Respostas de Rogério Cogo - São Paulo

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Olá!

No transtorno de pânico os sintomas são mais agudos.

O medo é das próprias reações fisiológicas e psicológicas frente a algo que possa desencadear ansiedade, em especial o medo de um ataque de pânico.

A pessoa fica alerta para identificar qualquer coisa que não esteja normal no seu próprio corpo, pois as interpreta como indício de que colapso iminente, insanidade ou morte.

Na ansiedade generalizada há a tendência a se preocupar muito com muitas coisas. A pessoa fica sempre imaginando todas as consequências catastróficas possíveis para o que ela faz e imaginando maneiras como pode impedi-las de acontecer.

Tanto num caso como no outro o sofrimento é intenso.

Este é um panorama geral sobre o que acontece nestes quadros.

Mais importante do que isso é você poder se aprofundar em como isto é vivido por você, pois muito mais do que os sintomas irá aparecer.

Um profissional da área psi irá poderá te ajudar muito nesta busca!

Até mais!

Rogério Cogo

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Psicanalista, Psicólogo

São Paulo

Olá!

Estes sintomas podem sim estar relacionados com a ansiedade.

Como já realizou os exames clínicos e verificou que está saudável, vale a pena investir em um tratamento psicanalítico ou psicoterapêutico.

Ali, vai poder encontrar muito mais do que os exames clínicos podem indicar para você, principalmente o que está influenciando para tudo isso que está sentindo.

Você pode se beneficiar muito disso.

Até mais!

Rogério Cogo

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Psicanalista, Psicólogo

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Você está descrevendo algo que acontece no processo terapêutico e é base para que ele aconteça, ou seja, a transferência.

Sobre estar aparecendo algo relacionado ao amor, algo possível de se dizer é que ali você está encontrando o lugar para falar dos seus sentimentos, inclusive este.

Como ela vai escutar o que está você está dizendo e falar ou não algo a respeito vai depender do que está acontecendo no processo.

Lembre-se que ali tem lugar para um tipo de relação diferente da que se encontra nos contexto comuns da vida.

Por isso, não ter exatamente a resposta que você pediu não significa que ela não esteja escutando o que você está dizendo.

Pelo contrário, pode ser que o silêncio tenha sido exatamente o que está sendo necessário neste momento.

Mantenha o processo e expresse o que for preciso expressar, diga o que sente que tem a dizer, e confie que ela está fazendo a parte que a cabe para o melhor caminho do tratamento.

Até mais!

Rogério Cogo

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Psicanalista, Psicólogo

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Tanto para o pânico quanto para a depressão existem medicamentos apropriados para o tratamento.

Ambos, porém, podem ser tratados sem medicamentos a partir das terapias pela fala, ou seja, psicoterapia e psicanálise.

Como aparenta não querer se medicar, essa é uma excelente alternativa.

Em casos mais graves, a combinação de tratamento farmacológico com psicanálise é indicado.

Rogério Cogo

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Psicanalista, Psicólogo

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Quando nos deparamos com a questão da morte, comum a todos nós, tudo o que vivemos pode esvaziar-se de sentido, como você descreveu.

Há, no entanto, a possibilidade de poder rever muitas coisas em sua vida, revisitando pontos importantes desta e, quem sabe, criando novos sentidos para a sua história.

Assim, este momento pelo qual está passando, apesar do sofrimento que ele carrega, pode ser muito rico se conseguir aproveitá-lo a seu favor.

Você poderia se beneficiar muito com o trabalho de um bom profissional de psicologia ou psicanálise, que a ajudaria a encontrar novas palavras para tudo o que está sentindo.

Rogério Cogo

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Como um recurso pontual, um psicólogo poderá ensinar-lhe técnicas de parada de pensamento e de relaxamento.

Este tipo de intervenção você encontrará com um psicólogo que siga a abordagem cognitivo-comportamental.

Além disso, falar sobre os pensamentos que costumam ser tema neste momento pode ajudá-la a compreender melhor o que acontece.

Mergulhar nestas experiências (falando sobre elas) é o que de fato possibilitará alguma mudança mais profunda.

Neste caso psicólogos de outras abordagens também trabalharão desta forma.

Alia-se a isso a higiene do sono. Entre outras medidas, você pode:

- Estabelecer um horário regular para dormir e acordar;

- Eliminar ruídos e luminosidade do quarto;

- Não ingerir café 6 horas antes do horário de dormir;

- Reservar a cama somente para o sono e sexo, evitando usá-la para fazer refeições ou assistir televisão;

- Durma numa cama confortável.

Bons sonhos!

Rogério Cogo

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Psicanalista, Psicólogo

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Sim, a ansiedade pode ter esses efeitos no que está sentindo no corpo.

A boa notícia é que você não precisa necessariamente fazer o tratamento com medicamentos.

Um bom processo psicanalítico ou psicoterapêutico pode ajudar muito no que está acontecendo.

Além disso, você terá a oportunidade de explorar mais detidamente o que influencia para que se sinta desta forma.

Até mais!

Rogério Cogo

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Olá!

Talvez a ordem das coisas seja o inverso aqui.

