Respostas de Rogério Cogo - Campinas

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Rogério Cogo está respondendo perguntas que os usuários enviam à Doctoralia.
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Olá!

No transtorno de pânico os sintomas são mais agudos.

O medo é das próprias reações fisiológicas e psicológicas frente a algo que possa desencadear ansiedade, em especial o medo de um ataque de pânico.

A pessoa fica alerta para identificar qualquer coisa que não esteja normal no seu próprio corpo, pois as interpreta como indício de que colapso iminente, insanidade ou morte.

Na ansiedade generalizada há a tendência a se preocupar muito com muitas coisas. A pessoa fica sempre imaginando todas as consequências catastróficas possíveis para o que ela faz e imaginando maneiras como pode impedi-las de acontecer.

Tanto num caso como no outro o sofrimento é intenso.

Este é um panorama geral sobre o que acontece nestes quadros.

Mais importante do que isso é você poder se aprofundar em como isto é vivido por você, pois muito mais do que os sintomas irá aparecer.

Um profissional da área psi irá poderá te ajudar muito nesta busca!

Até mais!

Rogério Cogo

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Quando nos deparamos com a questão da morte, comum a todos nós, tudo o que vivemos pode esvaziar-se de sentido, como você descreveu.

Há, no entanto, a possibilidade de poder rever muitas coisas em sua vida, revisitando pontos importantes desta e, quem sabe, criando novos sentidos para a sua história.

Assim, este momento pelo qual está passando, apesar do sofrimento que ele carrega, pode ser muito rico se conseguir aproveitá-lo a seu favor.

Você poderia se beneficiar muito com o trabalho de um bom profissional de psicologia ou psicanálise, que a ajudaria a encontrar novas palavras para tudo o que está sentindo.

Rogério Cogo

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Psicanalista, Psicólogo

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Como um recurso pontual, um psicólogo poderá ensinar-lhe técnicas de parada de pensamento e de relaxamento.

Este tipo de intervenção você encontrará com um psicólogo que siga a abordagem cognitivo-comportamental.

Além disso, falar sobre os pensamentos que costumam ser tema neste momento pode ajudá-la a compreender melhor o que acontece.

Mergulhar nestas experiências (falando sobre elas) é o que de fato possibilitará alguma mudança mais profunda.

Neste caso psicólogos de outras abordagens também trabalharão desta forma.

Alia-se a isso a higiene do sono. Entre outras medidas, você pode:

- Estabelecer um horário regular para dormir e acordar;

- Eliminar ruídos e luminosidade do quarto;

- Não ingerir café 6 horas antes do horário de dormir;

- Reservar a cama somente para o sono e sexo, evitando usá-la para fazer refeições ou assistir televisão;

- Durma numa cama confortável.

Bons sonhos!

Rogério Cogo

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Olá!

A ansiedade é uma emoção que todos temos. E dependendo que estamos vivendo no momento, ela pode aparecer com mais força.

Quando a ansiedade é muito forte, ela realmente pode trazer muito sofrimento e dificuldade para nossas vidas, como nos casos do que se chama de transtorno de ansiedade generalizada.

Então, a primeira coisa importante para levar em conta aqui é que a não se trata de eliminar a ansiedade da sua vida.

Junto disso, vem o segundo ponto importante (e o mais importante):

Em vez de prestar atenção para a ansiedade que está tendo em sua vida, vale mais se atentar para o que está acontecendo em sua vida para que a sua ansiedade esteja tão forte.

Por que isso é importante?

Por que a ansiedade é um sintoma do que acontece com você. E somos muito mais do que os sintomas que sentimos.

Vale procurar uma pessoa da área psi. Ela será capaz de escutar o que há de você.

Isso ajudará no que está sentindo. Mas vai muito além do que o alívio dos sintomas. Vai até você.

Até!

Rogério Cogo

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Olá!

Talvez a ordem das coisas seja o inverso aqui.

Em vez de a ansiedade promover essas dúvidas, são essas dúvidas que têm promovido a ansiedade.

Afinal, questionamentos sobre certezas inabaláveis que temos podem nos deixar confusos e inseguros por tirarem os apoios que construímos ao longo da vida.

Por isso, mais importante do que a ansiedade é você poder olhar com mais atenção aos questionamentos que estão aparecendo.

E fala disso com alguém que seja capaz de escutar você de verdade pode fazer toda a diferença não só para o que tem sentido, mas para tudo que está dizendo que tem vivido.

