Respostas de Dr. Luiz Henrique Junqueira Dieckmann - Psiquiatra São Paulo

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O transtorno de Movimento Estereotipado é um transtorno estudado na Psiquiatria infantil em que existem movimentos repetitivos, sem objetivo específico (estereotipados), como balançar o corpo, as mãos, morder objetos ou se morder, etc. Estes movimentos causam disfunção na vida da crinaça e não são causados por medicações ou outras doenças, e também são diferentes da doença do TOC (Transtorno Obsessivo compulsivo) e da tricotilomania e da Sindrome de Tourette também, por exemplo. O transtorno normalmente até a adolescência atinge o máximo e pode persistir, mas normalmente com melhora depois desta fase. O tratamento vai depender da idade do paciente, dos tipos de suportes que estão disponíveis na cidade onde mora, da equipe multiprofissional. Usam-se protetores para as crianças não se machucarem, e existem alguns medicamentos estudados para o tratamento, você deve conversar com seu psiquiatra infantil sobre o tratamento ideal. Atenciosamente

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O ideal seria fazer uma avaliação com um médico ginecologista que irá fazer um exame físico mais detalhado ginecológico, procurando sinais do que chamamos de climatério, que é o período que envolve a queda hormonal, mesmo que ainda menstruando. Também provavelmente irá solicitar exames laboratoriais como FSH, LH, Estrogeno e Progesterona, para avaliar se existe já uma mudança hormonal perceptivel. Os fogachos (que são os famosos calores), podem melhorar com tratamento, mas o uso de qualquer medicação, mesmo fitoterápicos, sem indicação médica podem lhe trazer riscos para a saúde, te desaconselho usar qualquer medicação sem uma indicação precisa. Um abraço

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As mulheres são vulneráveis à depressão pós parto, tanto pelas mudanças hormonais e físicas, além da nova responsabilidade de cuidar de um recém nascido. Muitas mães experimentam um episódio breve de alterações de humor (que são geralmente leves), conhecido como "blues puerperal" (sensação de não dar conta da responsabilidade, irritabilidade, choro mais fácil, cansaço, melancolia. . Estes sintomas geralmente somem até o décimo dia do pós parto. Alguns estudos apontam que cerca de 40 até 80% das mãe podem experimentar estes sintomas na primeira semana. A depressão pós parto é uma condição muito mais grave e que requer tratamento ativo e apoio emocional e psicoterápico para mãe. Existem alterações de sono, de humor, de apetite, da disposição, pensamentos negativos, auto estima diminuida, ou seja, sintomas de um quadro depressivo de fato importante. Alguns estudos apontam que as mulheres que tem depressão pós parto muitas vezes tiveram episódios depressivos prévios

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Os dois profissionais são igualmente habilitados para fazer a primeira avaliação. Caso você procure inicialmente um(a) psicólogo(a), que entenda que seu caso necessita de medicação, ele lhe encaminhará para um(a) colega psiquiatra. Caso você procure um(a) psiquiatra que entenda que é necessário psicoterapia, lhe encaminhará para um(a) colega psicólogo(a). Mas de um modo em geral, o tratamento costuma ser conjunto, ou seja os dois ao mesmo tempo. Existem evidências científicas que, para quadros moderados de depressão a psicoterapia sozinha funciona, assim como a medicação sozinha funciona, porém psicoterapia+medicação tem um resultado melhor do que uma das modalidades sozinha. Espero que tenha ajudado na dúvida. Um abraço.

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Quem sofreu AVC pode ter depressão tanto por problemas vasculares (que muitas vezes são as mesmas causas que levaram ao acidente vascular cerebral), quanto pelas limitações e sequelas que muitas vezes o AVC deixa, trazendo algumas dificuldades para a vida do paciente e aumentando a chance da ocorrência de depressão. Mas devemos lembrar que a depressão é uma doença relativamente comum que pode estar acontecendo também independente do AVC. Atenciosamente

