Artigos escritos por Dra. Dayane Issaho - Oftalmologista Curitiba

Cirurgia de estrabismo

Oferecemos uma técnica minimamente invasiva (via fórnice) de cirurgia de estrabismo, que proporciona muito mais conforto e uma recuperação mais rápida no pós-operatório.
As vantagens são:
- Reduz o trauma cirúrgico, causando menos dor e menos inflamação no pós-operatório;
- Possibilita acesso a mais músculos pela mesma incisão;
- Cicatrização e recuperação mais rápidos;
- Menor tempo de cirurgia;
- Uso de somente 1 ou 2 pontos de sutura para fechar a conjuntiva (ao invés de 4 ou 5 na técnica tradicional);
- Facilita cirurgias subsequentes, caso necessite de uma reoperação no futuro;
- Menos desconforto causado pelos pontos;
- A cicatriz cirúrgica fica escondida sob a pálpebra.

Ambliopia

A ambliopia ou “olho preguiçoso” é a redução da visão que, em geral, não pode ser corrigida somente com uso dos óculos. Ela não deve ser confundida com o olho que desvia, que é chamado de estrabismo. Ambliopia trata-se de uma falha no desenvolvimento da acuidade visual por falta de estímulo adequado durante o período crítico do desenvolvimento visual (antes dos 8 anos de idade). Se essa falha não for corrigida durante a infância, a criança pode ter diminuição visual, perda da função de sensibilidade ao contraste, dificuldade de localização e distorções espaciais permanentes.

Estrabismo

Estrabismo é o desalinhamento dos olhos e acomete de 2 a 4% da população. Pode se manifestar desde o nascimento, em crianças maiores ou mais tarde, na idade adulta.
Os olhos podem encontrar-se desviados para dentro (estrabismo convergente ou esotropia), para fora (estrabismo divergente ou exotropia) ou apresentar algum desvio vertical (hipotropia ou hipertropia).
Dependendo do tipo de estrabismo, pode-se tratar com o uso de óculos, tampão, exercícios ortópticos, toxina botulínica, prismas ou cirurgia dos músculos extraoculares.

Sondagem Das Vias Lacrimais

Para a sondagem, a criança é sedada e uma sonda muito fina é colocada no ducto lacrimal para abrir a obstrução. Realiza-se, então, uma irrigação. O procedimento não causa dor e apresenta poucos riscos.
Em caso de recorrência da obstrução, obstruções mais severas ou crianças maiores de 1 ano, optamos pela sondagem seguida de intubação. Existem tipos diferentes de intubação de vias lacrimais.
Na menos traumática, um delicado tubo de silicone é deixado na via lacrimal após a sondagem para evitar cicatrização que leve a nova obstrução.
O tubo de não é sentido e não incomoda.
Ele é retirado no consultório, em geral 3 meses após o procedimento.
A retirada é rápida, indolor e não requer anestesia.

Voltar para Dra. Dayane Issaho

Artigos escritos por Dra. Dayane Issaho - Oftalmologista Curitiba