Você encontra essa escuta com as pessoas que trabalham na área psi.

Dar a si esta oportunidade é criar condições favoráveis para a sua melhora. =)

Até mais!

Rogério Cogo

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A raiva é uma emoção composta por três componentes que se influenciam reciprocamente diante de uma situação que a desencadeie: a interpretação do que aconteceu, mudanças físicas e o modo como agimos.
É normal sentirmos raiva em situações nas quais nos percebemos vítimas de ofensas ou injustiças. Ela faz parte dos sentimentos naturais do ser humano e não é errado a sentirmos.
O cuidado necessário a ser tomado, entretanto, recai sobre o modo como expressamos esta emoção. É importante perguntarmo-nos se sua intensidade está dentro do razoável e se o que estamos fazendo está nos ajudando a resolver ou a intensificar o que a ocasionou.
Em outras palavras, mais importante do que nos preocuparmos com a raiva em si, é preocuparmo-nos com o que faremos com ela.
A raiva será problemática quando for demasiada frequente, intensa, duradoura; quando nos levar à agressão e quando prejudicar nossas relações.
Se este for caso, considere a possibilidade de buscar auxílio profissional especializado.

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Olá! Seu marido poderia beneficiar-se muito com o trabalho de um psicólogo especialista em stress. Este profissional pode ajudá-lo a desenvolver recursos de manejo do stress.

Um bom trabalho oferecerá estratégias para a redução da sintomatologia do stress, tais quais a prática de exercícios físicos, orientação sobre a necessidade de alimentação adequada e técnicas de relaxamento.

Além disso, trabalhará aprofundadamente o aspecto psicológico que influência para a elevação do nível de stress, ou seja, a forma como ele pensa e se relaciona com os acontecimentos desencadeadores do stress.

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Sim, o estresse influencia a reatividade cardiovascular e, caso seu nível permaneça intenso por tempo prolongado, pode alterá-la definitivamente, o que influenciará o aumento da pressão.

Busque a orientação de um cardiologista para acompanhar sua pressão arterial.

Um psicólogo pode auxiliar no tratamento não medicamentoso do estresse. Algumas orientações que auxiliam para a diminuição dos sintomas e nível do estresse são:

- Praticar exercícios físicos regularmente;
- Alimentação saudável;
- Aprender técnicas de relaxamento (e utilizá-las, claro);

Por último está o que será o foco do trabalho psicológico, que é justamente investigar e compreender a sua maneira de pensar e de se relacionar, o que geralmente é a nossa maior fonte de estresse.

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Falando sobre ele.

Pode parecer clichê, mas a resposta direta é esta.

Contextualizando, ao falar sobre o que você viveu, no caso, o trauma de infância, você poderá percebê-lo a partir de outros pontos de vista.

Com isso, poderá encontrar novas maneiras de se relacionar com o trauma, ou seja, pensar, sentir e até mesmo agir de diferentes formas sobre o que o marcou.

E com quem falar sobre isso?

É claro que você pode falar sobre isso com pessoas da sua confiança.

Mas será com um psicoterapeuta ou psicanalista que você realmente encontrará o espaço para ser escutado sem julgamentos e falar sobre como é para você tudo o que está vivendo.

Nas sessões, você descobrirá coisas que ainda não havia pensado a seu próprio respeito e um novo conhecimento sobre você será construído.

E então, você encontrará outras maneiras de lidar com o que afeta sua vida.

Até mais!

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Olá!

Vale a pena ter em mente que a ansiedade é uma emoção que todos temos e que pode ficar mais forte dependendo do que estamos vivendo no momento.

Por isso, não se trata de eliminar a ansiedade por completo, mas sim de poder se explorar melhor o que você está vivendo e como isso tem refletido no aumento da intensidade da sua ansiedade.

Neste caminho você poderá ter mais clareza sobre a sua própria maneira de se relacionar com o que está acontecendo e descobrir muito mais sobre si.

Então, é importante sim que fale sobre a ansiedade que está sentindo para alguém que conseguirá escutar o que você está dizendo (este alguém é, por excelência, um profissional da área psi).

Não para eliminar a ansiedade da sua vida, mas para ajudar você a encontrar suas próprias novas maneiras de viver o que acontece.

Até mais!

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Olá!

Sim, a tensão muscular pode ser indicativo de ansiedade e também é um sintoma característico de stress.

Tanto a ansiedade quanto o stress podem estar presentes ao mesmo tempo.

