Barbara Arraes Guedes Macedo

Barbara Arraes Guedes Macedo

Neurologista pediátrica, Pediatra

Competência em: Neurologia Pediátrica

Número de Identificação Profissional: 155624 SP- RQE 64117

Consultório

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Opiniões para Barbara Arraes Guedes Macedo

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Baseado em 12 opiniões

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O melhor: "A Dra. Barbara é uma médica que faz tudo com muito amor e delicadeza. Fica meu agradecimento."

Poderia melhorar: "Tudo perfeito!!!"

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Barbara Arraes Guedes Macedo respondeu a esta opinião

Obrigada querida !!! É muito gratificante ler essas palavras

O melhor: "Dra sensacional, prestativa, inteligente, elucidativa, paciente.
Recepção Dani bem preparada, gentil."

Poderia melhorar: "Gostei de tudo"

Motivo da visita: Tdah

Andrea G. marcou consulta com Barbara Arraes Guedes Macedo em Clínica Dieckmann

O melhor: "Gostamos de tudo. Excelente profissional. Super recomendo."

Paciente que marcou consulta com Barbara Arraes Guedes Macedo em Clínica Dieckmann

O melhor: "Atendimento de primeira com. Dra Bárbara, que nos tranquilizou e nos atendeu com calma, pontualidade e profissionalismo. Ela foi super gentil com nosso bebê e tranquilizou nossos corações num momento muito delicado. Felizmente o diagnóstico foi preciso e tratava-se de uma complicação simples."

Poderia melhorar: "Nada. Atendimento perfeito."

Motivo da visita: Consulta com neuropediatra por conta de

Bárbara M. marcou consulta com Barbara Arraes Guedes Macedo em Clínica Dieckmann

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Experiência

Formação

  • GRADUAÇÃO MEDICINAPONTIFICIA UNIVERSIDADE CATOLICA DE SÃO PAULO (PUC-SP)2012
  • ESPECIALIZAÇÃO EM SAÚDE DA FAMÍLIAUNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO (UNIFESP)2013
  • RESIDENCIA MÉDICA EM PEDIATRIAFACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS DA SANTA CASA DE SÃO PAULO (FCMSC-SP)2015
  • RESIDENCIA MÉDIA EM NEUROPEDIATRIAFACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS DA SANTA CASA DE SÃO PAULO (FCMSC-SP)2018

Sobre mim

Número de Identificação Profissional: 155624 SP- RQE 64117

O QUE É A NEUROPEDIATRIA E O QUE FAZ UM NEUROPEDIATRA?

Você já deve ter se deparado com a especialidade de neuropediatria em alguma pesquisa sobre hiperatividade e déficit de atenção (TDAH), autismo, epilepsia, dificuldade escolar, comportamento, atraso de fala, etc. Mas o que é, e o que faz um neuropediatra, um neurologista infantil ou um neurologista pediátrico? Quais são suas habilidades e competências?

Num sentido bem geral, podemos dizer que a Neuropediatria, ou Neurologia Infantil, é uma especialidade clínica pediátrica que avalia doenças e condições relacionadas ao sistema nervoso central (cérebro, cerebelo e tronco encefálico) e ao sistema nervoso periférico (nervos) em crianças e adolescentes.

Nesse quadro, o neuropediatra (também conhecido como neurologista infantil ou neurologista pediátrico) é o médico especialista na avaliação do desenvolvimento neurológico da criança desde o nascimento até a adolescência. Responsável tanto pelo diagnóstico, quanto pelo tratamento e por pesquisas relacionadas a certos distúrbios, o neuropediatra também acompanha clinicamente certas aquisições motoras, cognitivas e de linguagem que podem surgir com as doenças e condições neurológicas.

Entre os casos mais comuns nos serviços de neuropediatria estão:

  • Crises epilépticas, epilepsias, transtornos paroxísticos não epiléticos;
  • Fraqueza muscular e síndrome do bebê hipotônico
  • Ataxias;
  • Distúrbios sensitivos e autonômicos, distúrbios dos nervos cranianos;
  • Alterações do volume e forma do crânio e hidrocefalia;
  • Malformações do sistema nervoso central;
  • Paralisia cerebral;
  • Transtorno do espectro autista;
  • Transtorno do déficit de atenção e hiperatividade;
  • Transtornos de aprendizagem;
  • Cefaleias;
  • Distúrbios do sono;
  • Distúrbios do movimento;
  • Anomalias cromossômicas e síndromes genéticas;
  • Erros inatos do metabolismo;
  • Doenças infecciosas do sistema nervoso central;
  • Doenças inflamatórias não infecciosas;
  • Síndromes neurocutâneas;
  • Neoplasias do sistema nervoso central;
  • Doenças vasculares do sistema nervoso central;
  • Hipertensão intracraniana, traumatismo cranioencefálico e raquimedular;
  • Doenças neuromusculares;
  • Manifestações neurológicas de doenças sistêmicas;

O NEUROPEDIATRA E A IMPORTÂNCIA DO TRABALHO INTERDISCIPLINAR E MULTIPROFISSIONAL

Porém, apesar de ser um especialista, é possível dizer que o neuropediatra não trabalha sozinho. Uma das características centrais da Neuropediatria é a importância do trabalho interdisciplinar e multiprofissional. O médico neuropediatra interage permanentemente com o pediatra, bem como com os profissionais das mais várias disciplinas: fonoaudiólogos, psicólogos, professores, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais. 

