Respostas de Dra. Dayane Issaho - Oftalmologista Curitiba

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Dra. Dayane Issaho está respondendo perguntas que os usuários enviam à Doctoralia.
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O estrabismo pós-trauma pode ser consequência de várias condições (lesão de algum nervo craniano, secundário à baixa visão, secundário à trauma direto com lesão de estruturas da órbita...). Na maioria dos casos é possível sim, a partir de cirurgia de estrabismo, corrigir o alinhamento dos olhos.
É necessária avaliação com oftalmologista especialista em estrabismo para definir a melhor conduta!

Dra. Dayane Issaho

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Teste do olhinho é a mesma coisa que teste do reflexo vermelho. Trata-se de um exame rápido, indolor e sem riscos que deve ser realizado em TODOS os bebês na primeira semana de vida, de preferência pelo próprio pediatra ainda na maternidade.
Visa detectar doenças como catarata congênita, glaucoma congênito, tumores oculares, malformações oculares, etc.
Se o teste for duvidoso ou alterado, a criança é encaminhada ao oftalmopediatra para avaliação.
De qualquer forma, o teste do olhinho não substitui a consulta de rotina que deve ser realizada com o oftalmologista em todas a crianças no primeiro ano de vida.

Dra. Dayane Issaho

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O estrabismo (desvio ocular), pode ser corrigido em qualquer idade. Principalmente se estiver associado com visão dupla, ele deve ser tratado!
Dependendo da magnitude do desvio, o estrabismo pode ser tratado com óculos de prisma, toxina botulínica ou cirurgia dos músculos extraoculares.
Um especialista em estrabismo poderá te orientar após avaliação oftalmológica.
Caso indicada, a cirurgia pode sim ser realizada!

Dra. Dayane Issaho

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O exame de motilidade ocular serve para avaliar a musculatura extra-ocular e, consequentemente, a função dos nervos cranianos III, IV e VI.

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Após a cirurgia de estrabismo, o alinhamento ocular ainda pode mudar nas semanas seguintes. Em geral, a mudança principal ocorre nos primeiros 3 meses do pós-operatório.
E na maioria dos casos acabamos esperando ao menos 6 meses de cirurgia para decidir sobre necessidade de retoque cirúrgico.

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Olá! O sucesso de uma cirurgia de estrabismo não pode ser avaliado já nos primeiros dias de pós-operatório. Existem um período de cicatrização e adaptação da musculatura operada.
Em geral, esperamos cerca de 6 meses antes de pensar em um retoque da cirurgia.
Atenciosamente

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É importante nesse caso saber se há outras alterações associadas ao coloboma de íris, como por exemplo, coloboma de nervo óptico, erro refrativo (miopia, astigmatismo, hipermetropia), outras malformações do segmento anterior do olho, etc.
Em geral, a baixa visão não pode ser corrigida com cirurgia, mas sua filha ainda está no período de desenvolvimento cerebral da visão. Portanto, se ela apresenta erros refrativos associados, o que é muito comum, pode e deve ser tratada com óculos, tampão...
Em geral, a cirurgia para coloboma corrige somente a estética, mas não tem potencial de melhorar a acuidade visual.

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Tudo depende do grau de ambliopia que você apresenta.
Em casos mais leves, não há contra-indicação da cirurgia refrativa.
No entanto, se você apresenta ambliopia mais severa, o uso dos óculos funciona não só para correção da visão, mas também como proteção mecânica, diminuindo as chances de trauma/acidentes no seu olho bom.

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Não há tratamento para a microftalmia em si, mas sim para as condições associadas à ela.
O bebê deve ser avaliado por um oftalmopediatra para investigar se há outras anomalias oculares além do pequeno tamanho do olho (como catarata, anomalias do nervo óptico…).
Erros refrativos (como hipermetropia) estão frequentemente associados à microftalmia, por isso é importante acompanhar de perto com o especialista durante os primeiros anos do desenvolvimento visual. Se necessário, o médico indicará óculos, ou mesmo tratamento oclusivo (tampão) para garantir um melhor desenvolvimento visual.
O fato de o bebê ter microftalmia não significa que ele será completamente cego deste olho. Há sim potencial de uma visão razoável, se não houver outras malformações oculares associadas. O importante é acompanhar e estimular!

Dra. Dayane Issaho

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Os planos de saúde muitas vezes se negam a cobrir o procedimento de estrabismo por considerarem uma cirurgia estética. O que se alega é que em adultos, quando não há visão em profundidade e quando não há visão dupla, a cirurgia de estrabismo não traz nenhum ganho funcional de visão, sendo portanto considerado por eles estético.

