Paulo Renato Oliveira

Paulo Renato Oliveira

Psicanalista, Psicólogo

Competência em: Psicanálise com Adolescentes, Psicanálise com Adultos, Sexualidade, Terapia de Casal, Psicoterapia Individual, Depressão, Transtornos de Ansiedade, Sexologia, Stress

Número de Identificação Profissional: 52612 RJ

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O melhor: "O tratamento, o respeito, um ótimo profissional."

Poderia melhorar: "Não vejo motivo para melhoras. Para a finalidade que preciso, sempre foi um ótimo profissional."

Motivo da visita: Tenho análise todas as quintas.

Hanna P. marcou consulta com Paulo Renato Oliveira em Rua Otavio Carneiro 100 sala 813

O melhor: "Excelente profissional. Muito atento, simpático e dedicado ao paciente."

Poderia melhorar: "Já está excelente"

Motivo da visita: Aconselhamento Psicológico

Paciente que marcou consulta com Paulo Renato Oliveira em Rua Otavio Carneiro 100 sala 813

O melhor: "Da qualidade de atendimento, respeito e dedicação do profissional."

Poderia melhorar: "Nada."

Motivo da visita: Psicanálise

Paciente que marcou consulta com Paulo Renato Oliveira

O melhor: "Reflexões e descobertas que fui capaz de alcançar por conta do tratamento atencioso e pela empatia."

Motivo da visita: Saude Mental

Paciente que marcou consulta com Paulo Renato Oliveira

Experiência

Formação

  • PsicólogoUniversidade Estácio de Sá2012
  • PsicanáliseCorpo Freudiano do Rio de Janeiro2012

Sobre mim

Membro de:

Doctoralia Solidaria Men Brasil

Número de Identificação Profissional: 52612 RJ

Minha clínica é psicanalítica com base lacaniana. Todavia, não sou adepto de sessões curtas: elas duram em torno de 1 hora. Isso porque minha experiência me faz ressaltar a importância do acolhimento que deve ser dado ao sofrimento das pessoas e isso demanda tempo. Outro ponto que gosto de ressaltar é o atendimento aos pacientes em crise, de ansiedade, depressiva ou outra qualquer, que pode ser necessário  seja qual for a hora ou o dia e, no meu entendimento, precisam ser tratados pelo profissional como toda a sua atenção e dedicação.   
Gostaria de tratar aqui de 3 questões muito presentes na atualidade: depressão, ansiedade e homossexualidade. Para tanto, adicionei em meu blog, cujo link está em anexo, 3 vídeos que falam desses assuntos sob a ótica da Psicanálise. 
A depressão, para a Psicanálise, é um rebaixamento do desejo, daquilo que nos impele a viver. Cada pessoa é única e são suas experiências ao longo da vida e suas formas de reagir a elas que podem resultar em doença. Mas cuidado com diagnósticos apressados:  nossa sociedade apresenta o que nós, psicanalistas, chamamos de empuxo à felicidade, uma obrigação de ser feliz o tempo todo. Qualquer tristeza é tratada como depressão.
Outra característica da atualidade é a pressa excessiva, gerando ansiedade. A ansiedade, pode transformar-se em crise de ansiedade, tornando-se uma ansiedade crônica, ou mesmo em ataque de ansiedade, este último correspondendo ao transtorno ou síndrome do pânico.
Por fim, as homossexualidades trazem sofrimento, não pela orientação homossexual em si, mas principalmente pelo preconceito de pais, irmãos, amigos, igreja, etc. Essa dor pode trazer sérias consequências, como depressão, angústia e suicídio.  No meu blog, pretendo tratar detalhadamente desses e de outros assuntos.




Experiência em

Idiomas

  • Português

Webs

Serviços

  • Preço
    Preços aproximados para pacientes particulares (sem plano de saúde).
    Dados fornecidos em: setembro 2018

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704 Respostas

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De forma muito resumida, trata-se de uma teoria que defende que adolescentes podem se tornar transgeneros por efeito de influência social, de amigos, etc. É um assunto muito polêmico e com um viés preconceituoso contra essas minorias. Primeiro porque trata como doença algo que é uma orientação sexual do indivíduo. Segundo, as causas de qualquer orientação sexual estão relacionadas parte às identificações inconscientes de cada sujeito, ao modo de lidar com os conflitos surgidos na primeira infância relativos à própria sexualidade, dentre muitos fatores, nenhum deles de cunho orgânico, exceto no caso dos sujeitos intersexos e casos muito isolados de problemas hormonais graves. Acredito que o caminho a seguir seja o de aceitar a orientação de nossos jovens, dando -lhes suporte psicológico para enfrentar difilcudades,sofrimento e preconceito que esperam por aqueles que não são heterossexuais. Nesses casos, o suporte psicológico aos pais e aos adolescentes transgeneros é de grande valia.

Paulo Renato Oliveira

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Psicanalista, Psicólogo

Rio de Janeiro

O silêncio dela já não é uma resposta? A sua terapeuta não está ali para atender sua demanda, demanda de uma resposta exatamente como você a pede, mas para realizar um trabalho terapêutico, que envolve, inclusive, como você lida com a frustração. A transferência sempre envolve um amor, não pela terapeuta, mas pelos personagens femininos da tua história que ela encarna. É isso que ela quis dizer, eu suponho, ao te dizer que era a transferência. E o silêncio dela é para permitir que continue a terapia.

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Psicanalista, Psicólogo

Rio de Janeiro

Cuidado com o diagnóstico de TDAH. Segundo o Conselho Federal de Psicologia, a quantidade de pessoas diagnosticada com TDAH é cerca de 10 vezes maior do que o estimado, considerando nossa população e a pirâmide etária. Também somos o segundo maior consumidor mundial de medicamentos nessa área. A rigor, em minha opinião, esse diagnóstico deve ser multidisciplinar envolvendo o seu Pediatra, um Psiquiatra infantil e um Psicólogo Clínico com bastante experiência no trato com crianças. Na clínica, muitas crianças e adolescentes chegam com esse diagnóstico, principalmente encaminhadas por escolas. Quando se expressam, ludicamente, percebe-se que não é nada disso. Pela pouca idade da criança em questão, talvez seja precipitado fechar um diagnóstico desses e aplicar medicação psiquiátrica cujos efeitos colaterais sobre ela são no mínimo imprevisíveis.

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