A Neuropediatria também está muito relacionada a outras especialidades pediátricas e muitas vezes o trabalho o tratamento é realizados em conjunto com neonatologistas nos problemas relacionados ao cuidado de recém-nascidos, com fisiatras e ortopedistas em crianças com problemas motores, com pediatras intensivistas no caso de crianças criticamente doentes, com psiquiatras de crianças e adolescentes em pacientes com transtornos comportamentais e neuropsiquiátricos e, dependendo da natureza do problema, com outros especialistas, como neurofisiologistas, bioquímicos, neuroimagem, oncologistas, neurocirurgiões, otorrinolaringologistas, oftalmologistas, geneticistas, entre outros.

 

POR QUE SE CONSULTAR COM UM NEUROPEDIATRA?

É importante perceber que existem patologias mais comuns na faixa etária pediátrica do que na fase adulta. No que diz respeito à certas anormalidades no desenvolvimento neuro-psico-motor, é na infância que o desenvolvimento do Sistema Nervoso Central pode manifestar algum desequilíbrio, podendo ocorrer também no final a adolescência, apesar desse sistema já se encontrar um pouco mais amadurecido.

Como as crianças não são simplesmente adultos pequenos, é importante considerar que as trajetórias e as vivências profissionais dos neuropediatras são diferentes daquelas que envolvem a clínica dos adultos. A abordagem do neuropediatra sé diferente em muitos aspectos, até porque muitas das informações não são colhidas diretamente com o paciente, mas sim a partir de relatos dos familiares e responsáveis. Nesse sentido, é fundamental para o profissional ter a habilidade para fazer as perguntas adequadas no sentido de chegar a um diagnóstico que envolva o maior número de relações presente na realidade da criança.

Esse refinamento do olhar é importantíssimo, pois muito dos diagnósticos que são realizados tardiamente em adultos deveriam ter sido feitos logo na infância. Para se ter uma ideia, uma criança que tem uma convulsão febril pode, na idade adulta, desenvolver um quadro epiléptico de difícil controle. Qualquer patologia ou qualquer doença que interfira no amadurecimento das estruturas em desenvolvimento pode ter repercussões importantes na vida adulta. Além do mais, na criança as reservas funcionais dos diferentes órgãos são menores do que no adulto, o que significa que o corpo é mais vulnerável a lesões irreversíveis, mas também possui maiores chances de se recuperar após uma lesão.

A infância é uma fase da vida fundamental e essencial para o desenvolvimento cognitivo e social, todo esforço é bem-vindo no sentido de se fazer o máximo pela criança.


Experiência em

Idiomas

  • Português
  • Inglês

Webs

Serviços

  • Primeira consulta Pediatria
  • Retorno de consultas Pediatria
  • Consulta domiciliar Pediatria

Respostas de Barbara Arraes Guedes Macedo

49 Respostas

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Olá, boa tarde !
A dose terapêutica da risperidona é calculada de acordo com o peso, idade e tolerância da criança, dentro de uma faixa de segurança.
Podem ocorrer efeitos colaterais com o aumento da dose, sendo a sonolência e o aumento do apetite os mais comuns. Dividir a dose em duas tomadas e aumentar gradativamente pode diminuir a ocorrência desses sintomas.
Evite sempre a automedicação e em caso de dúvidas consulte sempre o seu médico.

Barbara Arraes Guedes Macedo

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Neurologista pediátrica, Pediatra

São Paulo

As crises convulsivas neonatais são a patologia neurológica mais frequente do período neonatal. Os recém nascidos estão mais suscetíveis as convulsões do que crianças maiores e adultos por diversas razões.
A maioria das covulsões neonatais são chamadas sintomáticas, ou seja, decorrentes de insultos ocorridos no sistema nervoso no período perinatal (hipóxia por exemplo) ou refletem distúrbios transitórios, como por exemplo, disturbios metabólicos.
De toda forma, toda crise no período neonatal deve ser avaliada conforme a história clínica da criança.
Atenciosamente

Barbara Arraes Guedes Macedo

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Neurologista pediátrica, Pediatra

São Paulo

olá !
Estudos recentes sugeriram que pacientes com Transtornos do Espectro Austisca não sobrem de falta de empatia. Ao contrário, eles sentem as emocões de formas mais intensas do que conseguem processar .
lembramos sempre que Informação não substitiu consulta médica !
Atenciosamente.

Barbara Arraes Guedes Macedo

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Neurologista pediátrica, Pediatra

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