perfeccionismo, superstição, organização excessiva, contaminação de sujeiras, medo de contrair doenças, pensamentos (de conteúdo relacionado a violência, blasfêmia ou sexualidade), repetições (inclusive mentais), acúmulo de objetos sem utilidade. Sabe-se que o neurotransmissor Serotonina está implicado em sua causa e que o córtex frontal e os gânglios da base são regiões cerebrais mais afetadas. O transtorno é tratável com medicação e terapia.
Dr. Rafael Ventura Lima
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Psiquiatra

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São Paulo

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Estas são as mais populares:

Sim, o TOC é o "sintoma" de algo que não vai bem e está acumulando tensão. A avaliação e acompanhamento psiquiátricos são importantes e a terapia psicológica vai lhe permitir acessar as questões que não estão encontrando uma via saudável de expressão e se manifestam através do TOC. O acesso a essas questões vai lhe permitir uma resignificação de tudo isso e o sintoma tende a dissipar e até desaparecer quando você encontrar recursos para lidar com elas.

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Naira Caroline Teixeira Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Psicóloga

Vitoria

Pelo relato é possível identificar que tais comportamentos apresentados por seu marido geram comprometimentos nos relacionamentos interpessoais e na qualidade de vida do mesmo. Contudo, sem avaliação presencial, fica difícil falar se correspondem a "sintomas psiquiátricos" ou "se é grave". Para isso, se torna necessária a avaliação do mesmo por profissional especialista. Por outro lado, mesmo que seu esposo não apresente quadro psiquiátrico, entendo que o mesmo pode se beneficiar de processo psicoterápico para que possa melhor manejar as dificuldades descritas na pergunta. Vale ressaltar que, para esta finalidade, é necessário que ele esteja disposto a encarar o acompanhamento em psicoterapia. Atenciosamente.

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Marina de Marco e Souza

Psicóloga

São Paulo

Olá! Primeiro é necessário entender a intensidade e a frequência destes pensamentos para podermos classificá-los como obsessivos. Se de fato estiverem dentro da sintomatologia do TOC, é aconselhável a visita a um psiquiatra pra ver a necessidade de intervenção medicamentos e iniciar um processo com um psicólogo para entender como estas músicas se tornaram obsessivas em seus pensamentos e traçar métodos para "se livrar" delas.

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Tibério Régis Mendonça Gurgel Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Psicólogo

Fortaleza

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É importante retornar ao médico para avaliar este novo sintoma que você comenta e se haveria relação com o medicamento. No entanto, a experiência clínica nos mostra que a medicação apóia o paciente em sua sintomatologia, mas outros podem surgir, assim como na retirada dos medicamentos podem retornar em maior intensidade. Isto acontece quando apenas é feito tratamento medicamentoso. A associação com psicoterapia ou análise pode ajudar o paciente ao oferecer um espaço para falar sobre sintomas, seus efeitos, o que faz para lidar com eles, etc.

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Bárbara Adele de Moraes Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Psicanalista, Psicóloga

Sorocaba

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