Respostas de Dr. Eduardo Adnet - Rio de Janeiro

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Olá! Estados Depressivos não diminuem somente a libido, mas também o apetite, o prazer por atividades que a pessoa antes praticava, enfim, é o que podemos chamar de desmotivação. É como se a pessoa olhasse para a vida com óculos escuros, tudo parece acinzentado, sem graça, sem atratividade. É uma das características mais marcantes dos Estados Depressivos. É como um prato sem sabor. Por isso a Depressão incomoda tanto e interfere tão negativamente na vida de quem sofre de Transtornos Depressivos. Por fim, lembrar que hoje há excelentes tratamentos para todo tipo de Depressão.

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Há diversos estudos que favorecem algumas medicações específicas para o tratamento do Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC). São chamados de Medicamentos de Primeira Linha para o tratamento do TOC. Já quanto ao Bupium (Bupropiona), este fármaco certamente não se encontra alinhado junto aos medicamentos mais utilizados para o tratamento do TOC. O TOC é um Transtorno de Ansiedade, e o efeito da Bupropiona sobre Transtornos Ansiosos não é dos mais eficazes (para dizer o mínimo). Sua pergunta faz bastante sentido!

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Olá! Não sei qual o quadro clínico de sua filha. Mas algumas observações: Você diz que sua filha sofre de Ansiedade, e nem a Quetiapina e muito menos o Haldol (Haloperidol) tratam Transtornos Ansiosos. A Quetiapina é um Antipsicótico usado no Tratamento de Transtornos Esquizofrênicos, Transtornos Esquizoafetivos, dentre outros desta categoria (Transtornos Psicóticos). A Quetiapina também pode ser usada como Estabilizador do Humor, mas seu efeito sobre Transtornos Ansiosos é próximo do ineficaz! A Quetiapina não é um medicamento para tratar Transtornos Ansiosos e também não é uma medicação de primeira linha para o tratamento da Insônia. A Quetiapina produz sonolência como efeito colateral e não como efeito alvo. Do mesmo modo, o Haloperidol causa sonolência por efeito colateral e também é ineficaz em uma grande gama de Transtornos Ansiosos.

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Por diversos motivos. Há ISRSs que possuem maior eficácia terapêutica na Depressão, outros apresentam melhor efeito sobre Transtornos Ansiosos, outros permanecem mais tempo no organismo, outros permanecem por menos tempo, uns possuem mais efeitos colaterais do que outros, alguns são recomendados por períodos mais prolongados de uso, outros para períodos menores, enfim. O importante é o Diagnóstico! Dependendo do Diagnóstico, há perfis de ISRSs diferentes, uns mais adequados a determinados Transtornos Psiquiátricos, já outros para outros Transtornos. Por fim, nem todos os ISRSs agem exatamente do mesmo modo.

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A Apneia do Sono é uma condição clínica na qual o indivíduo pode sofrer breves e repetidas interrupções da respiração durante o sono (apneias). Insônia é a dificuldade de iniciar o sono (chamada Insônia Inicial), a dificuldade de manter o sono (Insônia Intermediária) e acordar antes da hora e não conseguir mais pegar no sono (Insônia Terminal). Na realidade, há bem mais do que isso, mas acredito que você já pode ter uma ideia da diferença entre estas condições clínicas. Se estiver suspeitando que sofre de algumas destas manifestações acima citadas, converse com um Especialista!

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Olá! Não conheço o seu diagnóstico. Contudo, a Quetiapina não é um medicamento de primeira linha para o tratamento da Insônia. A Quetiapina é um Antipsicótico utilizado para o tratamento de Transtornos Esquizofrênicos, Transtornos Esquizoafetivos, dentre outros. Também pode ser utilizada como Estabilizador do Humor em alguns quadros específicos do Transtorno Bipolar. A Quetiapina produz sonolência por efeito colateral e não por efeito alvo. Se o seu problema atual é simplesmente a insônia, aumentar a dosagem de Quetiapina pode, além de não ser eficaz para a sua insônia, lhe causar efeitos indesejados. Converse com seu médico ou busque outra opinião. Melhoras!