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Não necessariamente, mas pode sim indicar um sintoma de ansiedade. A alimentação é um fenômeno complexo, que envolve sintomas psíquicos e também o eixo neuro psico endócrino, ou seja, há varios fatores associados com a hiperfagia (o comer demais). Portanto o ideal seria você procurar ajuda de um profissional da area de saúde para tentar entender o que está acontecendo e planejar um tratamento, caso seja de fato necessário. Você pode procurar inicialmente um(a) nutricionista, um(a) médico(a) nutrólogo(a), um(a) médico(a) psiquiatra, um(a) psicólogo(a) para fazer a primeira avaliação. Ou seja, averiguar se há necessidade de uma investigação mais cuidadosa. Desculpa não responder diretamente, mas sem uma avaliação feita pessoalmente e com detalhes não é possível dar respostas diretas para um fenômeno tão complexo. Um abraço. Luiz Dieckmann

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O tratamento da bulimia pode sim ser feito com terapia com um bom terapeuta da área, com um(a) boa psicólogo(a). Podem existir ótimos resultados, quando as causas da bulimia são entendidas e corretamente tratadas. Caso seja necessário, o(a) psicólogo(a) que conduzirá o tratamento saberá identificar e encaminhar para tratamento médico complementar (mesmo que não seja com um médico psiquiatra). O mais importante é ir procurar tratamento o quanto antes, pois é uma doença que pode trazer riscos ao paciente, assim como outros transtornos alimentares. Atenciosamente

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A sua filha deveria passar por uma avaliação inicialmente com um(a) psicólogo e/ou psiquiatra e/ou nutricionista e/ou nutrólogo e/ou um clínico geral para entendermos melhor o que esta ocorrendo e como devemos abordar o assunto e, eventualmente iniciar um tratamento. Existem 2 transtornos alimentares que são relativamente comuns, chamados bulimia nevosa e anorexia nervosa. Na anorexia nervosa (para ter o diagnóstico) o peso do paciente se mantém baixo, com o IMC (índice de massa corpórea) abaixo de 17,5. A perda de peso é induzida pelo próprio paciente (além de deixar de comer, fazer exercícios excessivos, usar laxantes, diuréticos, etc), Existe uma distorção da imagem corporal, com a pessoa vendo-se fora de forma, com pavor de engordar, forçando-se a emagrecer ainda mais. Ocorre, dependendo da intensidade, amenorreia (que é a parada da menstruação), além de outros problemas clínicos. Mas não é necessário ter todos estes sintomas, por isso você deve procurar ajuda especializada. Abs!

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Os avanços nas pesquisas da neuroimagem na psiquiatria tem trazido respostas e achados interessantes para o melhor entendimentos das diversas patologias. Alguns estudos recentes observaram redução direita e esquerda da região hipocampal no Transtorno de Personalidade Borderline, e uma correção ainda maior na redução volumétrica quando associado à comorbidade do Transtorno do Estresse Pós Traumático. Existiu a publicação de um trabalho recente e interessante, numa boa revista Européia, de um pesquisador brasileiro do Nordeste (que é psicólogo), Dr.Eleonardo Rodrigues sobre o tema. O tratamento, no entanto, ainda se baseia principalmente na psicoterapia (no caso deste transtorno em específico a maior parte dos estudos é com terapia psicodinâmica) de longo prazo e o tratamento medicamentoso acaba se baseando no tratamento sintomático e nas eventuais comorbidades que podem acontecer. Um grande abraço! Luiz Dieckmann

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Dificilmente qualquer medicação da classe dos Antidepressivos Tricíclicos (Clomipramina, imipramina, amitriptilina, nortriptilina, etc) faz perder peso, pelo contrário, muitas vezes há ganho de peso. No entanto, as vezes no início do tratamento podem ocorrer naúseas e com isso, uma perda de peso temporária. Atenciosamente

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O primeiro passo a tomar é reconhecer o problema, o que você já está fazendo. O ideal é que você procura ajuda profissional da área da saúde mental, que pode ser um psicólogo(a), ou um médico(a) psiquiatra. Caso na sua cidade não tenha ninguém da área de fácil acesso, deve procurar um clínico geral para iniciar o tratamento o mais breve possível. A depressão é uma doença que deve ser tratada como tal, com seriedade e visando a remissão completa dos sintomas, para evitar que o problema se cronifique. Não deixe para depois para iniciar o tratamento. Atenciosamente