De bate-pronto o que você poderia fazer é:
- técnicas de relaxamento;
- respiração profunda;
- exercícios leves;

Isso é o que estaria ao seu alcance imediato (a princípio) para diminuir este sintoma da tensão muscular.

Mas isso não daria conta de uma possível causa psíquica e provavelmente o sintoma retornaria ou permaneceria.

Por isso, caso você julgue o melhor para você, procure um profissional da área psi.

Este profissional conseguirá ajudar você não só a identificar a causa deste sintoma, mas em muito mais do que isso.

O trabalho de um profissional psi vai muito mais longe do que o alívio dos sintomas.

Este é um trabalho que pode ser profundamente transformador.

Até mais!

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Tanto o tédio quanto o vazio são vividos como um sentimentos de angústia.

É como se tudo o que faz e encontra na vida ficasse esvaziado de sentido sem que aparentemente nada tenha acontecido para isso. Nada mudou, mas está tudo diferente.

Nestes momentos em que tudo se esvazia, existe, porém, uma grande oportunidade: encontrar novos sentidos, mais próprios, para tudo o que vive.

É um momento propício para se perceber e refletir a respeito de aspectos importantes da vida e sobre o que há de você nisso tudo.

Como os colegas disseram, você poderá se beneficiar de qualquer linha psicoterapêutica.

O que importa agora é poder falar sobre o que está vivendo e, com isso, encontrar novas perspectivas sobre suas experiências e sobre você mesmo.

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Olá!

Além da avaliação médica que poderá dar indicativos fisiológicos para o que está acontecendo com você, é interessante que passe por um processo psicoterapêutico ou psicanalítico.

Nestes, você terá a oportunidade de se aproximar de aspectos muito particulares do que tem vivenciado.

Aspectos que podem influenciar diretamente o que tem acontecido, mas que ainda não são tão bem percebidos por você, o que impede fazer algo a respeito.

Aposte nesta direção. Vale a pena.

Até mais!

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O Transtorno de Pânico seria um "medo de ter medo".

Acontece com pessoas que sofreram um episódio anterior e temem que a experiência se repita.

Este medo coloca a pessoa num estado de ansiedade antecipatória, do qual faz parte interpretar alterações fisiológicas inerentes à ansiedade (palpitações, sudorese, hiperventilação, entre outros) como indicativos de possibilidade de morte e/ou enlouquecimento.

Assim, ao perceber-se ansioso, a interpretação é a de uma tragédia iminente, o que, por sua vez, eleva os indícios fisiológicos, perpetuando o ciclo de forma ascendente em intensidade.

Uma das estratégias de tratamento é ajudar a pessoa a identificar as respostas características da ansiedade e, buscando evidências em sua própria experiência, ressignificar o modo como as interpreta.

Concordando com a Dra. Fernanda Borges e com o Dr. Fábio José Pereira, no caso da comorbidade com a cardiopatia, o tratamento deve ser em conjunto com o cardiologista.

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A depressão é uma doença da qual o suicídio é a consequência mais trágica. Democrática, ela pode acometer, inclusive, pessoas otimistas, alegres e dinâmicas. Por isso a necessidade de avaliar cuidadosamente a presença ou não da depressão. Seu tratamento dependerá da gravidade e impacto dos sintomas. Nos casos mais graves a terapêutica mais eficaz combina tratamento psicoterápico e farmacológico.

A gagueira, em si, não incidirá em depressão ou em comportamentos suicida. Porém, o modo como a pessoa se relaciona com a gagueira pode gerar intensa ansiedade e elevação do stress. A gagueira pode ser tratada por um fonoaudiólogo.

Em curto prazo, o risco de suicídio é maior na depressão ansiosa. Assim, ansiedade psíquica é um importante fator a ser considerado para o risco de suicídio, independente da pessoa ser gaga ou não (a ansiedade também é democrática).

Se este for o caso, além do tratamento específico da depressão (e da gagueira), deve-se atentar para a diminuição da ansiedade.

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Sim, o tratamento medicamentoso para o transtorno de pânico é realizado com antidepressivos.

Um psiquiatra ajudará você nisso.


IMPORTANTE ANTES DE CONTINUAR

Você poderá se beneficiar com a medicação para melhorar os sintomas.

Mas a medicação apenas não irá contribuir para você se aprofundar em aspectos importantes da sua vida, nem para poder descobrir muito mais sobre você e construir algo novo a partir disso.

Você encontrará isso na psicoterapia.


