Transtornos de déficit de atenção e do comportamento disruptivo - Informação, especialistas, perguntas frequentes.

Tudo sobre Transtornos de déficit de atenção e do comportamento disruptivo

Informação sobre Transtornos de déficit de atenção e do comportamento disruptivo

O que é?

Transtorno de déficit de atenção foi uma definição médica criada para descrever crianças sem foco, que quebram as regras e não conseguem direcionar sua vida. Porém, como esse comportamento não é exclusivo das crianças foi criada uma nova classificação internacional para enquadrar, por exemplo, os adultos que cometem crimes e fazem o uso de drogas a partir de transtornos da infância que não foram tratados de forma adequada. Essa disfunção foi nomeada de comportamento disruptivo, que tem suas principais ramificações no transtorno de conduta, transtorno do uso de substâncias e no transtorno desafiador de oposição. Ou seja, as crianças que não se enquadram nos modelos pré-estabelecidos tornam-se adultos que também são incapazes de se encaixar nos comportamentos sociais considerados adequados.

Transtorno do déficit de atenção

É um padrão apresentado por pessoas extremamente distraídas e com um estado de agitação além do comum. Normalmente acontece em crianças com idades entre seis e 12 anos podendo persistir até a vida adulta.

Transtorno de conduta

Por vezes é chamado de delinquência. Caracteriza-se por um padrão repetitivo de conduta social agressiva e desafiadora. Isso deve acontecer por ao menos seis meses para que o quadro possa ser diagnosticado dessa maneira. Trata-se de uma avaliação relativamente difícil, pois é subjetiva. Baseia-se em conceitos de moral e ética.

Transtorno do uso de substâncias

O comportamento agressivo e desafiador leva o paciente à dependência de substâncias químicas.

Transtorno desafiador de oposição

É um transtorno caracterizado pelo padrão de desobediência, desafiador e de comportamento hostil. Os pacientes discutem com todos à sua volta, não aceitam ordens e regras. Perdem facilmente o controle se seus desejos não forem atendidos.

Qual é a causa?

Não existe uma causa apontada como geradora desses comportamentos. Acredita-se que exista um fundo genético e biológico aliado ao fator ambiental.

Quais os sintomas?

Os principais sintomas presentes em todos os transtornos citados acima são a grande frequência de comportamentos agressivos e as violações habituais das regras.

Como fazer o diagnóstico?

Não há qualquer exame laboratorial ou de imagem que auxilie no diagnóstico, que deve ser feito com o exame clínico.

Qual o tratamento?

Psicoterapia e medicamentos são as opções disponíveis. Geralmente devem ser utilizadas em conjunto.

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Os especialistas falam sobre a Transtornos de déficit de atenção e do comportamento disruptivo

O processo começa com uma entrevista com os responsáveis pela criança/adolescente para verificar a queixa e as principais informações que possam estar influenciando nos problemas. Em seguida, entra-se em contato com a escola para mais informações. Escalas de comportamento são administradas aos responsáveis e professores. A seguir, a avaliação neuropsicológica é realizada por meio de testes e atividades lúdicas. Em seguida redige-se o laudo em que se reúne as informações, se faz o diagnósticos e se elabora um plano de intervenção junto com a família e a escola.

Psicólogo

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Curitiba

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Estas são as mais populares:

O Transtorno de Deficit de Atenção, muitas vezes, não tratado e diagnosticado na infância, pode ser diagnosticado na fase adolescência/adulta. Aquela questão "sempre fui assim e assado", o professor sempre me dizia isso e aquilo, ia mal nisso e aquilo e, cresceu sem um diagnóstico clinico. Isto é um ponto. Agora aquele adulto que não teve sinais e sintomas quando menor e passou a ter déficit de atenção, pode ser outras sintomatologias, como Stress, Depressão, por exemplo. O diagnóstico é, normalmente, feito entre 7 e 12 anos e , é claro, os casos não tratados serão evidentes ao logo da vida. Espero ter ajudado a elucidar a sua pergunta. Um abraço Marlene Galdino.

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Dra. Marlene Galdino Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Psicóloga

Campinas

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Nem sempre! Cada ser humano é único e singular, e por isso não há regras rígidas em diagnósticos relacionados ao psicológico, cognitivo ou emocional. Neste caso, pode ser que a criança que vive o estado constitucional intensamente vivia empolgada para ver e conhecer tudo, e portanto, não conseguia se concentrar; pode ser que a capacidade de atenção e concentração ainda não havia amadurecido satisfatoriamente na infância; No entanto, não vale a pena se ater a este fato e colocar a energia no pesar pelo tempo perdido. Coloque seu tempo e energia naquilo que pode ser feito para desenvolver agora sua capacidade de atenção e concentração! Um profissional capacitado poderá te ajudar, e muito, em poucas sessões, Um abraço, Léa

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Dra. Léa Michaan Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Psicanalista, Psicóloga

São Paulo

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Olá! Quem apresenta um padrão restritivo e repetitivo possui pouca variabilidade comportamental. Isto é, é uma pessoa que gosta sempre da mesma coisa (por exemplo, se gosta de brincar de boneca, irá querer brincar apenas disso, não aceitando variações na brincadeira), que tem uma resistência grande a tudo que é novo, como lugares novos, alimentos, rotina, vestimenta. Além disso, apresenta grande distanciamento e até repulsa de pessoas que são diferentes dela. Essas características podem estar dentro do quadro do Transtorno do Espectro Autista. Porém, é necessária uma avaliação clínica para se fechar esse diagnóstico. Espero ter ajudado! Att

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Vanessa Santiago Ximenes Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Psicóloga

Londrina

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O TDHA se carateriza pela falta de atenção, hiperatividade e impulsividade, levando o individuo relutar para realização de tarefas que exigem muito tempo e esforço mental, desistindo com mais facilidade das mesmas, justamente pela dificuldade de concentração. No TAG existe sintomas de ansiedade que se manifestam como: preocupação excessiva, nervosismo excessivo,irritabilidade, dificuldade de concentração entre outros... que podem ser crônicas e bastante invasivas. Até mesmo para questões que normalmente são "simples", ou seja, praticamente em todas as atividades e situações que pessoa vive, o que leva a uma desatenção, visto o sofrimento de ter de conviver com tais sintomas em tempo integral. Atenciosamente, Jéssica.

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Jéssica Grando

Psicóloga

São Paulo

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