Respostas de Dra. Maíra da Rocha - Rio de Janeiro

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Dra. Maíra da Rocha está respondendo perguntas que os usuários enviam à Doctoralia.
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A presença de cáseos nas amígdalas, essas massinhas amareladas, é uma das causas de mau hálito. Pode-se tentar otimizar a higiene bucal através da escovação dos dentes frequente, uso de enxaguante bucal e dos limpadores de língua. Dessa forma, busca-se controlar a proliferação das bactérias que normalmente colonizam a cavidade oral, o que pode reduzir a formação de cáseos. No entanto, caso persista o problema, a retirada cirúrgica das amígdalas possibilita a resolução definitiva do quadro.

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A mastoidectomia radical é um acesso que permite boa inspeção dos diversos recessos da orelha média, possibilitando a remoção completa do colesteatoma. Existe a chance de recorrência, porém a manutenção da cavidade aberta possibilita a detecção precoce da recidiva e na maioria dos casos é póssível a remoção da doença no consultório, sem necessidade de nova cirurgia. Mantenha o acompanhamento regular com seu médico.

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A indicação da cirurgia nasal depende principalmente dos sintomas de obstrução nasal refratária ao tratamento clínico. Geralmente a obstrução nasal acarreta uma voz hiponasal, em que pouco ar passa pelo nariz durante a emissão da voz, semelhante ao que ocorre quando estamos resfriados. No entanto, diversos fatores compõem a caixa de ressonância da voz e não apenas a cavidade nasal. A avaliação fonoaudiológica e a fonoterapia são fundamentais caso haja persistência da voz hiponasal após a cirurgia.

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A membrana timpânica é bem vascularizada e durante a remoção do corpo estranho podem ter ocorrido pequenas laceraçoes do meato acústico externo, que é também ricamente vascularizado. Além disso pode ocorrer o acúmulo de sangue no meato e nos curativos deixados justapostos à membrana e sobre o meato, como uma gelatina especial frequentemente usada nas cirurgias otológicas. Aos poucos esse sangue pode se exteriorizar, sem constituir sangramento ativo. A eliminação de pequenas quantidades de sangue é esperada e não necessariamente indica a presença de intercorrências. Compareça às consultas de reavaliação, que o seu médico esclarecerá melhor seu caso. Desejo boa recuperação!

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Certos sons podem sim colaborar para a reorganização das sinapses do córtex auditivo e, através da neuroplasticidade, possibilitar a melhora do zumbido. Esse é o princípio da HABITUAÇÃO. Para alcançar esse efeito a exposição aos sons deve ser prolongada, os sons não podem trazer um significado afetivo para a pessoa e a intensidade deve ser ajustada em um nível menor que a do zumbido. O tratamento depende ainda do tipo de zumbido e do tempo de instalação. Consulte o seu otorrinolaringologista para uma investigação adequada e planejamento do tratamento.

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Como sua cirurgia foi realizada recentemente, a cicatrização da mucosa nasal ainda não deve estar completa e a fisiologia da cavidade nasal ainda não deve ter se restabelecido. Essas diferenças de temperatura relatadas podem ser justificadas pela manipulação recente. Além disso, é comum a formação de crostas no pós-operatório, principalmente quando é realizada a turbinectomia. Essas crostas podem causar a sensação de obstrução descrita. Por isso é tão importante comparecer às consultas de revisão no pós-operatório. A síndrome do nariz vazio é uma hipótese que pode ser considerada em casos de obstrução nasal paradoxal após a realização da cirurgia, porém após o período de recuperação da fisiologia da cavidade nasal. Consulte o seu médico. Desejo boa recuperação.

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A flunarizina, princípio ativo da medicação citada é um medicamento comumente prescrito durante as crises agudas de tontura. A labirintite é um termo genérico usado popularmente como sinônimo de tontura porém existem numerosas causas e tipos de tontura e a maioria não corresponde ao quadro de labirintite verdadeira. Logo a medicação auxilia durante a crise, porém a investigação do quadro é sempre necessária para esclarecer o diagnóstico. Em casos persistentes de tontura o uso prolongado de medicações inibidoras dos centros vestibulares, como a flunarizina, pode atrasar a compensação vestibular que é a recuperação da função do equilíbrio. Por isso é importante manter o acompanhamento após a crise.

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Boa tarde. A avaliação clínica por um otorrinolaringologista é importante no seu caso e exames complementares podem ser necessários para a elucidação diagnóstica. Contudo, a mioclonia dos músculos do palato mole e de músculos do interior da orelha média como o tensor do tímpano e o estapédio pode causar a sensação de zumbido tipo "bater de asas de borboleta". Após a avaliação clínica seu médico poderá tratá -lo da forma mais adequada para o seu caso. Melhoras.

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Boa tarde
O bisturi elétrico pode ser usado na modalidade coagulação na cirurgia de turbinectomia para a hemostasia, ou seja, controle do sangramento. Na maioria dos casos é utilizado um eletrocautério próprio para cirurgias nasais e não a caneta de bisturi tradicional. O bipolar é outro instrumento que pode ser usado para o mesmo fim. Converse com o seu médico para maiores esclarecimentos. Boa cirurgia.

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É fundamental que ele seja avaliado por um otorrinolaringologista, que após a anamnese e o exame físico poderá solicitar exames complementares como a audiometria. Crianças com otite média crônica serosa, por exemplo, apresentam líquido espesso na cavidade timpânica, que pode causar uma perda de audição e dificultar a aquisição correta da linguagem. Essa troca de fonemas deve ser investigada com brevidade.

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As causas retrococleares de vertigem e perda auditiva podem ser divididas em neoplásicas (tumores), paraneoplásicas (degeneração ou mecanismo auto-imune), vasculares (isquemias principalmente) e doenças desmielinizantes (incluídas degeneração hereditária, déficits nutricionais, síndromes pós-virais e exposição a toxinas). O diagnóstico é firmado após a história clínica meticulosa, exame físico otoneurológico, pesquisa de evidência de malignidades e identificação de fatores de risco para doenças vasculares. Consulte um otorrinolaringologista.

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O cerumin é uma medicação prescrita para atuar como emoliente, amolecendo a rolha de cera, para facilitar a posterior remoção. Comumente é orientado o uso de 5 a 7 dias, porém esse intervalo pode variar de acordo com a quantidade de cera observada ao exame, consistência da rolha de cera e tamanho do canal do ouvido do paciente. Após o uso da medicação é necessária uma nova avaliação médica para remoção da cera.

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A timpanoplastia é o procedimento cirúrgico em que se busca reestabelecer a funcionalidade da membrana timpânica, através da colocação de enxertos com o objetivo de reparar perfurações do tímpano, inspecionar a orelha média e a cadeia ossicular. Após o procedimento é comum permancer a sensação de "ouvido tapado", que pode ser pela própria manipulação cirúrgica ou pela presença de materiais usados para dar apoio ao exerto colocado. O ideal é evitar traumas sonoros logo após a cirugia, uma vez que devido à manipulação recente pode haver maior sensibilidade à exposição sonora intensa, manifestada por desconforto, zumbido e até tontura. O intervalo necessário dependerá do tipo de procedimento realizado e da cicatrização apresentada pelo paciente, sendo imprescindível comparecer às consultas de revisão no pós-operatório.

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