Carolina Barreto

Carolina Barreto

Fisioterapeuta

Competência em: Fisioterapia Pélvica, Fisioterapia Obstétrica, Fisioterapia Uroginecológica, Uropediatria, Procedimento Estético Intimo

Número de Identificação Profissional: 78896 BA

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Centro Médico Garibaldi

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Experiência

Formação

  • Graduação Universidade Católica do Salvador2004
  • Especialista em UTI e transplante de fígado Hospital das Clínicas da USP 2006
  • Especialista em fisioterapia pélvicaCBES2006
  • Especialista em fisioterapia uroginecológicaUniversidade Federal de São Paulo2007
  • Docente da pós-graduação de uroginecologia IDE 2016
  • Membro da Sociedade Latino Americana do Assoalho Pélvico ALAAP2017

Sobre mim

Número de Identificação Profissional: 78896 BA

A fisioterapia pélvica se destina ao tratamento das disfunções da pelve e dos músculos do assoalho pélvico. Quando estes músculos estão fracos causam INCONTINÊNCIA URINÁRIA, INCONTINÊNCIA FECAL, QUEDA DA BEXIGA E DO ÚTERO, FLACIDEZ VAGINAL.

A pelve é responsável pelas funções urinárias, fecal e sexual humana, além de parte da função obstétrica.

Problemas locais são:

- DISFUNÇÕES DA ESTÁTICA PÉLVICA (QUEDA DE BEXIGA, ÚTERO E RETO);

- DISFUNÇÕES ANORRETAIS (CONSTIPAÇÃO INTESTINAL, PERDA DE GASES E FEZES);

-DISFUNÇÕES URINÁRIAS FEMININA, MASCULINA e INFANTIL (PERDA DE URINA, BEXIGA HIPERATIVA, “XIXI NA CAMA”);

- DORES PÉLVICAS;

- DISFUNÇÕES SEXUAIS DIVERSAS EM AMBOS OS GÊNEROS;

Além da ESTÉTICA ÍNTIMA.

Experiência em

Idiomas

  • Português
  • Inglês

Webs

Serviços

  • Preço
    Preços aproximados para pacientes particulares (sem plano de saúde).

Artigos escritos por Carolina Barreto

Disfunção Sexual Fisiológica

Disfunção sexual feminina são problemas durante algumas das fases do ciclo de resposta sexual da mulher (desejo, excitação, orgasmo e resolução), que a impede de chegar ao prazer durante a relação sexual. Pode ser apresentadas como vaginismo (contração involuntária dos músculos pélvicos que impede a penetração), dispareunia (dor durante ou após o ato sexual), anorgasmia dentre outras.
A fisioterapia utiliza de recursos manuais, eletroterapia, biofeedback, dilatadores vaginais e treinamento muscular do assoalho pélvico, que têm como objetivo aliviar as dores sexuais, promover relaxamento e melhora da percepção.
A fisioterapia pélvica vem ganhando espaço no tratamento destas patologias.

Prolapso Uterino

Quando o suporte muscular e ligamentar do períneo enfraquecem, há a possibilidade da descida dos órgãos pélvicos: Útero, Bexiga e/ou Reto "Caídos" ou tecnicamente prolapsos genitais. Tem prevalência alta, cerca de 40% das mulheres, mas muitas vezes omitido, pois acreditam que seja um problema normal do envelhecimento ou consequência de um parto normal. Há tratamento conservador, com fisioterapia, para os casos mais leves, através de exercícios pélvicos. E nos casos graves, a fisioterapia pode colocar um pessário vaginal para sustentar os órgãos - casos em que não se quer ou não se pode fazer o procedimento cirúrgico. Os PESSÁRIOS podem ser usados também para a prevenção dos prolapsos.

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Olá como vai, pode ser cistocele (queda da bexiga) ou descida de outros órgãos pélvicos como: útero, reto ou enterocele (que é a descida da parte alta - intestino). Logo, o ideal é uma avaliação médica inicial para o correto diagnóstico. Outro ponto importante é compreender a causa deste prolapso. Você já teve filhos por via vaginal?; Você tem constipação intestinal? Está na menopausa?
Pois, em muitos casos, você pode prevenir a evolução deste prolapso através do fortalecimento do piso pélvico com fisioterapia . Nos casos mais graves, em que não possa ocorrer a cirurgia, pode-se utilizar um dispositivo chamado PESSÁRIO para manter o prolapso dentro da vagina.

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Fisioterapeuta

Salvador

Olá,

Os prolapsos dos órgãos pélvicos com alteração da função miccional precisam ser avaliados inicialmente por um uroginecologista. A queda do órgão pode criar uma "dobra" na uretra e causar a dificuldade para um bom esvaziamento da sua bexiga. A depender do grau da distopia, o tratamento pode ser cirúrgico ou clínico.
A dor na relação sexual pode ser em decorrência deste desajuste pélvico.

Mas, o que eu chamo a atenção para você é:
O que causou esta queda? Será que depois de um procedimento cirúrgico, você não precisará mudar alguns hábitos para não ter o retorno das distopias?

No segundo momento, te aconselho a procurar um fisioterapeuta pélvico para tratar os prolapsos de graus leves ou no pós-operatório para que a sua cirurgia tenha uma boa durabilidade.

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Fisioterapeuta

Salvador

Olá,

normalmente se espera 45 dias para o retorno das atividades. Mas, tire a dúvida com o seu médico. Chamo a atenção para os exercícios pélvicos pós-cirúrgico, pois caso você não fortaleça o "chão" da sua pélve é provável que aconteçam quedas de outros órgãos pélvicos.
Não esqueça da prevenção.

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Fisioterapeuta

Salvador

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