Prof. Arthur Melo e Kummer

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Psiquiatra

Competência em: Psiquiatria da Infância e Adolescência, Neurociências, Neuropsiquiatria, Psiquiatria Infantil, Psiquiatria Ambulatorial

Número de Identificação Profissional: CRM 40013-MG

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O melhor: "Adorei o atendimento. Super atencioso, nos explicou sobre os problemas de meu filho e as possibilidades de tratamento como ninguém nunca tinha feito antes. Sou muito agradecida por tudo que o doutor Arthur tem feito por nós."

Motivo da visita: Meu filho tem autismo e TDAH

Boca d. marcou consulta com Prof. Arthur Melo e Kummer em Av. Francisco Deslandes, 869 (sala 607).

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Muito obrigado! Sempre à disposição.

Experiência

Formação

  • Residência em PsiquiatriaFHEMIG2006
  • Mestrado em Ciências da SaúdeUFMG2007
  • Residência em Psiquiatria e em Psiquiatria da Infância e AdolescênciaFHEMIG2007
  • Doutorado em NeurociênciasUFMG2009

Sobre mim

Número de Identificação Profissional: CRM 40013-MG

Professor de Psiquiatria da UFMG entre os anos 2010 e 2017, onde coordenou a residência médica em Psiquiatria da Infância e Adolescência e os ambulatórios de psiquiatria infantil, TDAH e autismo do Hospital das Clínicas da UFMG. É autor de capítulos de livros, livro (Neuropsiquiatria Clínica, Editora Rúbio) e diversos artigos científicos publicados em periódicos nacionais e internacionais. Foi médico psiquiatra de diversos serviços públicos e privados da região metropolitana. Seu trabalho clínico e de pesquisa sempre foi pautado pela colaboração transdisciplinar e pelo alto rigor científico nas abordagens diagnósticas e terapêuticas.

Experiência em

Idiomas

  • Português
  • Inglês
  • Espanhol

Webs

Serviços

  • Preço
    Preços aproximados para pacientes particulares (sem plano de saúde).

Respostas de Prof. Arthur Melo e Kummer

5 Respostas

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Disfunção sexual com trazodona não é muito comum. Estudo recente comparando os efeitos adversos sexuais entre fluoxetina, sertralina e trazodona mostrou que a trazodona é a que provoca menos efeitos nessa esfera entre esses três. Outros estudos (apesar de que o nível de evidência é baixo) mostram até uma possível pequena melhora na libido e na ereção com trazodona. No entanto, apesar de infrequente, é possível que ocorra algum efeito adverso na sexualidade e possivelmente não deve melhorar muito com a continuidade do tratamento. Também não se sabe ao certo em quanto tempo após a interrupção ou troca do medicamento ela voltará ao normal. O melhor é conversar com seu médico se realmente essa sua queixa se deve ao medicamento e quais são as alternativas terapêuticas.

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Atividade física traz diversos benefícios à saúde em geral, incluindo benefícios ao cérebro. Isso por si só já deveria ser suficiente para que todas as pessoas façam atividades físicas em uma intensidade minimamente razoável e frequentemente, independentemente de possuírem transtorno psiquiátrico. Mas há evidências crescentes de benefício de atividade física sobre cognição e sintomas negativos na esquizofrenia, como demonstrado, por exemplo, pelos trabalhos recentes de Firth et al. (Aerobic exercise improves cognitive functioning in people with schizophrenia: a systematic review and meta-analysis. Schizophrenia Bulletin, 2017) e de Lutgens et al. (Psychological and psychosocial interventions for negative symptoms in psychosis: systematic review and meta-analysis. The British Journal of Psychiatry, 2017). Consulte seu médico e um profissional de educação física.

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