Respostas de Rodrigo Puppi - Psicólogo Curitiba

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Rodrigo Puppi está respondendo perguntas que os usuários enviam à Doctoralia.
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Os sintomas que você descreve são compatíveis com transtornos de ansiedade (fobia social, agorafobia, ansiedade de separação). Procure um psicólogo comportamental que esteja capacitado a empregar técnicas específicas para tratamento de fobias e ansiedade (p. ex. dessensibilização sistemática, entre outros). São procedimentos bastante estudados e muito indicados para esses casos. O acompanhamento psiquiátrico pode ser aconselhável caso os sintomas sejam intensos demais para lidar com eles antes da psicoterapia, beneficiando-se do uso temporário de medicação apropriada. Acima de tudo, friso novamente, busque um profissional capacitado no emprego desses recursos e que lhe transmita segurança no contato pessoal.

Rodrigo Puppi

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Olá! Que bom que esteja bem e, ao que tudo indica, em remissão dos sintomas! O trabalho conjunto entre terapia comportamental e medicação traz ótimos resultados e em algum momento se chega à alta. A retirada de qualquer medicação deve ser programada junto ao seu psiquiatra (que pode te explicar isso em maiores detalhes), mas em geral costuma ser gradativa. Ocorre dessa forma para que o seu organismo se adapte à ausência do antidepressivo aos poucos, seguindo uma propriedade de comportamentos reflexos chamada "habituação". Como isso é feito em conjunto com o trabalho de psicoterapia (que também segue um desenvolvimento próprio até a alta clínica), você deverá ter adquirido habilidades para lidar com eventuais crises de pânico no futuro, se ocorrerem, sem necessariamente retornar ao Lexapro ou terapia. Em resumo, se toda a intervenção até a alta for bem conduzida, você terá uma vida feliz, cheia de energia e com autonomia de sobra.

Rodrigo Puppi

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Esse não é o procedimento mais indicado para tratamento de depressão. Pelo seu relato, posso entender que não conseguiu resultados com o tratamento que tem buscado. Psicoterapia comportamental é a forma mais eficaz a longo prazo para a depressão (como mostram estudos comparativos), mas é preciso que o profissional seja bastante capacitado e atualizado sobre os avanços na área. Psiquiatria é outra abordagem trabalhada em conjunto que auxilia muito em casos graves. Existem procedimentos para casos específicos (pouco indicado), como a ECT. É preciso olhar para além da cura do transtorno psicológico em si: o estilo de vida que levamos tem um impacto enorme sobre o aparecimento e manutenção dos sintomas de depressão (muitas vezes sem nos dar conta!). Aqui cito desde padrões de pensamentos, exercícios físicos, nutrição e até a vida social. É um caminho longo e trabalhoso, mas abrem-se muitas possibilidades de viver com qualidade de vida plena e minimizar as chances de recaídas.

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A terapia comportamental pode te auxiliar muito dentro desses aspectos. Existem alguns protocolos dentro dessa abordagem que podem - e devem! - ser combinados para atingir as suas necessidades específicas. Isso significa desenvolver habilidades e comportamentos para você lidar com os desafios que estão se apresentando na sua vida, hoje e no futuro. Um exemplo é o protocolo da ACT (Terapia de Aceitação e Compromisso), que trabalha sobre os pensamentos, percepções e pode chegar a trabalhar sobre os valores individuais e a as ações que se tomam de acordo com os valores e crenças pessoais. A psicoterapia se inicia com objetivos que devem estar claros tanto para você como para seu terapeuta, mas não significa que não se possa expandi-los ou mudar o curso durante a terapia, se isso for preciso. É necessariamente um processo personalizado, dinâmico e que deve respeitar a individualidade de cada um. Procure um profissional capacitado no qual você confie e sinta segurança!

