Respostas de Dr. Roberto Costa - Cirurgião cardiovascular São Paulo

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Olá. O marca-passo pode ser trocado tantas vezes quantas forem necessárias. Hoje em dia, o normal é que a bateria de um dispositivo cardíaco implantável dure de 7 a 12 anos, dependendo do tipo de aparelho (marca-passo simples, marca-passo com ressincronizador ou marca-passo com desfibrilador). Para que o coração esteja sempre protegido pelo marca-passo, toda vez que a bateria estiver prestes a acabar, será necessário trocar o aparelho.

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É muito raro isso acontecer, mas pode ser que o coração da sua tia tenha sofrido alguma alteração que o fez deixar de precisar do marca-passo. Por exemplo, uma pessoa que use um marca-passo atrial de câmara única pode vir a deixar de precisar do marca-passo caso seu coração sofra uma fibrilação atrial crônica. Mas, repito, casos como esse são raríssimos. Já fatores como idade ou outras doenças não impedem a troca do marca-passo -- salvo em casos de extrema debilidade de saúde, como quando a pessoa está quase à beira da morte. Por isso, peçam mais esclarecimentos ao profissional médico que as orientou a não realizar a troca. Caso não concordem com a conduta, marquem uma consulta com outro médico especializado em marca-passo e peçam uma segunda opinião.

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Seu marca-passo está estimulando outros músculos além do coração, complicação chamada de "estimulação muscular".

Geralmente, essa estimulação indevida acontece quando o marca-passo está programado para emitir mais energia do que deveria. A eletricidade excedente acaba "transbordando" para outros tecidos; e, se for para um tecido muscular, o músculo se contrai. Tratar é simples: reprograme o marca-passo. Além de eliminar o desconforto, seu aparelho deixará de desperdiçar energia e durará mais tempo.

Mas há outro fator que pode causar a estimulação muscular: um escape de energia por falha no isolamento elétrico do sistema implantado. Pode ser uma ligação frouxa entre o marca-passo e os cabos-eletrodos; ou uma ruptura do revestimento isolante de um cabo-eletrodo. Falhas como essas, infelizmente, são corrigidas somente por cirurgia. Conexões frouxas devem ser apertadas. Já eletrodos danificados devem ser substituídos por novos.

Vá ao médico especializado em marca-passo o antes possível.

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O marca-passo cardíaco é um pequeno aparelho que corrige as batidas do coração. Feito de material próprio para ser acomodado dentro do corpo, o marca-passo (pacemaker em inglês) funciona a bateria e é chamado tecnicamente de Dispositivo Cardíaco Eletrônico Implantável (DCEI). Existem três tipos: o marca-passo simples, para as bradicardias; o marca-passo com ressincronizador, para a dissincronia cardíaca; e o marca-passo com desfibrilador, para quem tem risco de morte súbita. Geralmente alojados no tórax -- em alguns casos, no abdome -- e conectados ao coração, esses aparelhos têm função principal de acertar os batimentos quando há algum descompasso. Além disso, monitoram continuamente o desempenho cardíaco. Medem, por exemplo, quantas arritmias a pessoa teve; ou, ainda, quantas vezes foi necessário interferir nas batidas. O médico tem acesso a esses dados. Assim, os marca-passos tratam arritmias e também auxiliam os cardiologistas a avaliar, com precisão, o coração de seus pacientes.

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Qualquer anormalidade no ritmo do coração é chamada de "arritmia cardíaca". Na maioria das vezes, são batimentos levemente fora do compasso que não apresentam sintomas nem riscos à vida. Porém, se o descompasso for considerável, a arritmia poderá causar desconforto, complicações e, infelizmente, até mesmo a morte. Por isso, mantenha-se em dia com as avaliações médicas. À primeira suspeita de arritmia, vá a um cardiologista. É ele o profissional capacitado a diagnosticar, investigar e tratar adequadamente essa doença. Caso seja necessária uma intervenção cirúrgica, ele o encaminhará aos cuidados de um médico cirurgião preparado para resolver o seu problema.

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Depende de quanta energia a bateria ainda tiver no momento da avaliação. O ideal é o marca-passo ser trocado alguns meses antes de entrar no modo ERI, sigla de "elective replacement indicator" (tradução: "indicador de substituição eletiva"). Isso porque, em ERI, o marca-passo passa a funcionar numa espécie de "modo econômico", executando somente as funções realmente essenciais para a vida da pessoa. O marca-passo consegue se manter em modo ERI por uma média de 3 meses. Após esse período, o aparelho entra em EOL, sigla de "end of life" (tradução: "fim de vida"). Nesse momento, a pessoa começa a sentir que o marca-passo já não é mais o mesmo, pois o aparelho passa a estimular o coração em uma frequência bem menor do que a que está em sua programação. Essa frequência vai diminuindo até parar completamente. Mas nenhum portador de marca-passo deve deixar esse momento chegar. A troca deve ocorrer antes que o aparelho chegue ao ERI. Por isso, se você tem marca-passo, avalie-o a cada 6 meses.

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Pessoas que apresentam bradicardias malignas, dissincronia cardíaca, ou riscos de morte súbita (por taquicardia ventricular sustentada ou fibrilação ventricular) têm grandes chances de precisar implantar um marca-passo definitivo para solucionar seu problema. O marca-passo é um aparelho pequeno, leve e seguro (próprio para ser instalado dentro do corpo) que, por meio de fios chamados de cabos-eletrodos, transmite pulsos elétricos ao coração e, assim, acerta seus batimentos. Existem três tipos: o marca-passo simples, para as bradicardias; o marca-passo com ressincronizador, para a dissincronia cardíaca; e o marca-passo com desfibrilador, para quem tem risco de morte súbita. Este último, também conhecido pela sigla CDI, de "cardioversor-desfibrilador implantável", detecta arritmias ventriculares letais, e dispara choques de alta energia para salvar a vida de seu portador.

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