Trastorno do Espectro Autista - Informação, especialistas, perguntas frequentes.

Tudo sobre Trastorno do Espectro Autista

Os especialistas falam sobre a Trastorno do Espectro Autista

A partir do último Manual de Saúde Mental – DSM-5, que é um guia de classificação diagnóstica, o Autismo e todos os distúrbios, incluindo o transtorno autista, transtorno desintegrativo da infância, transtorno generalizado do desenvolvimento não-especificado (PDD-NOS) e Síndrome de Asperger, fundiram-se em um único diagnóstico chamado Transtornos do Espectro Autista – TEA. O TEA é uma condição geral para um grupo de desordens complexas do desenvolvimento do cérebro, antes, durante ou logo após o nascimento. Esses distúrbios se caracterizam pela dificuldade na comunicação social e comportamentos repetitivos. Embora todas as pessoas com TEA partilhem essas dificuldades, o seu estado irá afetá.

Fonoaudióloga

Em geral a pessoa com Transtorno do Espectro Autista (TEA) apresenta déficits em habilidades sociais; comunicacionais; em imaginação; atenção a mudanças e a detalhes. Não existe cura para autismo, no entanto, é possível tratar seus sintomas através do uso de medicamentos; psicoterapia, fisioterapia, terapia ocupacional, terapia da linguagem e dietas que controlam o uso de glúten ou a cafeína. A psicoterapia da pessoa com TEA é focada em potencializar as habilidades sociais e comunicativas do paciente.
Victor Lawrence Bernardes Santana
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Psicólogo

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Goiânia

O Transtorno do Espectro Autista envolve, necessariamente, uma limitação na interação social e comportamentos repetitivos. Manifestações que podem demonstrar um déficit na interação social incluem: dificuldade na demonstração de afeto; dificuldade no estabelecimento de vínculos de amizades; brincadeiras solitárias; falta de empatia; limitação na comunicação verbal e não verbal, como evitar contato visual, por exemplo. Manifestações que demonstram comportamento repetitivo incluem: estabelecimento de rotina, podendo haver agressividade ou irritabilidade se houver mudança abrupta; esteriotipia motora (movimentos repetitivos); interesses restritos; reatividade anormal a estímulos sensoriais.
Dr. Demétrius de Luna Lopes Benevides
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Psiquiatra

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São João del Rei

De acordo com o DSM-5 o TEA está classificado dentro dos Transtornos do Neurodesenvolvimento, mais frequentes entre individuos do sexo masculino. No TEA, ocorrem problemas no desenvolvimento da linguagem, na interação social, nos processos de comunicação e comportamento. É comum que os pacientes apresentem fala ou movimentos esteriotipados e repetitivos, apego ou preocupações com objetos incomuns e dificuldades em aceitar mudanças. O tratamento deve ser feito preferencialmente com equipe multidisciplinar, visto que o TEA apresenta níveis de gravidade diferentes. O diagnóstico precoce auxilia para um bom prognóstico. Consulte um psicólogo.
Magaly Sarah
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Psicóloga

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Boa Vista

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Nossos especialistas responderam 32 perguntas sobre Trastorno do Espectro Autista.

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Estas são as mais populares:

Olá. Sim! O diagnóstico é possível independentemente da idade, porém o quanto mais precoce ele acontecer mais benéficos poderão ser alcançados!

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Claudia Goes

Psicanalista, Psicóloga

Guarulhos

Olá! Sim, é possível fazer um trabalho terapêutico, porém é necessário fazer uma avaliação, pois depende do quadro, já que há transtornos que vão do leve ao severo.

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Claudia Goes

Psicanalista, Psicóloga

Guarulhos

O risco de elevação dos níveis de prolactina é muito mais alto com a risperidona do que com a clorpromazina (princípio ativo do amplictil). Deixar o nível de prolactina elevado é problemático a longo prazo, reduzindo a mineralização óssea, aumentando o tamanho das mamas, reduzindo a libido, etc.

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Tomás Rotelli de Olivieira Ferreira Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Psiquiatra

Uberaba

Primeiramente, seria interessante você mandar novamente sua pergunta, porque algumas expressões que você usa estão ininteligíveis - talvez seja erro de digitação. A Ritalina* (metilfenidato) é uma medicação cuja principal indicação é o transtorno de déficit de atenção-hiperatividade (TDAH). Em alguns raros casos, é usada também para aumentar o efeito de antidepressivos, em depressões. Existem alguns estudos sobre o uso de metilfenidato para comportamentos impulsivos e dificuldades de atenção em autistas, mas ter comportamentos impulsivos e dificuldade de atenção não é o mesmo que ter o diagnóstico completo de TDAH - e os resultados destes estudos ainda são discutíveis. Assim, o metilfenidato só tem indicação devidamente comprovada, em autistas, se apresentarem TDAH. Entretanto, é compreensível que em alguns casos um médico tente uma medicação ainda não aprovada, para melhorar algum sintoma. Mas, se estiver tendo efeito negativo, é importante voltar ao médico e expor o que ocorre

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Ivan Mario Braun Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Psiquiatra

São Paulo

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