Dirk Albrecht Dieter Belau

Dirk Albrecht Dieter Belau

Psicanalista, Psicólogo

Competência em: Freudiana, Psicanálise com Adolescentes, Sexualidade, Sintomas Psicogênicos, Problemas de Relacionamento, Terapia de Casal, Aconselhamento e Orientação aos Pais, Dependências

Consultório

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Experiência

Formação

  • Mestre em SociologiaUniversidade Livre de Berlim, Alemanha1973
  • Mestre em Aconselhamento PsicológicoUniversidade de Hagen, Alemanha2009
  • PsicólogoUniversidade de Brasília - UNB2013

Experiência em

Idiomas

  • Português
  • Inglês
  • Espanhol
  • Francês
  • Alemão

Serviços

  • Preço
    Preços aproximados para pacientes particulares (sem plano de saúde).
    Dados fornecidos em: novembro 2018
  • Primeira consulta Psicanálise A partir de R$ 200
  • Retorno de consultas Psicanálise
  • Primeira consulta Psicologia A partir de R$ 200
  • Retorno de consultas Psicologia
  • Primeira consulta Psicanalise Online A partir de R$ 200
  • Psicanálise A partir de R$ 200
  • Psicoterapia Psicanalítica A partir de R$ 200
  • Terapia do divórcio A partir de R$ 250
  • Análise existencial A partir de R$ 200
  • Anamnese Psicológica A partir de R$ 200
  • Atitude Frente à Dor A partir de R$ 200
  • Avaliação Psicológica A partir de R$ 400
  • Avaliação Psicossocial A partir de R$ 400
  • Consultoria em Recursos Humanos A partir de R$ 1.000
  • Preparação para aposentadoria A partir de R$ 200
  • Psicoterapia A partir de R$ 200
  • Psicoterapia Adulto A partir de R$ 200
  • Psicoterapia de Grupo A partir de R$ 200
  • Psicoterapia somática A partir de R$ 200
  • Terapia de Casal A partir de R$ 250
  • Terapia de Família A partir de R$ 250
  • Terapia existencial A partir de R$ 200
  • Terapia Familiar A partir de R$ 250
  • Terapia sexual A partir de R$ 200
  • Terapia Sistêmica A partir de R$ 200
  • Tratamento Adicção A partir de R$ 200

Respostas de Dirk Albrecht Dieter Belau

222 Respostas

166 Especialistas de acordo

238 Pacientes agradecidos

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Relação de risco? Se a pessoa toma os remédios antiretrovirais regularmente, na hora certa, e os remédios estão dando certo, quer dizer a quantidade de virus é indetetável no laboratório, o risco é teórico, ou seja, quase ausente. Mas você precisa poder confiar que a pessoa te informa corretamente sobre o seu tratamento. Isto é possível só se você vive com ela ou conhece as 24 horas dela. No teste, você pode ter confiânça, mas é aconselhado repeti-lo após um tempo, talvez um mês. Também um teste só lhe fala sobre o passado. Se você continua com esta relação e não se protege, o teste não é o que lhe protege.

Se você precisa de ajuda para entener porquê você mantém uma relação de risco, não se protege e ao mesmo tempo fica preocupad@ com a confiabilidade do teste, procure uma psicoterapia ou psicanálise. Este comportamento parece contraditório e pode ser sinal de outros sentimentos que você tem e que atrapalham a sua vida.

Dirk Albrecht Dieter Belau

Dirk Albrecht Dieter Belau

Psicanalista, Psicólogo

São Paulo

Interpreto sua obsessão com o passado da sua namorada como medo de ser comparado com os homenes que ela conheceu antes de você. É uma interpretação superficial, mas acho que é suficiente neste momento.

Se você pode concordar, mesmo não tendo muito presente, na sua consciência, a comparação entre você e os outros, você vai poder aceitar que você carece de autoestima, e da mesma maneira, de confiânça na sua namorada. Pois ela tem a liberdade de escolher e escolheu você, mas isto não lhe basta.

Falta de autoestima tem origem na infância. Você deve ter sido humilhado mais do que o normal ou diferentemente, mais profundamente.

Estas experiências precisam ser lembradas e superadas de vez, a través da compreensão que você pode aplicar a elas como adulto.

O método certa para isto é a psicanálise ou a psicoterapia de diálogo (humanista, existencial, centrada na pessoa ou outras). O importante será você falar para um@ profissional que saiba lhe escutar e guiar.

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Dirk Albrecht Dieter Belau

Dirk Albrecht Dieter Belau

Psicanalista, Psicólogo

São Paulo

Primeiro, recomendo você se informar para não ficar grudada naquela linguagem de "transtorno," "sintomas," e "terapia." Esta linguagem vem do ambiente médico, embora a sua vida tem nada de médico. Você cresceu com experiências femininas apesar de ter nascido com corpo de homem. Ponto. Não tem coisa alguma que podesse se chamar de "transtorno." Se quiser, pode chamar de "desordem," mas não é muito melhor. Significa que você não está na ordem, onde "ordem" significa a maioria estatística. Nada mais. Só explica porquê os outros tem um problema com isto, pois é incomum. Se você tem um problema, deve ser só por causa do problema dos outros. Chamar este problema de *sintomas" faz de conta dele ser seu. Para ou outros se livrarem dele.
Os dois anos são para você não se arrepender depois. Querem que você pense muito (como se não tivesse já pensado a vida toda). É para ninguém se sentir culpado por ter te ajudado.
Então não é para detectar "sintomas." Por isso, não pode ser acelerado.

Dirk Albrecht Dieter Belau

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Psicanalista, Psicólogo

São Paulo

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