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Embora a irritabilidade possa ser um dos sintomas associados a episódios de hipomania, ela não é exclusiva a eles. A hipomania se caracteriza pela presença, de forma geral, de humor e energia anormalmente elevados. Se sua filha se encontra agindo de forma visivelmente diferente dos períodos em que se encontra em episódio depressivo, pode ser que a agressividade esteja associada à hipomania. Vale ressaltar que agressividade em si é um padrão comportamento como tantos outros, sendo possível e indicado acompanhamento terapêutico para desenvolver habilidades para ela identificar e trabalhar essas ações de forma a não se prejudicar ou prejudicar terceiros (independente do transtorno bipolar).

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Olá. Se esses sintomas são muito frequentes e você não consegue estabelecer relação com acontecimentos específicos em sua vida, que direcionam sua atenção (ex. pensar em problemas específicos ou relembrar algum acontecimento repetidamente), então é possível olhar para um possível diagnóstico de TDAH. O que você descreveu são sintomas que se enquadram dentro do diagnóstico clínico de TDAH, mas é preciso avaliar com maior cautela algumas características dessa falta de atenção para dar suporte a essa hipótese diagnóstica. Um psicólogo ou um psiquiatra poderão estabelecer esse diagnóstico por meio de uma avaliação mais cuidadosa.

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Olá! A abordagem farmacológica vai auxiliar no controle dos sintomas fisiológicos (e alguns cognitivos) da TAG. A psicoterapia também age sobre essas frentes, mas buscando as causas e eventos que eliciam os episódios de ansiedade. O tratamento farmacológico não alcança esse nível, o que faz dele um tratamento contínuo, quando isolado. A psicoterapia, por sua vez, é um processo mais lento e de ganhos graduais, mas com resultados sólidos a longo prazo. Num processo terapêutico conjunto (psicoterapia e medicação) bem conduzido, é possível que a dose de medicação vá reduzindo gradativamente à medida que você consiga aprender formas diferentes de lidar com a TAG. O objetivo de longo prazo (que varia conforme o paciente) costuma ser a alta da terapia e dos medicamentos.

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Os medicamentos possuem ação sobre respostas fisiológicas, mas é também necessário trabalhar sobre comportamento e pensamentos, pois podem ser outras fontes significativas de ansiedade. Procure um psicoterapeuta comportamental para uma avaliação e intervenção. Há protocolos muito bem estabelecidos para tratamento de ansiedade com resultados a longo prazo.

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Esse é um ponto interessante! Dependendo da gravidade dos sintomas que você vem apresentando ou, em outras palavras, dependendo da intensidade de quanto você tem sentido ansiedade e depressão, pode ser interessante retomar o acompanhamento com o psiquiatra. A psicoterapia deve ser mantida em qualquer caso. Se você estiver se sentindo confortável com sua psicóloga, experimente tocar nesse assunto com ela e coloque suas dúvidas sobre um eventual acompanhamento de psiquiatra. Melhor do que ninguém, ela poderá tirar suas dúvidas e te ajudar a decidir se é preciso retomar a medicação agora ou aguardar mais algum tempo para observar a evolução do seu quadro clínico.

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Todas as pesquisas sérias na área do TEA mostram que não há qualquer relação entre vacinação e autismo. A relação entre vacinas e autismo é um argumento sem qualquer fundamentação científica utilizado por movimentos de ideologia contrária à vacinação e amplamente difundido pela internet. As causas da TEA até o momento são desconhecidas, mas supõem-se que há grande parte de causas genéticas (hereditárias) e fatores ambientais (estressores, defensivos agrícolas como o Glifosato, etc.). Ainda não há uma resposta clara sobre o assunto e os estudos sobre origens do autismo continuam, mas já se comprovou que a vacinação não é a causa.