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A Quetiapina é um Antipsicótico utilizado no tratamento da Esquizofrenia e em outros transtornos psicóticos. Este fármaco também é bastante utilizado no Tratamento do Transtorno Bipolar. Uma das comorbidades mais frequentemente encontradas em pacientes bipolares é a Ansiedade (Transtornos Ansiosos) e mesmo nestes pacientes, na maioria das vezes, a Quetiapina é ineficaz para o controle da Ansiedade. Na maioria dos países, a Quetiapina não é aprovada pelos órgãos de saúde oficiais para o tratamento da Ansiedade. Ainda que um minúsculo grupo de estudos mostrem algum benefício da Quetiapina no tratamento do Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG), este benefício geralmente não compensa em razão dos diversos efeitos colaterais que a Quetiapina pode produzir. Resumindo, a Quetiapina não é uma medicação de primeira linha para o tratamento de Transtornos Ansiosos. Sugiro procurar um Psiquiatra para uma reavaliação do quadro clínico e do tratamento. Melhoras!

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Teoricamente, sim. Tudo vai depender do modo de apresentação da doença (como tem sido e como está o quadro clínico). O Perito avaliará o quadro global da pessoa. Somente o Diagnóstico de Transtorno da Personalidade Borderline (Transtorno de Personalidade com Instabilidade Emocional - CID F60.3) não é garantia de que o indivíduo poderá se aposentar por invalidez.

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A princípio, nada precipitado deve ser feito antes que se conheça o que está acontecendo a nível metabólico, o que é feito através de Exames Laboratoriais. Após esta etapa, então procede-se à indicação do que chamamos de Dietoterapia, a qual deve estar alinhada aos exames laboratoriais e atender às necessidades alimentares e terapêuticas do paciente. Fundamental, evidentemente, é também focar no que, aparentemente, e pelo seu relato, possa ser a Doença de Base, ou seja, o Diabetes. Desejo melhoras à sua querida mãe!

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Não há como saber, com precisão técnica, se o paciente é portador de Diabetes M. sem a dosagem da Insulina, e mais alguns outros exames laboratoriais, a fim de se obter o Perfil Metabólico do paciente. A Glicemia (alta ou baixa) é um reflexo da saúde (ou da doença) do Pâncreas. Há muita gente fazendo uso de Hipoglicemiantes Orais sem serem Diabéticas, somente porque, em uma única ocasião, foi detectada uma Glicemia acima do normal. Para o diagnóstico tecnicamente preciso do Diabetes M. ou da Resistência Insulínica é fundamental que se faça uma avaliação bem mais ampla do que simplesmente dosar a Glicemia.

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Nem Transtornos Depressivos ou Transtornos Ansiosos causam danos neurológicos. Há pacientes que tem dúvidas como a sua. Para que você fique despreocupada, pode pedir ao seu médico que lhe solicite uma Avaliação Neurológica. Pelo seu relato, uma Ressonância Magnética Cranioencefálica já poderá ser o suficiente.

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O Venvanse (Lisdexanfetamina) possui como um dos seus efeitos colaterais frequentes a diminuição da libido e pode desencadear episódios de Euforia e de Ansiedade. Este conjunto de efeitos adversos comumente pode reduzir o desempenho da atividade sexual. Também é bastante frequente, após um período de bem estar induzido pelo Venvanse, seguir-se um ou mais episódios depressivos, e tudo isto combinado poderá comprometer bastante o desempenho sexual e a libido. Lembrando que o uso desta medicação (somente indicada para situações clínicas muito específicas) pode levar à Dependência Física. Converse e debata com seu Psiquiatra a respeito.

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Uma das mais notáveis descobertas da Medicina nos últimos anos são os comprimidos revestidos de liberação prolongada. Facilitam a posologia (a dose) e minimizam efeitos colaterais. Os comprimidos revestidos da Bupropiona possuem justamente esta finalidade. Partir os comprimidos de Bupropiona irá aniquilar este benefício dos comprimidos revestidos de liberação prolongada da Bupropiona. Converse com sua médica a respeito, ou busque uma segunda opinião. Particularmente, e de modo algum, indicaria a um paciente meu que partisse um comprimido de Bupropiona. E pelas razões técnicas expostas acima.

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Efeitos frequentes do Elifore 50 (Desvenlafaxina) podem incluir: Redução da Libido, Anorgasmia (falta de orgasmo, retardo do orgasmo), Disfunção Erétil (dificuldade de ereção, ou ereção incompleta). Converse com seu Psiquiatra, pois poderá ser necessária a troca da medicação. Este fármaco é indicado para o tratamento do Transtorno Depressivo Maior. E há outras opções de tratamento que não possuem efeitos tão dramáticos na função sexual. Converse com seu Médico. Melhoras!

