Carlos Henrique Oliva

Carlos Henrique Oliva

Psiquiatra

Competência em: Psiquiatria Ambulatorial, Psiquiatria Biológica, Psiquiatria Geriátrica

Consultório

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Opiniões para Carlos Henrique Oliva

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Baseado em 17 opiniões

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O melhor: "Médico atencioso, escuta o paciente com toda calma, explica a doença com amplo conhecimento técnico.
Já tinha passado por outro psiquiatra, mas ele sem duvidas, é o melhor."

Poderia melhorar: "Tudo certo.Não tem o que melhorar."

Motivo da visita: Ansiedade, TDAH, Depressão

Paciente que marcou consulta com Carlos Henrique Oliva em Espaço Jardim Do Mar

O melhor: "Precisão no Diagnóstico, muito atencioso, passa muita segurança e conhecimento simplesmente um profissional de primeira excelência."

Poderia melhorar: "Absolutamente Nada !!!!"

Paciente que marcou consulta com Carlos Henrique Oliva em Espaço Jardim Do Mar

O melhor: "Faço tratamento com o Dr. Carlos há alguns anos e posso dizer que foi um divisor de águas em minha vida. Vivia ansiosa, nervosa,com problemas para dormir. Hoje sou uma pessoa muito mais equilibrada. O Dr. Carlos além de ter um grande conhecimento técnico, passa informações valiosas para a vida."

Poderia melhorar: "Nada. Tudo ótimo."

Motivo da visita: Ansiedade e insônia

Paciente que marcou consulta com Carlos Henrique Oliva em Espaço Jardim Do Mar

O melhor: "Excelente profissional! Ético, atencioso, prestativo e tantas outras qualidades."

Poderia melhorar: "Nada."

Motivo da visita: Ansiedade

Paciente que marcou consulta com Carlos Henrique Oliva em Espaço Jardim Do Mar

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Experiência

Formação

  • MedicoUniversidade Federal do Paraná2002
  • Residência em PsiquiatriaUniversidade Federal de São Paulo2010
  • Research FellowHarvard Medical School2013

Sobre mim

  • Experiência em emergências psiquiátricas, interconsulta, ambulatório de especialidade, CAPS, internação hospitalar e hospital-dia.
  • Experiência em quadros de alta complexidade de Dependência Química como médico diarista da observação do CRATOD - São Paulo.
  • Experiência em segurança psiquiátrica - Hospital Israelita Albert Eistein
  • Experiência em ensino de Residência Médica como orientador-preceptor em: estágio de neurologia na residência de PSIQUIATRIA-UNIFESP, estágio de emergência psiquiátrica da psiquiatria da FMABC e estágio em CAPS da residência médica de São Bernardo do Campo.
  • Experiência em atividades científicas com participação em grupos de pesquisa em epilepsia/neurologia (UNIPETE-UNIFESP) ,Transtorno Bipolar (PRODAF-UNIFESP) e tratamentos biológicos (HARVARD).

Palavra do Autor:

A psiquiatria tem por objetivo a orientação sobre alterações de comportamento. Tristeza, ansiedade, medo, desconfiança, entre outros sentimentos são normais e comuns a todo o ser humano. Porém, existe um momento em que estas vivências se tornam tão intensas que podem ser consideradas doenças. Este limite - entre a doença e a normalidade - muitas vezes é tênue e difícil de ser identificada por olhos não treinados. No caso de dúvida, a orientação psiquiátrica pode ser fundamental na boa compreensão do que está acontecendo.

Se você está com dificuldades em sua relação consigo, com outras pessoas ou com algumas das situações da vida e do dia-a-dia, estou a disposição para uma orientação profissional, interessada e honesta.

Seja bem vindo!

Dr Carlos Henrique Oliva

Experiência em

Idiomas

  • Português
  • Inglês
  • Italiano

Webs

Serviços

  • Preço
    Preços aproximados para pacientes particulares (sem plano de saúde).
    Dados fornecidos em: janeiro 2018

Respostas de Carlos Henrique Oliva

45 Respostas

26 Especialistas de acordo

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O termo desrealização e ou despersonalização abrangem um espectro grande de fenômenos subjetivos de dificílima descrição. Por isso, não devemos basear nossa conduta e preocupação apenas neste fenômeno. Famosos psicopatologistas (que estudam os termos que usamos para descrever fenômenos mentais) associam tais situações desde às pessoas sãs mentalmente até as doenças mentais mais graves. Porém, vale a pena dizer que, no caso de ser sinal de doença grave, nunca é sinal isolado, havendo absoluta necessidade da coexistência de outros sintomas, muito mais graves e evidentes do que esse. Por esta questão, em geral, os pacientes que se queixam deste sintoma como problema central ou único, frequentemente estão sofrendo de transtornos ansiosos pois a ansiedade, em sendo a doença da “dúvida”, da “incerteza”, focaliza o Mental na preocupação exacerbada de eventos de menor importância, quando isolados, como no caso da desrealização. Minha sugestão é: com tranquilidade, procure um psiquiatra!

Carlos Henrique Oliva

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Psiquiatra

São Bernardo do Campo

Por muitos anos as pesquisas sobre antidepressivos e depressão bipolar relacionaram especialmente a chamada virada maníaca como pior desfecho desta medicação, nesta condição. Hoje entretanto, sabemos que a chance de virada maníaca para antidepressivos predominantemente serotoninérgicos (como o escitalopram) tem uma chance relativamente pequena de virada maníaca - em torno de 3% ao ano. Na realidade, trabalhos recentes mostram que o maior prejuizo do uso monoterápico de antidepressivos na depressão bipolar é uma evolução com maior frequência de ciclos, episódios depressivos ou maníacos mais graves e sintomáticos e eutimia com manutenção de sintomas residuais.
Por isso, os antidepressivos devem ser sempre evitados no transtornos bipolares.
Boa sorte e um abraço!

Carlos Henrique Oliva

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Psiquiatra

São Bernardo do Campo

De maneira geral, o álcool é contra-indicado por conta de 3 potenciais problemas: 1) existe interação entre o álcool e o remédio, causando um efeito final com certa imprevisibilidade. Por exemplo: a olanzapina causa sonolência e o álcool também causa sonolência, então existe risco de sedação em excesso, com todas as consequências relacionadas a isto. 2)existe indução ou inibição cruzada na degradação hepática entre as substâncias. Por exemplo: a olanzapina inibe a degradação do álcool e o paciente acaba ficando mais alcoolizado que de costume, com a mesma quantidade de álcool ingerida. 3) o álcool altera o comportamento. Como o paciente tem uma doença que já altera o comportamento de base, então estamos adicionando outro problema (alteração de comportamento por álcool) sobre um problema preexistente (a doença) cujo problema é o mesmo tipo de alteração. Acredito que a melhor resposta está em ponderar com o médico se é melhor submeter-se a estes riscos para manter o tratamento.

Carlos Henrique Oliva

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São Bernardo do Campo

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