Rodrigo Puppi

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A respiração é um componente muito importante dentro de quadros de ansiedade (inclusive no controle dos sintomas). Procure o educador físico/personal trainer e informe sobre a sua limitação. Não é necessário deixar de lado a musculação, pois ela trará inúmeros benefícios globais, mas seria interessante combinar com atividades aeróbias (caminhadas, corridas, natação, bicicleta, treinos hiperbólicos, etc.). Modalidades com maior exigência cardiorrespiratória comprovadamente trazem os maiores benefícios no controle de ansiedade, estresse e depressão. Uma dica fundamental é identificar e treinar dentro dos limites do seu organismo. Seu desempenho deve a melhorar gradativamente.

Rodrigo Puppi

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Situação bem delicada e bastante difícil de enfrentar no dia a dia! Dependendo da hipótese diagnóstica que é formulada, o tipo de conduta terapêutica pode ser levemente diferente. Aqui há a necessidade de se pensar em um psicólogo e um psiquiatra. A psicoterapia pode ajudar a lidar com as questões de controle, confiança, distinguir pensamentos/imaginações/crenças do que se apresenta na realidade, a lidar com as relações com outras pessoas, com suas emoções... e do outro lado, pode ser que esse trabalho dependa também de um suporte de medicação para regular o funcionamento do cérebro, o que potencializaria os efeitos de todo o tratamento. Em resumo, procure um desses dois profissionais para estabelecer um diagnóstico (ambos são capacitados para diagnosticar transtornos psicológicos) e ter o ponto de partida para esse processo terapêutico.

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Pelo seu breve relato, você percebeu um momento de início para o seu estado de humor presente. É precipitado diagnosticar algo nesse ponto, mas independente dessa precisão há boas chances de você reaprender a entrar em contato com suas emoções. Pode ser que exista algo além dessa apatia que deva ser abordado, o que estará coberto dentro do próprio processo de terapia. Não se pode prometer ter a mesma euforia, com os mesmos tipos de experiências passadas que você teve, mas a psicoterapia pode auxiliar você a voltar a experimentar emoções de forma genuína a cada evento em sua vida presente e futura.

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A despersonalização se enquadra dentro dos transtornos dissociativos (Transtorno de Despersonalização/Desrealização, segundo o DSM V). Os episódios de despersonalização podem ser recorrentes ou persistentes. É um transtorno com tratamento desafiador, não havendo um tratamento padrão em psicoterapia ou com medicação psiquiátrica bem estabelecida. Estudos tem avançado na área e, embora ainda não existam medicamentos seguros e eficazes, a abordagem psicoterapêutica sobre eventos ambientais e pessoais tem mostrado bons resultados a longo prazo. Nesse caso a psicoterapia visa trabalhar na identificação dos gatilhos para as crises de despersonalização e no manejo de situações que possam levar à crise. Geralmente é um transtorno associado ao estresse intenso e ansiedade em níveis bastante elevados, assim como regras bastante inflexíveis sobre seu próprio comportamento. É um tratamento com objetivos a longo prazo.

Rodrigo Puppi

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Há três coisas que você deve fazer: (a) Entre em contato com um psiquiatra. Medicamentos podem ajudar a estabilizar o seu humor e vão ajudar no processo de recuperação quando bem ajustados ao seu organismo; (b) Busque psicoterapia. Especificamente para o tratamento de depressão procure psicólogos que trabalhem dentro de terapia comportamental ou cognitivo-comportamental. Essas abordagens possuem protocolos padrão ouro (as mais eficientes, segundo estudos clínicos) para intervenção em depressão (ACT, Ativação Comportamental e outros); (c) Entre em contato com familiares, amigos significativos, colegas e quaisquer outras pessoas que possam te acolher nesse momento. É importante reforçar uma rede de apoio em seu entorno. Você também pode entrar em contato com o Centro de Valorização da Vida mais próximo. É fundamental falar sobre essas ideações com alguém que te ouça. Procure pelo apoio profissional e por contatos significativos para você!