CONTINUANDO

Nos anos 60 foram realizadas pesquisas com o antidepressivo imipramina.

E observaram uma melhora muito marcante com este medicamento nas pessoas com os sintomas que hoje fazem parte do transtorno de pânico.

Mas o mesmo não acontecia com os ansiolíticos.

Já para a ansiedade com características do transtorno de ansiedade generalizada, a imipramina não tinha o mesmo efeito, mas os ansiolíticos funcionavam bem.

Então, foram separados dois grupos de sintomas e por isso encontrará mais de um tipo de terapêutica.

Até mais!

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Olá!

A respiração curta e os suspiros são formas de hiperventilação, ou seja, você põe para dentro mais oxigênio do que precisa e não coloca para fora quantidade suficiente de dióxido de carbono.

Assim, você fica com muito oxigênio no sangue. Com isso, as artérias e vasos sanguíneos se contraem e bloqueiam o fluxo de oxigênio para o cérebro e você tem sensações de tontura e sufocação.

O ponto é que diante da sensação de sufocação você pode pensar que a solução é colocar ainda mais ar para dentro, o que só agravará a situação.

Entra em cena, portanto, o modo como você pensa sobre o que está acontecendo com o seu corpo. Converse com o seu terapeuta que ele poderá ajudá-lo muito nisso.

Em relação à musculação, converse com o educador físico responsável onde treina.

Quando executados corretamente, os exercícios ajudarão a estabilizar seu oxigênio e dióxido de carbono.

Isso por que soltar o ar durante a contração muscular fará com que utilize o oxigênio extra em seu sangue.

Até!

Rogério Cogo

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Olá!

Respondendo diretamente a sua pergunta, procure um profissional da área Psi.

A ansiedade é uma emoção normal. Todos a sentimos de vez ou outra. Mas quando frequentemente intensa ela afeta gravemente a nossa vida.

Estes dias tumultuados recorrentes que você enfrenta no trabalho, contribuem para que fique sempre muito perto dos seus limites emocionais, quando não os ultrapassa.

Isso faz com que você esteja constantemente com o nível de estresse elevado, o que implica em cansaço físico frequente, irritabilidade intensa e, inclusive, dificuldade para trabalhar.

O profissional da área Psi ajudará você a se aprofundar em questões importantes em sua vida.

Você poderá falar como tudo o que está vivendo é para você e descobrirá coisas ainda não pensadas a seu próprio respeito.

Com isso, é construído um novo conhecimento sobre você mesma durante as sessões.

E você poderá encontrar novas maneiras de viver essas situações e sentimentos para voltar a ter uma vida mais leve.

Até mais!

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Olá!

Penso que este sentimento de estar deslocado das mesmas chances de tornar-se excelente possa mostrar mais sobre você.

Você o sente também em outras áreas da sua vida, mesmo que não exatamente da mesma forma?

Pergunto isso porque ele pode influenciar para que abandone coisas que gostaria de viver pelo medo do que pode acontecer se você se arriscar.

É claro que não é possível fazer uma análise aprofundada neste espaço, nem saber os desdobramentos que apareceriam num trabalho individualizado.

Por isso, concordo com os colegas que poderá se beneficiar do trabalho de um psicólogo ou psicanalista. Estes profissionais saberão abordar esta e outras questões que se mostrem relevantes.

Lembre-se: poder falar sobre o que sente é fundamental para encontrar novas maneiras de situar-se no que você vive!

Até mais!

Rogério Cogo

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Num brevíssimo resumo, são 2 os passos a seguir:

1. Tratar da crise para sair da zona de perigo de uma tentativa de suicídio e;
2. Cuidar do que o predispôs a ter estes pensamentos/sentimentos, ou seja, poder falar sobre você de modo mais profundo, o que inclui a gagueira e suas vicissitudes.

Neste momento de crise aguda em que está pensando em suicídio, é importante que procure apoio social (família e amigos) e profissional.

Lembre-se: FALAR SOBRE O QUE ESTÁ PASSANDO É MUITO IMPORTANTE!

Uma psicoterapia ou psicanálise podem ser muito benéficas neste caso. O profissional poderá orientá-lo a procurar tratamento médico se vir que é o caso.

Com o trabalho psicológico poderá também falar sobre a gagueira e como ela influencia em sua vida. Neste caso, um profissional de fonoaudiologia também será capaz de ajudá-lo muito.

Espero que busque e encontre a ajuda de que precisa neste momento.

Rogério Cogo

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