Guilherme Henrique Lima Barati

Guilherme Henrique Lima Barati

Psicólogo

Competência em: Transtornos de Ansiedade, Stress, Problemas de Relacionamento, Depressão

Número de Identificação Profissional: 06/72551

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O melhor: "Profissional qualificado, ético, atencioso, comprometido com o paciente."

Motivo da visita: Ansiedade, depressão

Mariângela C. marcou consulta com Guilherme Henrique Lima Barati em Rua Barão do Triunfo, 88, conjunto 1008

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Experiência

Formação

  • Mestre pelo Núcleo de Psicanálise e Sociedade Pontifícia Universidade católica de São Paulo 2007
  • Doutor pelo Núcleo de Estudos em Trabalho, Saúde.e Subjetividade. Unicamp2015

Sobre mim

Número de Identificação Profissional: 06/72551

O meu trabalho  é  o resultado de uma sólida formação acadêmica e quase 20 anos de experiência na área clínica. Muito da fundamentação teórica e técnica vem da atividade de pesquisador em psicanálise pelo Núcleo de Estudos em Trabalho, Saúde e Subjetividade da Unicamp. Busco soluções imediatas sem descuidar de algo mais substancial e voltado para o médio e longo prazo. Acredito que o trabalho do psicólogo envolve respeito pela diversidade que é o ser humano e, portanto, sem qualquer forma de julgamento. De forma geral, o tratamento tem dois enfoques. Um deles é terapêutico, ou seja, visa aliviar sintomas. O outro, e, não menos importante, é o analítico e pode ser entendido como o abandono de padrões de comportamento que trazem sofrimento e a invenção de novas formas de lidar com os problemas cotidianos. Nessa direção, o grande objetivo não é  uma suposta normalidade, mas descobrir o que se deseja na vida pessoal e ou profissional de forma única, singular. As pessoas tem se queixado muitas vezes de que algo perdeu o sentido... Isso tem as levado às compulsões, à crises depressivas, ao pânico e, em alguns casos, à ideação suicida ou mesmo tentativa de suicídio, sendo que este último tem ganhado muita visibilidade atualmente, constituindo um problema de saúde pública dada à sua frequência. Diante disso, nossa grande pergunta, inspirada em Jacques Lacan, é: você tem agido conforme o seu desejo? Uma vida que vale a pena demanda uma pausa para reflexão, principalmente em tempos tão acelerados, competitivos e solitários  e situado num grande centro urbano como São Paulo. Mas é só por um período, o suficiente para que a pessoa possa se  reposicionar e trilhar novos caminhos. Para o processo ser eficaz e fundamentado não necessariamente deve ser longo demais, mas o suficiente para que as mudanças sejam efetivas.

Experiência em

Idiomas

  • Português
  • Inglês

Webs


Serviços

  • Preço
    Preços aproximados para pacientes particulares (sem plano de saúde).
    Dados fornecidos em: maio 2018

Artigos escritos por Guilherme Henrique Lima Barati

Atendimento em crise suicida

O tema do suicídio tem ganhado visibilidade em programas de TV, artigos em sites e palestras em escolas. O trabalho vai em duas direções: uma delas se dirige àqueles que falam do seu desejo de morrer e visa trabalhar o sofrimento buscando alternativas. Muitas vezes, o suicida busca o fim do sofrimento, não o fim da vida. O trabalho leva em conta aspectos individuais como a tendência a impulsividade, existência de transtornos mentais e, também, características sociais da atualidade como a solidão e a competitividade. A outra vertente se dirige às pessoas que perderam alguém assim. O luto costuma ser duradouro e intenso devido principalmente ao sentimento de culpa que precisa ser trabalhado.

Transtorno De Pânico

O pânico geralmente se revela no corpo por sintomas como taquicardia, elevação da pressão arterial, sudorese, dificuldade de respirar, etc. Muitos pacientes vão parar no pronto socorro e descobrem que seus sintomas não decorrem de um problema físico.
O tratamento consiste inicialmente em diminuir a intensidade dos sintomas por meios de exercícios respiratórios e medicação. Também se elabora um saber sobre os fatores desencadeantes e estratégias de ação para lidar com eles.
É comum o paciente descobrir inúmeros fatores ansiogênicos que foram se acumulando ao longo do tempo sem que se pensasse neles, o que levou a uma experiência radical de desamparo e angústia concretizada no pânico.

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Respostas de Guilherme Henrique Lima Barati

6 Respostas

15 Especialistas de acordo

11 Pacientes agradecidos

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Profissionais da área de psicologia de diferentes abordagens e que tratem adultos podem atendê-lo. O importante é que ele vá e se sinta acolhido por quem o tratar. No meu trabalho com violência doméstica buscávamos sensibilizar os profissionais de saúde mental para o seu papel que deve ser diferenciado do judiciário. Não nos cabe julgar, mas acolher e tratar. O tratamento só vai realmente acontecer se houver vínculo de confiança e que permita o paciente falar sem ser corrigido ou culpado a priori. É a qualidade deste vínculo que vai possibilitar ao paciente a reflexão sobre seus atos, enfim vai levá-lo a se perguntar o por quê de recorrer a agressão. Outro fator importante a considerar é que tal vínculo só vai acontecer se ele de fato quiser se tratar e se tal situação lhe trouxer sofrimento. O tratamento irá na direção de abordar o que acontece nos momentos de conflito e da possibilidade de elaboração da agressividade no domínio do pensamento e da fala e não mais da ação.

Guilherme Henrique Lima Barati

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Psicólogo

São Paulo

A paixão parte sempre de uma idealização. Reconhecemos um traço no objeto da paixão que por ser imaginariamente tão grandioso, haveria de completar todas as faltas. Ora isso só é possível quando o objeto está distante, pois a convivência do dia a dia geralmente nos aproxima do que a pessoa realmente é e com isso a paixão vai se enfraquecendo, transformando -se em algo mais leve ou desaparecendo por completo. Repare que todo o drama amoroso dos filmes, novelas e livros falam da impossibilidade, de desafios; de dificuldades que tornam a realização duvidosa e objeto de uma luta incessante. Um processo psicoterapeuta pode lhe ajudar a decidir se deseja sair da fantasia do amor, ou seja de um amor platônico; para a realização dele na realidade. Muitas pessoas preferem imaginar o amor a vive-lo, pois a realidade traz alegrias como decepções. Viver uma paixão da trabalho e há de se pensar se deseja fazê-lo! Não existe certo ou errado neste campo. O seu caminho será escrito por vc

Guilherme Henrique Lima Barati

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Psicólogo

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Sim, em alguns casos a síndrome do pânico causa elevação da pressão arterial. Não por acaso, muitos pacientes vão parar no pronto socorro, suspeitando de um mal cardíaco. Os médicos fazem exames e não encontram causa física. Por ser uma síndrome, os sintomas são inespecíficos, não uniformes e, portanto, às vezes o paciente não sabe o que está ocorrendo. É válido a partir da primeira crise se identificar como o pânico se manifesta naquela pessoa, pois os sintomas se articulam com suas predisposições corporais. Assim, se já se tem propensão a pressão alta é bem possível que ela aconteça. É frequente formigamento, tontura, náusea, vômitos, tremor, variações da temperatura, calafrios e medo de morrer. Inicia-se com a sensação de perigo iminente do qual se deve fugir. A relação com o coração se dá porque a mente envia mensagem de alarme, descarrega-se adrenalina, acelera-se o coração, e, assim os músculos recebem sangue e ficam aptos a agir. É uma reação de defesa tão intensa que falha.

Guilherme Henrique Lima Barati

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