Relaxil - Indicações, posologia, efeitos adversos, perguntas frquentes

Tudo sobre Relaxil

Para que serve Relaxil

Indicações de Relaxil
Ansiolítico.


Contra-Indicações de Relaxil
Não deve ser administrado: a pacientes com hipersensibilidade aos benzodiazepínicos, ou qualquer componente do produto; durante o primeiro trimestre da gravidez; durante tratamento prolongado em mulher com risco de engravidar; a lactantes; a portadores de glaucoma de ângulo fechado.


Princípios ativos Relaxil

Composição
Cada comprimido de 3 e 6 mg contémrespectivamente: bromazepam 3 mg e 6 mg. Excipientes q.s.p. 1 comprimido.


Considerações Relaxil

Como Usar (Posologia)
Dose média para pacientes não hospitalizados: 1,5 a 3 mg, até 3 vezes ao dia. Casos graves, especialmente em pacientes hospitalizados: 6 a 12 mg, 2 ou 3 vezes ao dia. Estas doses devem ser consideradas como recomendações gerais, devendo a dose de cada paciente ser estabelecida individualmente. O tratamento de pacientes não hospitalizados deve ser iniciado com doses baixas, gradualmente aumentadas até se atingir a dose ótima. Após algumas semanas, e, no mais tardar. 3 meses, de acordo com o resultado do tratamento, deve-se tentar interromper a medicação. Um período de tratamento de 3 meses ou menos não ocasiona, em geral, qualquer problema. Caso seja necessário continuar o tratamento por mais de 3 meses, a retirada do medicamento deve ser gradual. Instruções posológicas especiais: pacientes idosos e enfraquecidos necessitam de doses menores do que as recomendadas, devido às variações de sensibilidade individual e à farmacocinética do bromazepam. - Superdosagem: quadro clínico: a superdosagem manifesta-se por estado confusional, sono profundo, relaxamento muscular, hiporreflexia e amnésia. Recomenda-se lavagem gástrica, monitoramento e tratamento convencional das alterações respiratórias e cardiovasculares. Tratamento: nos casos de intoxicação grave por quaisquer benzodiazepínicos (com sedação grave ou coma) recomenda-se o uso do antagonista específico, o flumazenil, na dose inicial de 0,3 mg E. V. com incremento de 0,3 mg a intervalos de 60 segundos, até reversão do coma. No caso dos benzodiazepínicos de meia-vida longa pode haver resedação; portanto, recomenda-se o uso do flumazenil por infusão endovenosa de 0,1 - 0,4 mg/hora, gota a gota, em glicose 5% ou cloreto de sódio 0,9%, juntamente com os demais processos de reanimação, desde que o flumazenil não reverta a depressão respiratória.


Laboratório
Dansk Flama


Precauções
Gerais: hipotonia muscular. Insuficiência respiratória descompensada. Uso em pediatria: a segurança e a eficácia ansiolíticas não estão definidas nos pacientes até 18 anos. Uso em idosos: pacientes idosos necessitam de doses menores do que as recomendadas, devido às variações de sensibilidade individual e à farmacocinética do bromazepam. Uso na gravidez: como ocorre com outros benzodiazepínicos, não deve ser afastada a possibilidade de ocorrência de danos fetais. Por isso, não deve ser utilizado nos três primeiros meses de gestação, a não ser em casos de extrema necessidade, onde os benefícios justifiquem os riscos potenciais para o feto. Uso na lactação: não é recomendado seu uso em mulheres lactantes, pois a possibilidade de passagem para o leite materno não pode ser afastada. Dependência e abstinência: pode ocorrer dependência quando da terapia com benzodiazepínicos. O risco é mais evidente em pacientes com uso prolongado, altas doses, e, particularmente, em pacientes predispostos, com história de abuso de drogas, alcoolismo ou outros distúrbios psiquiátricos graves. No sentido de minimizar o risco de dependência, o bromazepam só deve ser prescrito após cuidadosa avaliação quanto à indicação, devendo ser administrado por período de tempo o mais curto possível. A duração prolongada do tratamento só se justifica após avaliação cuidadosa dos riscos e benefícios. O início dos sintomas de abstinência é variável, durando de poucas horas a uma semana, ou mais. Nos casos mais graves, a sintomatologia da abstinência pode restringir-se a tremor, agitação, insônia, ansiedade, cefaléia, sudorese, espasmos muscular e abdominal e, mais raramente, delirium e convulsões. Na ocorrência de sintomas de abstinência, é necessário um acompanhamento médico bem próximo e apoio para o paciente. A interrupção abrupta deve ser evitada, adotando-se um esquema de retirada gradual. Vigilância e condução: nas primeiras 4 a 6 horas após a administração de Relaxil, os pacientes devem evitar dirigir veículos ou operar máquinas perigosas devido à possibilidade, dependendo da dose e da sensibilidade individual, do medicamento modificar as reações do paciente. Advertências: extrema cautela deve ser adotada ao se administrar o bromazepam a pacientes com miastenia grave (devido ao relaxamento muscular preexistente) e a pacientes com porfiríase, disfunções renais e hepáticas graves. Interações medicamentosas: como ocorre com qualquer substância psicoativa, o efeito do bromazepam pode ser intensificado pelo álcool. Seu uso concomitante com outros medicamentos de ação central, como neurolépticos, tranqüilizantes, antidepressivos, hipnóticos, analgésicos e anestésicos, pode intensificar seu efeito sedativo. O uso simultâneo com levodopa pode diminuir o efeito terapêutico da levodopa. Não é recomendado seu uso concomitante com: contraceptivos orais contendo estrógenos; dissulfiram; eritromicina; rifampicina; isoniazida e zidovudina.


Efeitos adversos Relaxil

Efeitos Colaterais de Relaxil
Em doses terapêuticas, o bromazepam é bem tolerado. Cansaço, sonolência e, em raros casos, relaxamento muscular, podem ocorrer quando se usa altas doses. Esses sintomas desaparecem com a redução da dose. Embora não existam evidências de efeitos tóxicos hematológicos ou que afetem a função hepática ou renal, recomenda-se nos tratamentos prolongados, controle do hemograma e da função hepática.


Apresentações de Relaxil

  • Relaxil Apresentação
    Embalagem de 3 mg e 6 mg com 20 comprimidos sulcado.


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