Rodrigo Puppi

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Olá! A falta de atenção e queda de desempenho não é exclusividade do TDAH. Nesse momento inicial é preferível evitar diagnósticos apressados, pois eles podem induzir a uma abordagem terapêutica equivocada, trazendo mais prejuízos e perda de tempo até se estabelecer uma hipótese adequada. O seu breve relato pode ser compatível com outras condições que exigem uma atenção clínica, como estresse agudo, depressão, e/ou ansiedade. É possível até mesmo a ocorrência simultânea de mais de um desses transtornos, dada a alta comorbidade entre eles. Tudo começa por uma avaliação precisa e cuidadosa. Sugiro que busque um psicólogo clínico e um psiquiatra para uma avaliação bastante criteriosa antes de qualquer direcionamento para medicação ou psicoterapia, que podem ser bastante necessárias.

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Olá. A hipnose é uma técnica que pode ser complementar dentro de um processo de dessensibilização, ou seja, se houver algum tipo de intolerância muito específica ou "trauma" associado à determinados alimentos. No seu caso ela pode auxiliar, mas talvez hajam outros métodos muito mais eficazes. É preciso esclarecer que não existem mudanças abruptas em comportamento alimentar, com ou sem hipnose. Resultados mais efetivos poderão ser obtidos com técnicas de exposição gradual e modelagem de comportamentos, que são princípios bastante simples e sempre efetivos. É importante considerar que o próprio organismo precisará de dias para passar por uma transição (proporcionalmente à intensidade da mudança). Conte com o apoio de um nutricionista e explique detalhadamente o seu objetivo. Ele é o profissional capacitado para esse processo. Caso ache necessário, procure também um psicólogo que trabalhe diretamente com comportamento alimentar ou modificação de comportamento.

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Se eles possuem uma linguagem adequada e se comunicam com familiares de primeiro grau, esse tipo de comportamento pode ser característico ao mutismo seletivo, que é uma forma de transtorno de ansiedade. Ainda assim não seria prudente descartar outras hipóteses diagnósticas e é aconselhável uma avaliação cuidadosa com psicólogo para intervir nessa fase inicial. Por um lado esse comportamento pode provocar prejuízos às crianças nos campos escolar e nas interações sociais com outras crianças e adultos. Por outro, evitar conversar com outras pessoas pode ser uma estratégia de evitar o aumento do desconforto (que já deve ser grande) ao interagir com outras pessoas. Qualquer intervenção deve ser gradual, dentro do limite de conforto de cada um. Extrapolar os limites de controle das crianças impõem um grau de sofrimento grande, em alguns casos podendo até agravar o quadro. O aconselhável é contar com apoio de um psicólogo nesse momento de transição importante.

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O TAG e depressão são transtornos distintos, mas há grande comorbidade entre elas (se manifestam ao mesmo tempo, com grande frequência). O curso de tratamento de ansiedade e depressão são diferentes, mas muitos dos fatores que causam um dos transtornos pode propiciar o aparecimento do outro. Em ambos os casos, psicoterapia tem mostrado resultados sólidos a longo prazo, como protocolos de ativação comportamental (padrão ouro no tratamento de depressão e também muito eficaz sobre ansiedade), ACT, FAP e técnicas de contracondicionamento. Em todos os casos é aconselhável contar com um profissional capacitado para fazer uma avaliação precisa e acompanha-lo durante esse processo, dentro do seu próprio ritmo. Abraço!

Rodrigo Puppi

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Olá! Esses sintomas que você descrevem não correspondem aos da depressão clinicamente diagnosticada. Podem estar associados a algum outro transtorno psicológico ou disfunção fisiológica no seu organismo. Observe também que eles não excluem a possibilidade de se estar em depressão E com esses outros sintomas ocorrendo ao mesmo tempo, o que indica um transtorno comórbido (que ocorreria em paralelo à depressão). É interessante buscar um psiquiatra para estabelecer um diagnóstico correto, caso os sintomas não passem em pouco tempo.

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