O conceito realmente foge um pouco do aspecto médico, pois sabemos que, por mais que não haja ganho na funcionalidade visual, o estrabismo envolve vários aspectos psicossociais.

Dra. Dayane Issaho

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Não existe hoje em dia um tratamento que elimine completamente o nistagmo. O que podemos tratar são os erros refrativos (grau de óculos), estrabismo (desvio ocular) ou mesmo posição de cabeça associados ao nistagmo.
Muitas vezes os pacientes com nistagmo adotam uma posição da cabeça para compensar os movimentos oculares. Para essa condição existe um tipo de cirurgia da musculatura extra-ocular que pode ser realizada.
Mesmo com a cirurgia, o nistagmo continua presente, mas o desvio ocular ou o mau posicionamento da cabeça associados melhoram

Dra. Dayane Issaho

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Com essa visão, você é sim classificado como portador de visão monocular e se enquadra no CID H54.4.
Você não é, no entanto, enquadrado na cegueira legal, quando a visão corrigida no seu melhor olho é de 20/400 ou pior..

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Geralmente o Morning Glory é uma alteração isolada na retina e não está associada a outras alterações neurológicas, como quadro convulsivo.
Infelizmente não existem tratamentos disponíveis para reverter a alteração no fundo do olho.
O que fazemos é corrigir erros refrativos, sessões de estimulação visual dependendo do potencial de visão, etc.

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Somente uma avaliação clínica poderia responder a essa pergunta.
Mas, em geral, casos de estrabismo vertical possuem indicação de cirurgia de estrabismo.
O tampão, ao contrário do que muitos pensam, não serve para tratar o desvio, mas sim estimular a visão que pode se tornar preguiçosa (ambliopia) por causa do estrabismo.
Crianças de um modo geral, quanto antes for realizada a correção, melhor para o desenvolvimento da visão.

Dra. Dayane Issaho

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Essa pergunta só é possível após uma avaliação em consultório.
Em geral, o tratamento de estrabismo com toxina botulínica é realizado nos estrabismos chamados paralíticos (quando ´há paralisia de um músculo extraocular e injetamos o Botox no músculo antagonista que se fortalece demais).
Cirurgia de estrabismo pode ser realizada em qualquer idade e, em geral, é a opção de tratamento escolhida para a maioria dos casos.
Procure um especialista em estrabismo para orientá-lo qual a melhor opção no seu caso.

Dra. Dayane Issaho

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Uma terceira cirurgia, se ainda restar desvio, é possível sim.
Nos casos de cirurgia de estrabismo, apesar de a maioria dos pacientes ficar bem após um único procedimento, muitas vezes é necessário retoque cirúrgico. Isso pode ocorrer messes ou anos após a cirurgia.

Dra. Dayane Issaho

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A diplopia decorrente do Graves deve ser tratada após ao menos 6 meses de estabilidade do quadro. Durante o tratamento, o processo inflamatório deve reduzir.
Se não houver mais atividade inflamatória na musculatura extraocular e a diplopia persistir, pode sim ser corrigida. O tratamento pode ser com cirurgia de estrabismo, toxina botulínica ou óculos com prisma, dependendo da magnitude do desvio.

Dra. Dayane Issaho

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É importante uma avaliação com especialista em estrabismo.
Você já passou por uma etapa muito importante, que é a investigação neurológica. Em alguns casos de estrabismo/diplopia podemos não encontrar mesmo a causa.
Se faz mais de 6 meses que você apresenta o quadro, é bem improvável que ele melhore espontaneamente. Há várias formas de tratar o estrabismo que leva à diplopia: óculos com prisma, aplicação de toxina botulínica ou mesmo cirurgia dos músculos extraoculares. Somente a avaliação com o especialista poderá definir a melhor conduta para seu caso.

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Somente uma avaliação oftalmológica completa poderá responder a essa pergunta.
O nistagmo em si não tem tratamento. O que tratamos e acompanhamos são as condições muitas vezes associadas ao nistagmo (óculos, se tiver grau; cirurgia dos músculos oculares se tiver estrabismo, etc).
A baixa visão, se não puder ser melhorada, existem auxílio ópticos que podem ajudá-lo nas dificuldades do dia-a-dia (óculos especiais, lupas, etc)

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A cirurgia de estrabismo tem a finalidade de melhorar o desvio dos olhos. O resultado depende de vários fatores, como por exemplo a qualidade da visão. Pacientes com uma boa acuidade visual nos 2 olhos tem mais chance de um resultado cirúrgico mais estável.
De qualquer forma, na maioria dos casos a cirurgia de estrabismo em crianças ou adultos apresenta bons resultados. O desvio pode voltar em algumas pessoas, podendo ser necessário retoque da cirurgia.

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