Dr. Édio Cavallaro

Dr. Édio Cavallaro

Otorrino

Competência em: Cirurgia ORL, Rinologia Funcional, Rinologia Estética, Otologia Cirúrgica

Número de Identificação Profissional: 5291066-0

Marcação de consultas

Endereço do consultório

Rua Nossa Senhora de Copacabana, 1018 (sala 402) 22060-001 Copacabana Rio de Janeiro

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Opiniões para Dr. Édio Cavallaro

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Baseado em 44 opiniões

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O melhor: "Profissional excelente! Realiza uma consulta humanizada com anamnese profunda e esclarece todos os pontos relacionados ao problema de saúde, seu tratamento e resultados."

Poderia melhorar: "Nada. Tudo perfeito!"

Motivo da visita: Problemas auditivos

João C. marcou consulta com Dr. Édio Cavallaro em Rua Nossa Senhora de Copacabana, 1018 (sala 402)

Marcou consulta na Doctoralia

O melhor: "Dr Édio é muito atencioso, competente e capacidade em explicar com detalhes o motivo de minha consulta. Minhas duvidas foram esclarecidas e orientou-me para os próximos passos. Excelente profissional."

Motivo da visita: Obstrução Das Vias Respiratórias

Rosangela . marcou consulta com Dr. Édio Cavallaro em Rua Nossa Senhora de Copacabana, 1018 (sala 402)

O melhor: "Excelente profissional!"

Motivo da visita: Perda Auditiva

Mariana A. marcou consulta com Dr. Édio Cavallaro em Rua Nossa Senhora de Copacabana, 1018 (sala 402)

O melhor: "Ótimo atendimento, me sinto em casa, até briquedos p crianças tem no consultório, ótima comodidade. ❤"

Poderia melhorar: "É tudo ótimo se melhorar estraga"

Motivo da visita: Septoplastia (Desvio Do Septo)

Paciente que marcou consulta com Dr. Édio Cavallaro em Rua Nossa Senhora de Copacabana, 1018 (sala 402)

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Experiência

Sobre mim

Número de Identificação Profissional: 5291066-0

Médico pela Universidade Federal de Juiz de Fora - UFJF - MG

Otorrinolaringologista pela Universidade Federal do Rio de Janeiro - HUCFF - UFRJ

Membro titular da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial (ABORL-CCF)

Membro titular da Academia Brasileira de Cirurgia Plástica da Face a constituent organization of the International Federation of Facial Plastic Surgery Societies (IFFPSS).

Sócio efetivo da Academia Brasileira de Otorrinolaringologia Pediátrica.

Médico preceptor e professor convidado da Universidade Federal do Rio de Janeiro nos cursos de Medicina e Fonoaudiologia entre os anos de 2014 a 2017.

Referência em rinologia funcional do Serviço de Cirurgia Plástica da Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro - fundado pelo Prof. Ivo Pitanguy.

Diretor da clínica de Otorrinolarinolaringologia do Hospital Nossa Senhora da Saúde (Hospital da Gamboa).

Chefe do Serviço de otorrinolaringologia do Hospital São Lucas - Copacabana - RJ.

Otorrinolaringologista e Endoscopista Peroral do Hospital Municipal Souza Aguiar - RJ.

Médico com diversos cursos de formação complementar nas áreas de Otologia (cirurgia, cirurgia de base lateral de crânio, Implante Coclear e Próteses Implantáveis), Rinologia (cirurgias nasais e de base de crânio), Plástica facial (Otoplastia e Rinoplastia) e Cirurgias do Ronco e Apneia Obstrutiva do Sono.

Presença frequente nos principais congressos da especialidade, nacionais e internacionais.

Experiência em

Idiomas

  • Português
  • Inglês

Webs


Serviços

  • Preço
    Preços aproximados para pacientes particulares (sem plano de saúde).

