Dr. Diego de Castro dos Santos

Dr. Diego de Castro dos Santos

Neurofisiologista, Neurologista

Competência em: Eletroneuromiografia, Dores de Cabeça, Doenças Desmielinizantes, Doenças Neuromusculares, Disturbios do Movimento, Doenças Degenerativas e Demências

Número de Identificação Profissional: CRM 160074

Marcação de consultas

Endereço do consultório

Avenida Ibirapuera, 2907 conj 1618. Moema 04029-200 Moema São Paulo

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Opiniões para Dr. Diego de Castro dos Santos

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Baseado em 13 opiniões

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O melhor: "Fui tratada com muito carinho e atenção, e seu tratamento foi super eficiente. Já me sinto como antes, bem. Muito obrigada doutor."

Motivo da visita: Depressão

Paciente que marcou consulta com Dr. Diego de Castro dos Santos

O melhor: "Um excelente atendimento, proficional extremamente capacitado, fui operado no HC, não andava corretamente, tinha queda de altura constantemente e após implante do HBS, nasci"

Motivo da visita: Doença De Parkinson

Paciente que marcou consulta com Dr. Diego de Castro dos Santos em Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP

O melhor: "apesar de ser um exame desconfortável, ele foi muito atencioso e me ajudou a sentir confortável dentro do possível."

Motivo da visita: Eletroneuromiografia

Paciente que marcou consulta com Dr. Diego de Castro dos Santos em Avenida Ibirapuera, 2907 conj 1618. Moema

Dr. Diego de Castro dos Santos respondeu a esta opinião

Acolho a gentileza! Obrigado!

O melhor: "Eficiência nas redpostas"

Poderia melhorar: "Achei tufo otimo"

Motivo da visita: Polineuropatia

Paciente que marcou consulta com Dr. Diego de Castro dos Santos

Dr. Diego de Castro dos Santos respondeu a esta opinião

Obrigado pela confiança! Abraço

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Experiência

Formação

  • Graduação em MedicinaUniversidade Federal do Espírito Santo2011
  • NeurologistaUniversidade de Sao Paulo2015
  • Neurofisiologia ClinicaUniversidade de São Paulo2016
  • Membro Titular da Academia Brasileira de NeurologiaAcademia Brasileira de Neurologia (ABN)2016
  • Eletroneuromiografia e doenças neuromuscularesUniversidade de São Paulo2016
  • Fellowship Distúrbios do Movimento/Toxina Botulínica/Estimulação Cerebral ProfundaUniversidade de São Paulo2016
  • Membro Titular da Sociedade Brasileira de Neurofisiologia ClínicaSociedade Brasileira de Neurofisiologia Clínica (SBNC)2017

Sobre mim

Número de Identificação Profissional: CRM 160074

"Conheça todas as teorias, domine todas as técnicas, mas ao tocar uma alma humana, seja apenas outra alma humana". Carl Jung



Experiência em

Idiomas

  • Português
  • Inglês
  • Espanhol
  • Francês

Webs


Serviços

  • Preço
    Preços aproximados para pacientes particulares (sem plano de saúde).

Artigos escritos por Dr. Diego de Castro dos Santos

Aplicação da toxina botulinica

Muito além da estética.
A toxina botulínica é uma medicação utilizada em diversas condições neurológicas. É aplicada nos músculos ou sob a pele em doses que variam de acordo com a doença e o local aplicado. É utilizada para ajudar pacientes após AVC e traumas tornando a movimentação mais facil por diminuir a espasticidade, a dor e prevenir deformidades da articulação. Também é tratamento de escolha nas distonias, incluindo as da face, pescoço, braços e laringe. Pode ser usada em Doença de Parkinson, tremores, tiques, discinesias e até como tratamento de controle de salivação. Também é terapia de primeira linha na enxaqueca crônica e pode auxiliar pacientes com dor osteomuscular refratária.

Implante De Eletrodo Para Estimulacao Cerebral

Estamos ultrapassando uma velha fronteira na medicina! A estimulação cerebral profunda ou cirurgia de DBS (Deep Brain Stimulation, do inglês) é um tratamento inovador para diversos distúrbios neurológicos com excelentes resultados clínicos. O procedimento consiste na inserção de eletrodos em estruturas cerebrais específicas que são estimuladas por meio de uma corrente elétrica. Com o estímulo constante essas regiões apresentam melhora de sua função. É indicada para pacientes com distúrbios do movimento em geral. Conhece alguém ou tem familiar com doença de Parkinson, distonia, discinesia ou outro distúrbio neurológico? Talvez essa pessoa possa se beneficiar do DBS.

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Respostas de Dr. Diego de Castro dos Santos

105 Respostas

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Olá! É comum que pacientes com demência na fase inicial tenham a tendência a negar perda de memória ou omitir dificuldade de realizar algumas tarefas que faziam antes. Também é comum que eles se estressem com a pessoa mais próxima e se irrite com facilidade com o cuidador. Ainda assim, o profissional com experiência na avaliação das demências é capaz de identificar esse comportamento e essa sutileza e, com certeza, orientará a consulta clínica buscando sinais de perda funcional e auxiliando na percepção do paciente sobre a própria doença. Na primeira consulta se estabelece uma relação de confiança entre o paciente, família e o profissional de saúde. Se você gostar do profissional, mas o paciente não gostar é muito difícil que o tratamento obtenha sucesso. Sugiro fazer o contrário: Leve o paciente na primeira consulta e aquilo que não foi falado e que você julga relevante deve ser comunicado nas próximas consultas.
Abraço
Diego de Castro

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Profissional Premium: Tem um perfil mais completo.

Neurofisiologista, Neurologista

Vitória

Olá! No geral, os remédios que tratam a epilepsia são chamados de antiepilépticos ou drogas anticonvulsivantes. A lista desses medicamentos é extensa e os remédios variam no mecanismo de ação, preço, tipo de epilepsia, idade e sexo do paciente a ser tratado. Também levamos em conta, na hora de prescrever a medicação, a presença de outras doenças e os efeitos colaterais que o paciente possa apresentar. Em relação ao mecanismo geral, os remédios ajudam na estabilização da função dos neurônios. Alguns neurônios dos portadores de epilepsia estão muito ativos, gerando potenciais elétricos anormais. As medicações inibem os neurônios hiperativos e assim os circuitos elétricos cerebrais se ativam na hora certa, funcionando melhor. Os remédios mais populares para o tratamento são carbamazepina, fenitoina, hidantal, valproato, fenobarbital, lamotrigina entre outros. Consulte seu neurologista para esclarecer mais sobre epilepsia e cada medicação.
Abraço.

Dr. Diego de Castro dos Santos

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Neurofisiologista, Neurologista

Vitória

Olá! Essa orientação de cautela em região a viagens aéreas está relacionada principalmente a fase aguda de acidente vascular cerebral, em pacientes com anemia falciforme ou pacientes com estenoses intra e extracranianas acentuadas ou portadores de doenças que não tolerem a mínima diminuição de oxigênio. Não existe nenhum contra-indicação formal para pacientes que possuem demência vascular por si só. Um sonho é sempre um sonho e a melhor coisa que um filho pode dar a seu pai idoso é disfrutar das coisas boas que a vida tem a oferecer. Consulte seu neurologista para uma avaliação desses outros fatores que realmente que são proibitivos a viagem. Abraço e Boas Festas!
Diego de CAstro

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Vitória

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