Carla Hofstetter

Carla Hofstetter

Psicanalista, Psicóloga

Competência em: Lacaniana, Psicanálise com Adolescentes, Psicanálise com Adultos, Psicanálise com Crianças, Psicoterapia Individual, Fobias, Neuroses, Psicologia do Luto e do Enlutamento... ver mais

Número de Identificação Profissional: 05/51507

Marcação de consultas

Endereço do consultório

Edifício Massion - Rua Sete de Setembro, 92 20050-001 Centro Rio de Janeiro

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Opiniões para Carla Hofstetter

5

Baseado em 8 opiniões

Pontualidade

Atenção

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O melhor: "A Carla me ajudou muito a superar o fim de um relacionamento e me fez enxergar o quanto devo me amar acima de tudo. Sempre pontual, atenciosa e direta em suas análises."

Poderia melhorar: "Sem indicações do que melhorar."

Motivo da visita: Relacionamento

Paciente que marcou consulta com Carla Hofstetter em Edifício Massion - Rua Sete de Setembro, 92

O melhor: "Muito atenciosa até fora do consultório e me ajudou muito em lidar com problemas de relacionamento, tristezas ..."

Motivo da visita: Problemas com relacionamentos

Beatriz F. marcou consulta com Carla Hofstetter em Edifício Massion - Rua Sete de Setembro, 92

O melhor: "Muito bom! Despertou a vontade de voltar, o que não aconteceu com outros profissionais."

Motivo da visita: Aconselhamento Psicológico

Paciente que marcou consulta com Carla Hofstetter em Edifício Massion - Rua Sete de Setembro, 92

O melhor: "A Carla percebeu coisas que nem eu mesmo sabia sobre mim. É como uma viagem para dentro de mim. Tem me ajudado muito e eu só tenho a agradecer!"

Paciente que marcou consulta com Carla Hofstetter em Edifício Massion - Rua Sete de Setembro, 92

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Experiência

Formação

  • Graduação em PsicologiaIBMR2016
  • Pós graduação em Psicanálise ClínicaUniversidade Santa Úrsula2018

Sobre mim

Número de Identificação Profissional: 05/51507


 Ao procurar análise, o sujeito busca solucionar algo. Pode chegar com o discurso de ''quero me conhecer melhor'' ou com alguma queixa específica. O ser humano tenta exercer o controle sobre si mesmo o tempo todo, mas falha e sofre por isso. Algo escapa sempre, o inconsciente.

 Meu trabalho é sempre cavar mais fundo e entender, junto a pessoa, o que escapa, o que dói, e como isso ecoa na sua vida atual. Poucas vezes ousamos ouvir o que dizemos, e a análise é um convite a isso, pois o que não é dito é vivido no corpo. Na vida fora do consultório, muito não é falado por medo da reprovação do outro, então esse será o lugar para trazer à tona o não-dito e as reais fraquezas, sem julgamentos. 






Experiência em

Idiomas

  • Português

Webs


Serviços

  • Preço
    Preços aproximados para pacientes particulares (sem plano de saúde).

Artigos escritos por Carla Hofstetter

Psicanálise

A abordagem que me orienta na condução do tratamento é a psicanálise lacaniana. Lacan foi um psicanalista pós-Freudiano que retomou a teoria de Freud, reforçando muitos pontos e fechando algumas lacunas. As sessões de psicanálise consistem em dar espaço para que o paciente fale livremente sobre o que lhe vier na cabeça, chegando a pontos importantes que tocam questões inconscientes, muitas vezes mal resolvidas. Os comportamentos que se repetem e sintomas do sujeito estão sempre ligados a sua estrutura psíquica, que é onde o tratamento psicanalítico pretende alcançar. O sintoma é como um furo, e o que está por trás dele é o material a ser tratado.

Depressão

A dor da existência está aí para todos, as limitações e impossibilidades próprias serão sempre motivo de frustração e a plenitude total é algo impossível (mas sua busca nos motiva a viver e a fantasiar). Porém, a sensação de estar o tempo todo em contato com suas próprias faltas aponta para uma angústia que pode ir além do suportável e pode paralisar o sujeito em suas buscas pessoais. Podemos chamar de depressão a angústia, a dor, a fraqueza, a apatia e o desânimo contínuos, fora muitos outros sintomas que apontam para uma insatisfação consigo mesmo, em níveis e intensidades variáveis. Se a convivência com si mesmo, interna, passa a ser muito incômoda, Há que se ter um cuidado especial.

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Respostas de Carla Hofstetter

76 Respostas

39 Especialistas de acordo

39 Pacientes agradecidos

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Olá! Pelo tema da sua pergunta pude perceber que sua dúvida gira em torno da possibilidade de ter a doença de Alzheimer. A probabilidade de desenvolver essa enfermidade é baixíssima em sua idade. Nos estádios iniciais, é comum que já comecem a aparecer confusões cognitivas, inclusive espacial e temporal (esquecer que dia é hoje, onde está), sendo notável para quem convive com a pessoa. Esquecer o que estava falando, o que ia fazer, são lapsos passíveis de ocorrer em todas as idades. Porém, se isso está te preocupando, sugiro procurar outro neurologista, que possa ajudar a eliminar essa dúvida. E quanto aos esquecimentos, em psicanálise são tidos como resistências a entrar em contato com algo da ordem do inconsciente (não caberia explicar melhor por aqui). Seria válido procurar um psicólogo/psicanalista.
Espero ter ajudado!

Carla Hofstetter

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Psicanalista, Psicóloga

Rio de Janeiro

Sim, pelo que você descreveu talvez seja um sentimento de falta de sentimento, um ''não sentir". É preciso investigar como se desenvolveu essa apatia e do que você poderia estar se defendendo ao não sentir. Falar ajuda a trazer significados para o que se vive e colocar em palavras, nomeando as angústias, pode te ajudar a entrar em contato com o que você sente. É importante ter uma escuta profissional para isso, que respeite o seu tempo e suas resistências, pois pode ter muita coisa aí por trás.

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Psicanalista, Psicóloga

Rio de Janeiro

No boderline, há uma linha tênue entre a neurose e a psicose. Diferentemente da neurose, na psicose algumas leis básicas que regem o psiquismo não foram incorporadas. Esse limite é um pouco frouxo no transtorno de Boderline, então quando a realidade é angustiante para quem tem essa estrutura, pode haver um "ajuste" dessa realidade através do delírio (pode ser persecutório sim), para suportá-la. A impulsividade, devido a frouxidão das leis da neurose, pode causar momentos fora do ar, também.

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