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O que pode fazer um paciente ficar impedido de dirigir um carro não é especificamente o transtorno bipolar em si, mas sim o uso de algumas medicações que podem ter um efeito sedativo e diminuir os reflexos do paciente (durante o tratamento), aumentando também a sonolência, por exemplo. Outro fator que pode prejudicar a capacidade de direção e coloca-lo em risco é o período de crise dentro do transtorno, tanto um episódio de mania/hipomania, onde o paciente acaba assumindo uma atitude com mais perigosa e destemida, tem aumento da agressividade, pode aumentar a irritabilidade no trânsito, etc, ou então um episódio depressivo, que pode também prejudicar a sua capacidade funcional da direção. Mas é importante destacar que, caso o paciente esteja sendo adequadamente tratado,esteja sendo corretamente medicado, esteja em acompanhamento com um psicólogo em conjunto com o psiquiatra e não esteja em nenhum episódio de crise, a vida dele vai ser bastante normal, com uma ótima qualidade de vida!

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É comum que a Ansiedade acabe gerando vários sintomas somáticos, incluindo o aumento do peristaltismo (que são os movimentos que o intestino faz, as contrações coordenadas do intestino), pode causar sudorese (aumento do suor), taquicardia (coração disparado), tremores, formigamento, falta de ar, uma sensação de bola na garganta, enjôos , entre outros. Existe uma ativação do sistema neuroendócrino, que causa estes sintomas. Não necessariamente uma doença, muitas vezes sendo uma resposta normal do organismo frente ao estresse. Porém, quando começa a gerar algum tipo de transtorno na qualidade de vida do indivíduo ou começa a se tornar frequente, é necessário que a pessoa procure uma ajuda especializada, de um psicólogo(a) ou de um(a) médico(a) psiquiatra para fazer uma avaliação e avaliar se há necessidade de um tratamento adequado. Um grande abraço. Luiz Dieckmann

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A depressão (simplificando a explicação) é uma doença que se caracteriza por sintomas de tristeza e/ ou anedonia (que é a falta de prazer nas atividades que antes eram prazerosas, como se a vida perdesse a graça). Junto com isto podem haver alterações de sono (insonia ou muito sono), do apetite (perda de peso associada ou ganho de peso), diminuição da concentração, da auto estima, dos planos pro futuro, pensamentos de morte (como se fosse mlehor morrer ou sumir deste mundo) e em casos mais graves pensamentos de suicídio, diminuição da libido, entre outros sintomas. Estes sintomas duram mais do que 14 dias e costumam estar presente na maior parte do dia, prejudicando grandemente a qualidade de vida do paciente. O ideal é que você procure ajuda o mais rápido possível, ou de um médico(a) da sua cidade (mesmo que não tenha um psiquiatra de fácil acesso na sua cidade, pode inicar o tratamento com um clínico geral ou neurologista) ou de um psicologo(a) para lhe avaliar detalhadamente. Att

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Existem algumas interações medicamentosas entre a Paroxetina (Pondera) e a Lamotrigina (Lamitor), mas a combinação não é proibida, existem alguns casos em que se usam estas medicações juntas. Caso tenha sido prescrita pelo seu medico a combinação, ele irá acompanhar o tratamento e a evolução do quadro. Não use nenhuma medicação por conta própria. Atenciosamente

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O que chama de mania de perseguição, provavalmente é o que chamamos na psiquiatria de delírio persecutório, que é um sintoma psicótico (atente que este nome, apesar de muito estigma associado, quer dizer um sintoma que rompeu com a realidade, ou seja, que o paciente percebe, mas que os outros à sua volta não percebem, ou seja, não é real). Um crise de pânico, grosseiramente falando, é uma crise de ansiedade aguda com sintomas físicos importantes( ex: taquicardia, suor frio, mal estar, tontura, falta de ar, formigamento, sintomas gastrointestinais, tremores, bola na garganta, medo de morrer ou de perder o controle, entre outros), que pode estar sendo desencadeada inclusive pelo medo causado pelo delírio do paciente estar sendo perseguido (imagine o quanto é amedrontador estar se sentindo perseguido ). É muito importante que um colega médico o avalie, para excluir a possibilidade de um quadro clínico neurológico ou de outra área e iniciar o tratamento psiquiátrico o quanto antes! Abs

