Dr. Márcio Carmona Marques

Dr. Márcio Carmona Marques

Cirurgião geral, Oncologista

Competência em: Cirurgia Oncológica, Cancerologista Cirurgico

Número de Identificação Profissional: 136474

Marcação de consultas

Endereço do consultório

Oncocenter - Unid. Moema

Que dia e hora estão bem para você?

Consultório

1

Opiniões para Dr. Márcio Carmona Marques

Não há comentários ainda. Seja o primeiro a avaliar Dr. Márcio Carmona Marques

Experiência

Formação

  • MedicinaUniversidade do Estado do Pará2007
  • Título de especialista em Cirurgia GeralIrmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo2011
  • Título de Especialista em Cancerologia CirúrgicaA.C. Camargo Cancer Center2014

Sobre mim

Número de Identificação Profissional: 136474

Desde os meus primeiros contatos com pacientes oncológicos durante o curso de medicina, fiquei fascinado pela complexidade e desafios envolvidos no tratamento da doença, e este interesse só foi crescendo ao longo do curso e durante a especialização. O interesse técnico no manejo cirúrgico destes pacientes, especialmente em procedimentos complexos e de grande porte, se desenvolveu paralelamente.
Hoje não tenho dúvidas de que fiz a escolha da especialidade correta, pois na minha rotina diária consigo verdadeiramente ajudar aos pacientes que me procuram, mesmo aqueles que se apresentam com doença avançada e muitas vezes incurável, proporcionando conforto e qualidade de vida, o que pode ser alcançado com frequência através de uma conversa e esclarecimento de suas dúvidas.

Experiência em

Idiomas

  • Português
  • Inglês
  • Espanhol

Webs


Serviços

  • Preço
    Preços aproximados para pacientes particulares (sem plano de saúde).
    Dados fornecidos em: julho 2017

Artigos escritos por Dr. Márcio Carmona Marques

Neoplasias Gastrointestinais

O adenocarcinoma do estômago e do intestino grosso são os tumores mais frequentes dos órgão digestivos. O adenocarcinoma gástrico tem altas taxas de curas quando diagnosticado em estágios iniciais. Quando já diagnosticado localmente avançado a associação de quimioterapia ao tratamento cirúrgico melhora a sobrevida a longo prazo. O adenocarcinoma de intestino grosso também tem altas taxas de cura em estágios iniciais. Este, por sua vez, mesmo na presença de doença a distância (metástases) pode ser a candidato a tratamento cirúrgico com intenção curativa a depender da extensão da doença e características do tumor.

Neoplasias Peritoneais

As neoplasias peritoneais são aquelas que acometem a membrana interna que reveste a cavidade abdominal (chamada peritônio). Podem ter origem no próprio peritônio (mesotelioma, adenocarcinoma seroso) ou serem implantes de outros tumores abdominais (estômago, pâncreas, intestino, ovário são alguns exemplos). Até alguns anos atrás representavam o estágio final da doença não passível de tratamento cirúrgico eficaz, porém com o desenvolvimento da cirurgia citorredutora associado ou não à quimioterapia hipertérmica intra-peritoneal, hoje é possível propor tratamento cirúrgico para estes pacientes com benefício em ganho de sobrevida além de chance de cura em casos selecionados.

Veja os 6 artigos escritos por Dr. Márcio Carmona Marques

Respostas de Dr. Márcio Carmona Marques

91 Respostas

85 Especialistas de acordo

290 Pacientes agradecidos

Dr. Márcio Carmona Marques está respondendo perguntas que os usuários enviam à Doctoralia.
Descubra mais

As perguntas se enviam das páginas sobre doenças, exames médicos ou medicamentos.

Todos os especialistas da Doctoralia podem responder as perguntas que enviam os usuários.

Não é possível fazer uma pergunta a um médico em concreto.

Sim, é possível que lesões deste tamanho sejam benignas (adenomas). Porém, há o risco de já existir algum foco de transformação maligna na lesão que não foi amostrado pelas biópsias realizadas e, portanto, só teremos certeza disto se esta for retirada inteira. No reto, se a lesão não é passível de ressecção por colonoscopia, é possível retirá-la por cirurgia trans-anal a depender da posição da mesma. Se a cirurgia trans-anal não for possível, aí será necessária a retossigmoidectomia trans-abdominal que poderá ser realizada por via laparoscópica ou aberta.

Dr. Márcio Carmona Marques

Dr. Márcio Carmona Marques

Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Cirurgião geral, Oncologista

São Paulo

Não definimos a necessidade de linfadenectomia ("retirada de linfonodos") apenas pelo grau histológico. Outros fatores importantes na definição da conduta são o tipo histológico e a profundidade de invasão na parede do útero. Não temos, até o momento, outro meio eficaz de acessar a presença de células neoclássicas nos linfonodos que não seja cirúrgica. E esta definição é importante para decidir se será necessário algum tratamento complementar. É importante salientar que esta cirurgia deve ser realizada por um cirurgião com experiência em oncologia ginecológica.

À disposição

Dr. Márcio Carmona Marques

Dr. Márcio Carmona Marques

Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Cirurgião geral, Oncologista

São Paulo

Os tumores de Frantz são em sua maioria benignos e a cirurgia, por sua vez, é curativa. Além disso, não se sabe se a exposição hormonal teria alguma influência sobre o crescimento do tumor. Sendo assim, não vejo nenhum contra-indicação ao uso Mirena, uma vez que a chance de você ter alguma recidiva da lesão é mínima. De qualquer forma, existem alguns nuances que precisam ser avaliadas individualmente, por isso, sugiro que passe em consulta com um oncologista para que ele possa lhe esclarecer melhor a respeito.

Dr. Márcio Carmona Marques

Dr. Márcio Carmona Marques

Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Cirurgião geral, Oncologista

São Paulo

Ver as 91 perguntas respondidas por Dr. Márcio Carmona Marques

{0}{1}