Artigos escritos por Dr. Édio Cavallaro

Colesteatoma

O Colesteatoma de orelha média é um cisto de queratina ("pele esfoliada") que se instala "atrás da membrana do tímpano". Geralmente originado pela migração de pele através de uma perfuração ou retração desta membrana, ele tem crescimento progressivo, lento, mas que pode levar a destruição das estruturas vizinhas como os ossículos da audição, labirinto, base do crânio e canal do nervo facial. Essa destruição pode comprometer a audição, o equilíbrio, as meninges e o nervo facial (que leva os movimentos à face), causando complicações desagradáveis e algumas vezes graves como meningite. Seu tratamento ideal é a cirurgia, geralmente a Timpanomastoidectomia ou Remoção Endoscópica.

Amigdalectomia

Cirurgia cujo objetivo é a remoção das tonsilas palatinas ou amígdalas palatinas.
Indicações: hipertrofia das amigdalas (roncos, apnéia obstrutiva do sono), amigdalites bacterianas de repetição (mais que 3 a 5 por ano nos últimos anos), halitose (mal hálito) devido a amigdalite caseosa refratária, Nefropatia por IgA, Síndrome PFAPA.
Técnica: realizada também sob anestesia geral, a remoção das tonsilas se faz através da boca. Utiliza-se um instrumento para que a boca permaneça aberta e se realiza a dissecção e remoção das amigdalas. Esta dissecção pode ser realizada "a frio" (instrumentos tradicionais), sob eletrocoagulação, Coblation ou Laser, com taxas de sucesso semelhantes.

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Respostas de Dr. Édio Cavallaro

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Inicialmente deve ser investigada esta perda auditiva, mas, partindo do pré-suposto que se trata de uma perda auditiva idiopática (sem uma causa elucidada após uma correta investigação), as opções cirúrgicas não são muitas. Uma boa opção não cirúrgica seria um Aparelho de Amplificação Sonora Individual (aparelho auditivo) CrosLink (que capta o som do lado da perda e transmite para o lado sadio para ser ouvido). Já do ponto de vista cirúrgico, a depender do caso e com algumas controvérsias no Brasil, um Implante coclear do lado da perda auditiva pode ser indicado. PORÉM, até o momento, na prática, ainda não existem aparelhos totalmente implantados. Um componente externo ainda é necessário. Sempre é bom lembrar: cada caso é um caso que deve ser avaliado como um todo pelo especialista.

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Otorrino

Rio de Janeiro

Olá,
O Trauma acústico ou TSA (Trauma Sonoro Agudo) é definido como alteração abrupta das células auditivas causada por exposição única (ou às vezes repetida) a um ruído de duração breve e intenso. É, de forma mais clara, a ocorrência de uma pancada de som "alto" nos ouvidos, causando neles alterações.
Nem sempre causa perda auditiva propriamente instalada. Ele pode ter consequências transitórias (ser rapidamente resolutivo), com recuperação auditiva espontânea ocorrendo, por exemplo, após uma noite de repouso. Porém, uma importante parcela dos casos desenvolve o que chamamos de TSA constituído, onde ocorrem, além das lesões reversíveis citadas, lesões irreversíveis, levando a perda auditiva e zumbido persistentes (de graus variados caso a caso).
Em linhas gerais, foi a forma mais didática que encontrei de esclarecer esta interessante pergunta.
Att.,

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Otorrino

Rio de Janeiro

Olá,
Os distúrbios da fonação podem ter muitas causas. Estas causas podem ser, por exemplo, lesões estruturais mínimas, pequenos pólipos, nódulos, alterações neuromusculares, assimetria laríngea, etc. Especificamente a respeito da extensão vocal, algumas situações específicas patológicas podem comprometê-la, mas também é preciso saber exatamente se estamos falando da mesma coisa. Alguns pacientes com pequenas lesões em prega vocal podem não atingir certas notas e, nestes casos, uma fonomicrocirurgia com a remoção da lesão pode ser bem sucedida. Por outro lado, pacientes com paralisia do nervo laríngeo superior por exemplo terão comprometimento da extensão vocal e do falsete, e nestes casos, fonoterapia poderia ajudar, mas cirurgia normalmente não.
Para finalizar, devo lembrar que cada indivíduo tem uma frequência fundamental da voz e uma extensão vocal própria. Com trabalho duro e estudo de canto se chega longe, mas um (a) Baixo/Contralto nunca será um (a) Tenor/Soprano.
Um abraço!

Dr. Édio Cavallaro

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Otorrino

Rio de Janeiro

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