Em vez de a ansiedade promover essas dúvidas, são essas dúvidas que têm promovido a ansiedade.

Afinal, questionamentos sobre certezas inabaláveis que temos podem nos deixar confusos e inseguros por tirarem os apoios que construímos ao longo da vida.

Por isso, mais importante do que a ansiedade é você poder olhar com mais atenção aos questionamentos que estão aparecendo.

E fala disso com alguém que seja capaz de escutar você de verdade pode fazer toda a diferença não só para o que tem sentido, mas para tudo que está dizendo que tem vivido.

Você encontra essa escuta com as pessoas que trabalham na área psi.

Dar a si esta oportunidade é criar condições favoráveis para a sua melhora. =)

Até mais!

Rogério Cogo

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Psicanalista, Psicólogo

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Olá!

O mais recomendável que consulte um médico para saber qual a melhor indicação para o seu caso. Neste caso, um psiquiatra.

No entanto, a medicação vai agir predominantemente sobre os sintomas, mas não ajudará você a encontrar as causas do que está sentindo.

Para isso, um processo psicanalítico ou psicoterapêutico poderão te ajudar melhor.

Até mais!

Rogério Cogo

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Olá!

A ansiedade é uma emoção que todos temos. E dependendo que estamos vivendo no momento, ela pode aparecer com mais força.

Quando a ansiedade é muito forte, ela realmente pode trazer muito sofrimento e dificuldade para nossas vidas, como nos casos do que se chama de transtorno de ansiedade generalizada.

Então, a primeira coisa importante para levar em conta aqui é que a não se trata de eliminar a ansiedade da sua vida.

Junto disso, vem o segundo ponto importante (e o mais importante):

Em vez de prestar atenção para a ansiedade que está tendo em sua vida, vale mais se atentar para o que está acontecendo em sua vida para que a sua ansiedade esteja tão forte.

Por que isso é importante?

Por que a ansiedade é um sintoma do que acontece com você. E somos muito mais do que os sintomas que sentimos.

Vale procurar uma pessoa da área psi. Ela será capaz de escutar o que há de você.

Isso ajudará no que está sentindo. Mas vai muito além do que o alívio dos sintomas. Vai até você.

Até!

Rogério Cogo

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Psicanalista, Psicólogo

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Pelo o que você descreve, parece sentir que não há saída para o que está vivendo.

E isso faz com que se mantenha no mesmo lugar ao não procurar ajuda.

É possível sim encontrar outros caminhos para o que está acontecendo.

E escrever aqui perguntado sobre o que é possível fazer é um primeiro passo para isso, além de mostrar que alguma esperança de melhora é percebida por você.

Procure um profissional da área psi, em especial os que tratam pela fala.

Por aí vai poder falar sobre tudo o que tem vivido e terá chances de descobrir muito mais a seu respeito e encontrar novas maneiras de lidar com o que vive.

Até mais!

Rogério Cogo

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A raiva é uma emoção composta por três componentes que se influenciam reciprocamente diante de uma situação que a desencadeie: a interpretação do que aconteceu, mudanças físicas e o modo como agimos.
É normal sentirmos raiva em situações nas quais nos percebemos vítimas de ofensas ou injustiças. Ela faz parte dos sentimentos naturais do ser humano e não é errado a sentirmos.
O cuidado necessário a ser tomado, entretanto, recai sobre o modo como expressamos esta emoção. É importante perguntarmo-nos se sua intensidade está dentro do razoável e se o que estamos fazendo está nos ajudando a resolver ou a intensificar o que a ocasionou.
Em outras palavras, mais importante do que nos preocuparmos com a raiva em si, é preocuparmo-nos com o que faremos com ela.
A raiva será problemática quando for demasiada frequente, intensa, duradoura; quando nos levar à agressão e quando prejudicar nossas relações.
Se este for caso, considere a possibilidade de buscar auxílio profissional especializado.

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Olá! Seu marido poderia beneficiar-se muito com o trabalho de um psicólogo especialista em stress. Este profissional pode ajudá-lo a desenvolver recursos de manejo do stress.

Um bom trabalho oferecerá estratégias para a redução da sintomatologia do stress, tais quais a prática de exercícios físicos, orientação sobre a necessidade de alimentação adequada e técnicas de relaxamento.

Além disso, trabalhará aprofundadamente o aspecto psicológico que influência para a elevação do nível de stress, ou seja, a forma como ele pensa e se relaciona com os acontecimentos desencadeadores do stress.

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Sim, o estresse influencia a reatividade cardiovascular e, caso seu nível permaneça intenso por tempo prolongado, pode alterá-la definitivamente, o que influenciará o aumento da pressão.

Busque a orientação de um cardiologista para acompanhar sua pressão arterial.

Um psicólogo pode auxiliar no tratamento não medicamentoso do estresse. Algumas orientações que auxiliam para a diminuição dos sintomas e nível do estresse são:

- Praticar exercícios físicos regularmente;
- Alimentação saudável;
- Aprender técnicas de relaxamento (e utilizá-las, claro);

Por último está o que será o foco do trabalho psicológico, que é justamente investigar e compreender a sua maneira de pensar e de se relacionar, o que geralmente é a nossa maior fonte de estresse.