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Complementando o que foi dito corretamento pelo Dr. Santinelli, devemos nos atentar que existem vários "subtipos"de transtornos de ansiedade, que normalmente são divididos em:
Transtorno do Pânico : Onde o paciente tem crises intensas, porém passageiras, com possibilidade de diversos sintomas físicos (coração disparado, suor frio, alterações gastrointestinais como naúseas e diarréia, tremor, mal estar, tontura, sensação de sufocamento, sensação de uma bola na garganta, medo de morrer, despersonalização e desrealização). Normalmente há algo que chamamos de ansiedade antecipatória, que é medo de "ter medo", de sentir o ataque de novo, o que leva muitas vezes à diversas evitações no cotidiano do paciente.
Transtorno de Ansiedade Generalizada: É um quadro mais prolongado, que pode também ter crises agudas. Existe alteração no sono, na concentração, pode existir cervicalgia ou lombalgia (dores musculares causado pela tensão). É um quadro que muitas vezes existe por anos seguidos, levando

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Os estudos conduzidos para as medicações usadas no TDAH, como o Metilfenidato (Na forma de Ritalina, Ritalina LA e Concerta) e o Venvanse, mostram um perfil de segurança interessante e, quando bem indicado por um médico psiquiatra ou um médico neurologista, pode melhorar muito a qualidade de vida da criança/adolescente e também dos adultos (O FDA aprovou o uso do Venvanse também em adultos) com este transtorno. Cada caso é um caso, mas para pacientes sem o perfil de doenças como os das farmacodependências, é um tratamento bastante seguro. Claro que, quando necessário. Existe, infelizmente, um uso errado e sem acompanhamento médico de algumas pessoas, como por exemplo, aqueles que estão estudando para concurso público. O uso sem indicação médica pode trazer riscos importantes à saúde, pois em alguns casos pode piorar outros problemas e/ou diagnósticos. Converse com o médico da sua filha e não fique com estas dúvidas, vale a pena se inteirar por completo do tratamento. Um abraço!

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Complementando o que os nobres colegas colocaram, é importante perceber que cada caso evolui de forma diferente, e grande parte da evolução nestes casos vai depender de como e quanto seu filho será estimulado neste processo. Existem psicólogos excelentes nesta área, que trabalham auxiliando passo à passo neste caminho, guiando o tratamento e individualizando as condutas. Não há dúvida que esta parte, da psicopedagogia, oferece resultados bastante interessantes no processo, em um tratamento multiprofissional. Quando necessário, o médico que estiver acompanhando (seja ele neurologista ou psiquiatra) irá utilizar algumas medicações para amenizar sintomas que possam estar prejudicando o desenvolvimento do tratamento principal, que ocorre em paralelo. Não desanime, mantenha esta procura que você está fazendo pois está indo no caminho certo. Também gosto de salientar para não se seduzir por eventuais profissionais que prometam " milagres" rápidos, pois os passos são lentos porém contínuos.

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Na verdade os transtornos psicológicos/psiquiátricos são diagnósticos chamados "de exclusão", ou seja, na falta de uma justificativa médica identificável, o transtorno psicológico/psiquiátrico é considerado. Dor no peito, na medicina, é chamado de precordialgia e é uma urgência/emergência médica, pois pode identificar uma série de patologias (O infarto é um exemplo, quando falta oxigênio para o músculo cardíaco e causa dor, mas outras possibilidades também existem, como pericardite, aneurisma de aorta e, inclusive gastrite). O Pânico pode também, perfeitamente, explicar os sintomas, porém como dito é uma causa de exclusão, ou seja, quando todos os outros diagnósticos foram descartados. Depois de você passar pelo cardiologista ou clínico geral e descartar estas causas, o ideal seria você procurar um psicólogo(a) para avaliar início de psicoterapia e/ou um(a) médico(a) psiquiatra para avaliar a necessidade de uso de medicações. Um bom psicólogo pode definir a necessidade do tratamento.

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