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Embora o Lexapro (Escitalopram) possa estar relacionado a efeitos colaterais relacionados à função sexual (disfunção erétil, retardo do orgasmo, redução da libido), até o momento não se pode afirmar que o Escitalopram reduza a Testosterona. Há casos de pacientes que fazem uso do Escitalopram e que ao dosarem a Testosterona, encontram níveis abaixo do padrão estatístico para a faixa etária. Por sua vez, outros pacientes que também utilizam o Escitalopram possuem níveis normais de testosterona para a faixa etária. Desta forma, até o momento, e pelos poucos dados que se tem, não há um corpo de estudos ou de comprovações técnicas que possam associar diretamente o uso do Escitalopram à redução de Testosterona.

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O Transtorno Esquizotípico, ou Transtorno Esquizotípico da Personalidade, é caracterizado por pensamentos e por comportamentos excêntricos e que por vezes se assemelham aos da Esquizofrenia. Contudo este transtorno não é um Transtorno Esquizofrênico autêntico, portanto, não se trata de Esquizofrenia. As apresentações desta doença podem ser diversas, indo de leves a severas. Embora possa haver casos de incapacitação para o trabalho, isto nem sempre acontece neste transtorno. Tudo vai depender do modo como o Transtorno Esquizotípico se apresenta, em cada caso. Sumarizando, o indivíduo não é automaticamente considerado incapaz pelo fato de ter recebido o diagnóstico de Transtorno Esquizotípico. A incapacitação, ou não, vai depender de cada caso, e, como já dito, da apresentação desta enfermidade.

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Olá! O Transtorno Obsessivo Compulsivo convém ser tratado com as chamadas Medicações de Primeira Linha para o tratamento do TOC. Trata-se de um Transtorno de Ansiedade, e que incomoda muito a pessoa que sofre deste transtorno. Além do que, o TOC possui um importante componente de Condicionamento Mental que precisa ser revertido por quem tem experiência no tratamento do TOC. Sobre o Ômega 3, aqui não se trata de uma opinião, mas de uma afirmação técnica: Não há benefício algum em usar Ômega 3 para o tratamento do Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC). Benefício algum! Zero! Sugiro que busque um profissional que lhe explique, detalhadamente, o que é o TOC, como ele age, e para que o profissional lhe oriente adequadamente em seu tratamento. Melhoras!

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Olá! Metildopa é um fármaco utilizado no tratamento da Hipertensão Arterial (dentre outras condições clínicas, dentre as quais não está incluído o tratamento para perda de peso). Alguns dos potenciais efeitos colaterais deste fármaco (dentro do espectro de sua pergunta) podem estar incluídos: ganho de peso e edema. Portanto, a resposta ao seu questionamento é: Não!

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Há muitos pacientes portadores de Transtorno Obsessivo Compulsivo que apresentaram períodos com manifestações de tiques bem cedo na vida, na infância. Além do fato de que para muitos familiares (e mesmo para alguns médicos não Psiquiatras) os tiques na infância passam despercebidos como autênticas manifestações do TOC. Posteriormente, o TOC tende a aflorar de modo bem mais intenso, principalmente na adolescência. Se não tratado, quase que invariavelmente se arrastará para a idade adulta.
Sobre a Risperidona, esta não é uma medicação de primeira escolha para o tratamento do TOC, embora seja muito utilizada. Muitos pacientes portadores de Transtorno Obsessivo Compulsivo não melhoram porque colocam todas as expectativas somente na medicação. O TOC é um condicionamento mental que precisa ser revertido por profissionais que saibam trabalhar com este Transtorno Psiquiátrico que causa muitos sofrimentos em muita gente. Desejo melhoras!

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Olá! Primeiramente é importante que se saiba que o Álcool Etílico é extensamente metabolizado pelo Fígado. Pessoas que antes ingeriam grandes quantidades de Álcool e que nem sequer aparentemente embriagadas ficavam, mas que de um momento a outro, passam a ficar visivelmente embriagadas ou sonolentas, isto não é um bom sinal. Pois o que pode estar acontecendo é um início de Insuficiência Hepática que faz com que o Fígado metabolize o Etanol em uma velocidade bem mais lenta do que antes ocorria. Isto pode significar um comprometimento das funções hepáticas induzido pela ingesta excessiva e crônica de Álcool. No que diz respeito ao papel do médico, a medida prioritária é realizar a avaliação da Função Hepática. Em se tendo estes resultados (Exames) pode vir a ser necessária a recomendação médica da interrupção temporária do uso do Álcool, ou a interrupção definitiva. Lembrando que, dependendo de cada caso, a necessidade de tratamento do Fígado também pode estar indicada.

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