Transtorno Obsessivo-Compulsivo - Informação, especialistas, perguntas frequentes.

Tudo sobre Transtorno Obsessivo-Compulsivo

Os especialistas falam sobre a Transtorno Obsessivo-Compulsivo

O TOC se caracteriza por pensamentos recorrentes dos quais a pessoa não possui controle e são repulsivos, conflitantes com sua moral; e comportamentos que o indivíduo reconhece como absurdos ou exagerados. Pode estar relacionados a checagem, perfeccionismo, superstição, organização excessiva, contaminação de sujeiras, medo de contrair doenças, pensamentos (de conteúdo relacionado a violência, blasfêmia ou sexualidade), repetições (inclusive mentais), acúmulo de objetos sem utilidade. Sabe-se que o neurotransmissor Serotonina está implicado em sua causa e que o córtex frontal e os gânglios da base são regiões cerebrais mais afetadas. O transtorno é tratável com medicação e terapia.
Dr. Rafael Ventura Lima
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Psiquiatra

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São Paulo

Segundo os critérios do DSM-IV, o TOC é descrito como um transtorno psiquiátrico caracterizado pela presença de obsessões e/ou compulsões, capazes de interferir com o funcionamento normal do indivíduo. Essas obsessões ocorrem por no mínimo uma hora por dia, promovendo significativo sofrimento ou comprometimento social para o indivíduo.O tratamento psicoterápico na abordagem da Gestalt-terapia para o portador desse transtorno irá propor por meio de recursos,técnicas criativas e eficientes,facilitando assim,o desenvolvimento do auto-suporte,a capacidade de fazer escolhas, digerir e a organização da própria existência,criando e descobrindo sua própria personalidade.
Dra. Monica Araujo Rodrigues Elisiario
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Psicóloga

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Belo Horizonte

O transtorno obsessivo compulsivo(TOC) deve ser tratado com uma técnica conhecida com Exposição com Parada de Resposta (EPR). Ela consiste basicamente em expor o paciente à situação que ele evita e trabalhar para que o paciente não caia na tentação de agir compulsivamente. Vamos a um exemplo prático bem reduzido: uma pessoa que tenha compulsão de lavar as mãos sempre que pega em uma maçaneta de porta. Então, com auxílio do terapeuta esse paciente iria pegar na maçaneta e simplesmente não iria lavar as mãos. Ele só poderia lavar as mãos quando não estivesse mais ansioso. Esse tratamento tem sido o mais eficaz para tratar TOC.
Ricardo Daud Amadera
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Psicólogo

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São Paulo

Para ser caracterizado TOC, é necessário que haja obsessões ou compulsões graves o suficiente para causar um sofrimento ao paciente. Obsessões são pensamentos, sentimentos, ideias recorrentes e intrusivas (ou seja, invasivas, difíceis de controlar). Já a compulsão é um comportamento consciente, como contar, verificar, evitar, feito de forma a diminuir a angústia causada pela obsessão. O TOC é muito mais comum em crianças e adolescentes do que se imaginava. Na população em geral, o TOC é o quarto diagnóstico psiquiátrico mais comum. Para o tratamento, é necessário o uso de medicamentos, orientação familiar e acompanhamento psicopedagógico e psicoterápico para melhorar a autoestima.
Dr. Pedro Henrique Costa Meneses
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Psiquiatra

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Vitoria

O TOC se caracteriza pela presença de obsessões e compulsões. Obsessões são pensamentos, ideias, impulsos ou imagens indesejadas que se repetem constantemente. As compulsões são comportamentos ou respostas mentais repetitivas usadas na tentativa de aliviar o sofrimento. O TOC quando não é tratado pode levar a pessoa a desenvolver outros transtornos e a piorar os sintomas obsessivos.
Dr. Nevile Luiz Turatti
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Psicólogo, Sexólogo

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Sinop

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Estas são as mais populares:

Sim, o TOC é o "sintoma" de algo que não vai bem e está acumulando tensão. A avaliação e acompanhamento psiquiátricos são importantes e a terapia psicológica vai lhe permitir acessar as questões que não estão encontrando uma via saudável de expressão e se manifestam através do TOC. O acesso a essas questões vai lhe permitir uma resignificação de tudo isso e o sintoma tende a dissipar e até desaparecer quando você encontrar recursos para lidar com elas.

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Naira Caroline Teixeira Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Psicóloga

Vitoria

Pelo relato é possível identificar que tais comportamentos apresentados por seu marido geram comprometimentos nos relacionamentos interpessoais e na qualidade de vida do mesmo. Contudo, sem avaliação presencial, fica difícil falar se correspondem a "sintomas psiquiátricos" ou "se é grave". Para isso, se torna necessária a avaliação do mesmo por profissional especialista. Por outro lado, mesmo que seu esposo não apresente quadro psiquiátrico, entendo que o mesmo pode se beneficiar de processo psicoterápico para que possa melhor manejar as dificuldades descritas na pergunta. Vale ressaltar que, para esta finalidade, é necessário que ele esteja disposto a encarar o acompanhamento em psicoterapia. Atenciosamente.

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Marina de Marco e Souza

Psicóloga

São Paulo

Essa é uma pergunta muito, muito complexa. São doenças completamente diferentes, com evoluções bastante distintas e tratamentos singulares. Além disso, ainda existe a resposta individual de cada paciente para cada tratamento de cada uma dessas enfermidades. Oriento fortemente que seja consultado pessoalmente, em consulta, um psiquiatra, pessoa que irá saber distinguir cada diagnóstico e instituir a terapia adequada para o paciente. Evite automedicação e autodiagnóstico. Isso pode trazer malefícios à sua saúde ou dos seus entes queridos. Atenciosamente, Dr. Geraldo Moreira.

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Dr. Geraldo Moreira Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Psiquiatra

Recife

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Isso depende de muitos fatores, principalmente se houve aumento gradual de dose e você recém aumentou a medicação. Outro fator que pode influenciar é o uso de outras medicações que possam interagir com o pristiq. Sempre informe sobre efeitos colaterais ao médico que prescreveu a medicação a você, para que ele possa orientar a melhor forma de conduzir isso e também conseguirá ver com mais clareza se o que ocorre é normal ou se necessita alguma intervenção.

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Dra. Vivian Machado Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Psiquiatra

Rio de Janeiro

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