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Olá!

Vale a pena ter em mente que a ansiedade é uma emoção que todos temos e que pode ficar mais forte dependendo do que estamos vivendo no momento.

Por isso, não se trata de eliminar a ansiedade por completo, mas sim de poder se explorar melhor o que você está vivendo e como isso tem refletido no aumento da intensidade da sua ansiedade.

Neste caminho você poderá ter mais clareza sobre a sua própria maneira de se relacionar com o que está acontecendo e descobrir muito mais sobre si.

Então, é importante sim que fale sobre a ansiedade que está sentindo para alguém que conseguirá escutar o que você está dizendo (este alguém é, por excelência, um profissional da área psi).

Não para eliminar a ansiedade da sua vida, mas para ajudar você a encontrar suas próprias novas maneiras de viver o que acontece.

Até mais!

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Falando sobre ele.

Pode parecer clichê, mas a resposta direta é esta.

Contextualizando, ao falar sobre o que você viveu, no caso, o trauma de infância, você poderá percebê-lo a partir de outros pontos de vista.

Com isso, poderá encontrar novas maneiras de se relacionar com o trauma, ou seja, pensar, sentir e até mesmo agir de diferentes formas sobre o que o marcou.

E com quem falar sobre isso?

É claro que você pode falar sobre isso com pessoas da sua confiança.

Mas será com um psicoterapeuta ou psicanalista que você realmente encontrará o espaço para ser escutado sem julgamentos e falar sobre como é para você tudo o que está vivendo.

Nas sessões, você descobrirá coisas que ainda não havia pensado a seu próprio respeito e um novo conhecimento sobre você será construído.

E então, você encontrará outras maneiras de lidar com o que afeta sua vida.

Até mais!

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Olá!

Sim, a tensão muscular pode ser indicativo de ansiedade e também é um sintoma característico de stress.

Tanto a ansiedade quanto o stress podem estar presentes ao mesmo tempo.

De bate-pronto o que você poderia fazer é:
- técnicas de relaxamento;
- respiração profunda;
- exercícios leves;

Isso é o que estaria ao seu alcance imediato (a princípio) para diminuir este sintoma da tensão muscular.

Mas isso não daria conta de uma possível causa psíquica e provavelmente o sintoma retornaria ou permaneceria.

Por isso, caso você julgue o melhor para você, procure um profissional da área psi.

Este profissional conseguirá ajudar você não só a identificar a causa deste sintoma, mas em muito mais do que isso.

O trabalho de um profissional psi vai muito mais longe do que o alívio dos sintomas.

Este é um trabalho que pode ser profundamente transformador.

Até mais!

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Tanto o tédio quanto o vazio são vividos como um sentimentos de angústia.

É como se tudo o que faz e encontra na vida ficasse esvaziado de sentido sem que aparentemente nada tenha acontecido para isso. Nada mudou, mas está tudo diferente.

Nestes momentos em que tudo se esvazia, existe, porém, uma grande oportunidade: encontrar novos sentidos, mais próprios, para tudo o que vive.

É um momento propício para se perceber e refletir a respeito de aspectos importantes da vida e sobre o que há de você nisso tudo.

Como os colegas disseram, você poderá se beneficiar de qualquer linha psicoterapêutica.

O que importa agora é poder falar sobre o que está vivendo e, com isso, encontrar novas perspectivas sobre suas experiências e sobre você mesmo.

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Olá!

Os sintomas que você relatou fazem parte da chamada Síndrome de Pânico, mais especificamente da agorafobia.

Estes fazem parte dos transtornos de ansiedade e podem ser perfeitamente tratados em processo psicoterapêutico ou psicanalítico.

Em determinados casos, você pode se beneficiar também do tratamento com medicamentos.

Mas ainda que este tipo de tratamento seja indicado por um profissional, é bom que seja feito em conjunto com as terapias pela fala, citadas acima.

São essas que vão ajudar você a encontrar outros caminhos possíveis para o que está vivendo.

E também vão possibilitar que descubra muita coisa a seu próprio respeito.

Até mais!

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Olá!

Sua dúvida é importante por que parte de um entendimento muito comum, mas equivocado, de que somos separados entre corpo e mente (inclua em "mente" o que sentimos emocionalmente).

Essa separação é boa para fins didáticos, mas não é o que acontece na real.

É só lembrar de como nosso corpo fica quando nos apaixonamos, ou, num exemplo menos romântico, como nosso coração dispara quando levamos uma fechada no trânsito.

A mesma coisa acontece com os estados emocionais que citou, cada um com suas características.

Sobre a segunda parte da sua pergunta, eu diria que é possível sim conseguir a melhora sem medicação (embora em alguns casos seja muito importante), mas não sozinho.

É importante que você possa falar sobre o que está vivendo com um psicólogo ou psicanalista.

Lembra-se de que o que acontece emocionalmente com você repercute no seu corpo.

Então, é por aí, falando a respeito do que sente, que você vai poder encontrar novos caminhos possíveis para o que está vivendo.

Até!

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